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Literatura Paranaense - Provocações Provocações

Teve alguém que disse: “Ou o poeta mata o soneto ou o soneto acaba com a poesia”. E não foi com tal radicalismo que se chegou ao bom poema de nossos dias. Vivem e convivem: quadras, sonetos, sextilhas, trovas, décimas, poesias livres e sem rimas, haicai... Só o féretro da antipoesia deve passar sem o acompanhamento de leitores. A arte é da vanguarda porque rompe o entrave de regimes e ideologias, e o Modernismo é um movimento de vanguarda, por excelência. Aos escritores, artistas e poetas cabe a responsabilidade de guiar os povos, restaurando valores, porque o entulho destrói a sociedade e, isto tem muita importância num mundo aético, de valores invertidos, espalhando e espelhando formas de anticultura. Já virou modismo representar a miséria e, dói-nos dizer, chegam a... (leia mais)

Carlos Zatti




O DESAFIO DO MERCOSUL

A UNESCO PUBLISHING tem-me inteirado de seus projetos dedicados não apenas à divulgação da cultura dos mais diversos povos. A edição de obras voltadas à discussão e análise profundas das mais delicadas questões sócio-culturais têm desempenhado um importante papel na busca de caminhos viáveis à manutenção de tradições, sem que isto signifique o isolamento ou o retardamento dos países correspondentes no processo de integração. Inclusive e especialmente da cultura. Chega às minhas mãos a obra “ Identidad, Integración y Creación Cultural en América Latina – El Desafío del Mercosur ”, de Gregorio Recondo, editado pela UNESCO PUBLISHING em parceria com a EDITORIAL DE BELGRANO . Esta obra surpreende não apenas pela gama de informações a respeito das... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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Tânia Gabrielli-Pohlmann
Tânia Gabrielli-Pohlmann é paulistana, nascida em 1965. Formada em Letras pela USP, com seus 24 anos já editava o jornal Poemagia, foram editados dois livros seus e passou a desenvolver oficinas literárias em bibliotecas e escolas pelo Estado de São Paulo, dando prioridade às escolas de periferia, junto a adolescentes carentes. Em paralelo lançou a Revist’Aura, abordando todas as linhas de pensamento, causando bastantes polêmicas, como sempre, e promovendo eventos pela cidade. Além de outros projetos em bibliotecas de São Paulo e outras cidades, colaborou com muitas publicações literárias da época, recebendo alguns títulos e sendo integrada a algumas academias literárias brasileiras e portuguesas. Por alguns meses trabalhou em rádio, também dedicando espaço à literatura. No final de 92 mudou-se para Curitiba a fim de desenvolver um suplemento cultural e um ano mais tarde foi convidada a desenvolver o programa de ação cultural do consulado de Angola em Curitiba, que estava sendo estruturado naquele ano. No final de 1994 voltou a São Paulo e nesse período investiu numa editora, lecionou inglês, alemão e português para estrangeiros, além de ter dado início à série de dicionários e gramáticas, que vem concretizando na Alemanha. Assim foi até agosto de 1996. Os três anos seguintes foram uma lacuna em sua vida, por problemas de saúde. Em dezembro de 1999 casou-se na Alemanha. Nos anos de 2001 e 2002 foi classificada nos concursos da Nationalbibliothek des deutschsprachigen Gedicht, München - Biblioteca Nacional de Poesia em Língua Alemã, em Munique; os trabalhos estão publicados nas Antologias correspondentes. Fez alguns cursos de equiparação universitária e num desses cursos foi convidada a participar de um projeto na então OK Radio. A partir deste projeto surgiu a proposta de produzir e apresentar um programa sobre o Brasil. Lançou, com Clemens Pohlmann, o programa "Revista Viva", com entrevistas, comentários de livros, CD’s e publicações em geral sobre a cultura mundial, além de um espaço fixo e exclusivamente dedicado à nossa literatura, história, música e cultura em geral. Alguns meses mais tarde foi convidada a apresentar um segundo programa, paralelo ao "Revista Viva", que teria duas horas de duração, mas decidiu dividir o espaço com Clemens. Passou a apresentar o "Brasil com S" e Clemens, o "Musika - die schönste Sprache der Welt", cada um com uma hora, em alemão, ao vivo e sem intervalos. Desde setembro de 2000 leciona português na VHS, uma faculdade aberta em Osnabrück. Está desenvolvendo um trabalho junto à Ekkart Verlag (Ed. Ekkart), redigindo resenhas, promovendo leituras literárias, apresentando seminários e palestras a respeito da cultura brasileira. Além dos programas de rádio, e das dicas culturais internacionais (locais) na OS Radio, encabeça um projeto de integração a estrangeiros residentes em Osnabrück e região. Oferece cursos de corte digital e acompanha programas nascentes, com auxílio técnico e em parceria com Clemens. Está estruturando um projeto de intercâmbio cultural Brasil-Alemanha. Mas isto ainda está sendo estudado, o material tem sido selecionado e posteriormente será vertido para o alemão.