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Encerra-se a primeira turma de pós-graduação em dança de salão com magnífica produção científica.

Para a dança de salão brasileira, o ano de 2005 é um divisor de águas. A partir desta data, começa a educação formal na área, o que se deve à abertura da primeira turma de pós-graduação em dança de salão, na Faculdade Metropolitana de Curitiba - FAMEC. O curso tem duas coordenadoras, uma das quais, conhecida por fazer parte do âmbito da dança há muito tempo: Gracinha Araújo. Devido a uma vida dedicada à dança clássica, enfrentou os preconceitos vigentes no meio da dança de salão, superando as dificuldades. Com Abigail Carneiro, tornou realidade, de maneira pioneira, o que muitos só sonharam. O resultado... (leia mais)

Maristela Zamoner




O que e como fazer para escrever bem

Uma das maiores preocupações que permeiam o âmbito escolar tem sido a produção de texto, em especial o dissertativo, por apresentar dificuldades no seu processo de elaboração e produção. Por ser um texto que procede de reflexões sobre determinado assunto, em que a opinião do locutor deve ser explicitada e, principalmente, acatada pelo interlocutor, exige-se maior rigor e complexidade nos mecanismos de produção. Quer dizer, ao comentar sobre determinado assunto tem-se a pretensão de atingir o outro, seja por convencimento ou por persuasão. Assim, torna-se fundamental se servir de uma linguagem elaborada, haja vista que para se obter adesão do interlocutor, o discurso deva... (leia mais)

Andreia Frederico Coutinho




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   > Ana Flores

  AUTOR  
 
Ana Flores
Ana Flores é autora do livro "Corporco e outros contos", cronista dos jornais de bairro Guia Humaitá e Folha da Gávea, ambos do Rio de Janeiro.
É tradutora de contos do autor argentino Fernando Sorrentino, reunidos no livro "Para defender-se dos escorpiões e outros contos", além de "História de Maria Sapa", "A fortuna de Fortunato", "Quem se zanga, perde" e "Dom Osvaldinho", histórias infantis do mesmo autor.
Autora amplamente premiada destacam-se o primeiro lugar do Júri de Escritores com o conto "Óme? Nem morto!", em 2000, no concurso virtual Arremate o Conto; terceiro lugar no concurso de contos eróticos da revista Status, em 1978, com o conto "Consulta vai, consulta vem..." Autora do livro didático "Muito Prazer!", curso de português do Brasil para estrangeiros, 2 volumes e diversas outras publicações esparsas.

O que diz a crítica
"Acabo de ler ´Mordaça´. Comovi-me e li-o várias vezes. Pode-se perceber a bagagem para dizer tanto com tão poucas palavras. Gostei muito." - Rafael Moncada, escritor colombiano.

"Ana Flores é uma contista plena. Com total domínio da narrativa, faz tão bem o micro e o miniconto - espécie moderna e difícil do gênero - como o conto maior, diálogos realistas, ou até mesmo o conto de realismo mágico. Além de tudo, é uma escritora com estilo e personalidade." - Cairo de Assis Trindade, poeta e consultor literário.

"O conto ´Corporco´ é de excelente qualidade literária. Fiquei muito tocada. Fazia tempo que eu não lia algo tão bom na Internet." -Fernanda Villas Bôas, jornalista.

"Gostei muito de toda a produção literária deste livro. Nunca tinha ouvido falar de microcontos e não esperava que fossem tão curtos. Acho que, com eles, Ana Flores alcançou o domínio da palavra de um poeta. São enxutos e completos. Gostei mesmo." Milvia Albuquerque - professora