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Vida vazia, vida marota!

Dr. Agildo caminhou vagarosamente até a enorme varanda. Saboreava os momentos do entardecer, um a um, como rotina para receber a noite implacável e então, recolher-se para o descanso. Desta vez, contudo, sentia-se diferente. Seus pensamentos esvoaçavam de um canto para outro da memória, contrariando seus comandos, inquietando seu espírito. Sentou-se na velha cadeira, admirando o extenso jardim. Os canteiros, emoldurando as divisas com suas cores imprevisíveis, tentavam suavizar seus sobressaltos. O ipê majestoso, que ele próprio plantara há tantos incontáveis anos, mantinha-se incólume a seus pensamentos. Parou seus olhos no aparente desordenado trabalho da velha árvore, largando o amarelo de pétalas a se desprenderem a cada instante, formando verdadeira alcativa.... (leia mais)

Airo Zamoner




MINHA PRIMEIRA COMUNHÃO

Tinha quase nove anos. Fui criada na religião católica. Meus pais eram muito religiosos. Quando se aproximava o Natal, eles promoviam lá em casa uma novena. Além da família, os vizinhos também participavam. Após a novena, eu me sentava ao piano e tocava várias músicas sacras, inclusive a Ave Maria de Schubert. Todos me aplaudiam, dizendo que eu executava com técnica e sentimento as partituras. Quando completei meus nove anos, minha mãe me informou que a Diretora da minha escola, Da. Neide Arruda Leal, desejava que seus alunos da terceira série fizessem a preparação para a primeira Comunhão com as catequistas da Igreja... (leia mais)

IVETE FLORES CATTA PRETA RAMOS




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   > Rodrigo de Souza Garcia

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Rodrigo de Souza Garcia
Rodrigo Garcia, pseudônimo de Rodrigo de Souza Garcia nasceu em Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro. Reside hoje em São Joaquim da Barra, interior de São Paulo. Na escola, sofreu perseguições porque era considerado pelas garotas, o garoto mais bonito. Por causa disso, desenvolveu distúrbios esquizofrênicos, doença que muito o castigou. Foi rejeitado em muitas empresas em que trabalhou por ser considerado louco. Aos 22 anos de idade, teve um surto psicótico, pensando ser Jesus Cristo e que sua família estava influenciada pelo diabo. Correu descalço até o trabalho, achando que lá seria crucificado. Seu pai, sua mãe e seus irmãos levaram-no para a Santa Casa e lá recebeu a indicação de um psiquiatra. Começou a tratar-se de esquizofrenia com o Dr. Fernando. Hoje, Rodrigo é uma pessoa normal e convive na sociedade. É escritor, artista plástico e pretende ingressar no curso de letras para dar continuidade à sua carreira literária. É torcedor fanático do Flamengo e escreve para um site gratuito, onde os leitores poderão encontrar vários textos seus, inclusive um artigo sobre sua vida.