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“D” DE “DEUTSCHLAND”, POR QUE, ENTÃO, “ALEMANHA”???

Uma tradução de Tânia Gabrielli-Pohlmann “D” = “Deutschland”? Que coisa estranha! Quem fala português, diz “Alemanha”; em espanhol este país se chama “Alemaña”; aqueles que falam inglês, adotaram o termo “Germany” e quando se vai para o Leste Europeu, o “Schwabo” é que designa o cidadão alemão. Mas o que se vê nas placas de automóveis alemães é a letra “D” indicando “Deutschland”. Por quê? De onde vêm tantos termos diferentes para indicar um único país? A língua alemã e o povo alemão formaram-se, basicamente, através de diferentes grupos étnicos, tendo cada qual sua língua. A existência de registros escritos em língua alemã remonta ao Século VIII d.C.. A língua oficial era o latim, mas o povo se comunicava em seus... (leia mais)

Clemens Maria Pohlmann




Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Guilherme Augusto Pereira de Queiroz

  AUTOR  
 
Guilherme Augusto Pereira de Queiroz

Nasci em agosto de 1951 na cidade de São Paulo. Vim morar em Curitiba no final dos anos 70, onde resido até hoje. Sou casado, tenho dois filhos e três netos. Estudei em duas faculdades: Medicina Veterinária - UFPR - e Administração de Empresas - FESP-PR. Acredito que tenho um espírito cristão e solidário, sendo minha religiosidade espiritualista. Atuei no movimento escoteiro por quase uma década. Fui professor de informática básica, tendo me especializado na educação de crianças e pessoal da terceira idade. Fui radialista, vendedor técnico de computador de grande porte, e gerente comercial e corretor de imóveis. Sou partidário convicto do bom humor e da amizade sincera. Sempre que aparece uma oportunidade, faço voluntariamente as performances de Coelho da Páscoa, Mickey, Papai Noel, etc. Agradeço os incentivos e colaboração dos amigos e familiares e, em especial, à minha irmã Noemia - autora do texto da primeira “orelha” - e à Emilia Rebonato - revisora integral do texto do livro.

 

Guilherme A. Pereira de Queiroz