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A terceira intenção

Tenho vontade de parar. Descansar. Interromper essa andança sem tréguas. Já trilhei à beça. Já corri, já tremi, já sofri, já ri também à beça. Já fiz troça, já respeitei, já ofendi, já obedeci, já liderei, já escrevi outra vez à beça. Já pensei que transformaria esse mundo dos homens, mas descobri que o mundo é das mulheres. Tenho vontade de parar, sim. Mas não posso! Não posso interromper essa caminhada. Tenho que trilhar mais um tanto, correr, tremer, sofrer, rir, respeitar, ofender, obedecer, liderar, escrever, transformar outro tanto, outro inútil tanto. Nasci nos estertores da segunda guerra do mundo, no limiar da paz. No vestibular da maturidade, carreguei uma pistola na cinta, pilotei um tanque de guerra, atirei com uma ponto-trinta. Joguei granadas... (leia mais)

Airo Zamoner




Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Maria Alice

  AUTOR  
 
Maria Alice
18 anos, muita historia na cabeça e sonhos no coração! Sim, Maria Alice corre contra o tempo e tem a mania de escrever tudo aquilo que lhe chama a atenção! Filha de pais separados, foi criada pela avó, de quem recebeu muito amor e carinho. Sempre foi muito sonhadora, imaginava o dia em que poderia voar alto. Bem, quem sabe esse dia ainda vai chegar, não é? Além de estudar no IFRN, trabalha como bolsista da instituição. Tem o onibus como primeira cama e sorri até dormindo. Entao, acho que voce só vai descobrir mais sobre esta garota que vos escreve quando se atrever a ler os seus escritos.