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Anthologie...

Obra: „Anthologie de la Poésie Romantique Brésillienne » - Bilingüe (Port. / Fr.) Poemas escolhidos por Izabel Patriota P. Carneiro, apresentados por Didier Lamaison e prefaciados por Alexei Bueno Versão francesa: Adrienne Álvares de Azevedo Macedo, Didier Lamaison e Cécile Tricoire Editoras: UNESCO PUBLISHING / EULINA CARVALHO Formato: 14 x 21cm Páginas: 257 Preço: 27,45 € 2002, ISBN: 92-3-003786-9 Na década consecutiva à da Independência obtida em 1822, chega ao Brasil a revolução das sensibilidades que já soprava sobre a Europa após o início do século. O Romantismo brasileiro aparece com a publicação, em Paris, de “Suspiros Poéticos e Saudades”, de Gonçalves de Magalhães, em 1836. Mas é com Gonçalves Dias que nasce verdadeiramente a grande poesia... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




O LEÃO E O BURRO

O velho e temido leão, Com uma fome danada, foi procurar o burrinho para uma bela caçada. E encontrando o animal, Que não era muito esperto, Combinou que ele seria De uma ramagem coberto. Tudo pronto, à caça foram. E o burrinho camuflado Tinha que urrar diferente Do que estava acostumado. O burro treinou bastante, Foi treinando mais e mais. Com seus urros bem estranhos Espantou os animais. As bestas apavoradas Saíram em disparada. E o leão se aproveitou Pra fazer sua caçada. Tendo feito várias presas, Exausto, foi descansar,. Então pediu ao asninho Que parasse de urrar. Aquele, já todo prosa, Perguntou para o leão: “E que tal a minha voz?... (leia mais)

GERALDO DE CASTRO PEREIRA




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   > Emanuel Medeiros Vieira

  AUTOR  
 
Emanuel Medeiros Vieira
Emanuel Medeiros Vieira é autor do livro "Os Hippies Envellhecidos" (Editora da Universidade Federal de Santa Catarina); destaque para a revista literária "Blumenau em Cadernos", Prefeitura e Fundação Cultural de Blumenau (FCB) pelo projeto Pão e Poesia e por "Blumenauaçu na Ponta dos Dedos", antologia para leitura de cegos. Emanuel Medeiros Vieira vive em Brasília e se define como mascate da cultura, comenta o livro que lhe garantiu a homenagem, fala sobre literatura regional e a vida que ele celebra, sempre. "Me considero um mascate na resistência cultural, sem qualquer vaidade: pois desde os 18 anos batalho pela cultura. No fundo, a literatura nos inventa. Nos dá uma consciência moral. Como diz Harold Bloom, a literatura é ainda a melhor maneira de enfrentar a morte."