Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto

ROSINHA - CONTA – CASOS

Há muito, muito tempo, nasceu no céu uma linda nuvenzinha cor-de-rosa. Nossa! Foi o maior zum-zum-zum. Imagine só! Uma nuvem cor-de-rosa! Não se falava em outra coisa. A casa de Mamãe-Nuvem vivia cheia de visitas. Todos queriam conhecer a nuvenzinha colorida. Todos queriam conhecer Rosinha. Ah! Sim! Ela recebeu o nome de Rosa. Mas logo, logo, virou Rosinha. O tempo foi passando e Nuvem Cor-de-Rosa, aliás Rosa, aliás Rosinha, foi crescendo cada dia mais linda. E não era só linda, não. Era inteligente, alegre, super simpática e tinha uma facilidade incrível para fazer amigos. Todo mundo adorava conversar com ela. Sabe por quê? Porque Nuvem Cor-de-Rosa tinha um dom muito especial: ela inventava casos. Pois é! Ela adorava inventar casos e contá-los... (leia mais)

Isis Berlinck Renault




A EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO É REALMENTE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO GOVERNO? Lendo o discurso de posse do atual Ministro da Educação, Cristovam Buarque, que já antes de sua nomeação havia-me enviado muitos artigos a respeito de seus projetos sociais especialmente dedicados à educação, não posso deixar de pensar nas tantas atividades que vêm sendo desenvolvidas no Brasil independente e paralelamente ao setor público. Atividades, inclusive, que não recebem qualquer apoio financeiro externo além da colaboração voluntária de integrantes, sejam eles pertencentes a grupos religiosos ou simplesmente grupos de amigos conscientes de seu papel social. Se a nossa sociedade tem nos mostrado a urgência de uma reestruturação no sistema de educação, o que se pode fazer de imediato,... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




Default



   > Arlete Meggiolaro

  AUTOR  
 
Arlete Meggiolaro
Em abril, mês das "rosas de Dorival Caymmi", numa humilde casa de vila na zona Norte desta mega metrópole de São Paulo, o jovem casal acolhe num berço simples a primogênita Arlete. Algumas décadas depois, no início do ano de 2001, por fatores externos alheios à minha vontade, injetaram-me nas veias a síndrome do pânico. Esta me encarcerou atrás das barras de ferro do não existir. Em dezembro do mesmo ano, um poema do autor A.C.F. penetrou-me e ejaculou em meu íntimo o sêmen da palavra. Eu não era poetisa, mas nasceram textos e os reuni como poemas. Nesse período, descobri que amava a palavra. Desde então, fui ao encontro desta analista, e não tive mais vontade de parar de escrever. No Museu Lasar Segall, com o Professor Gilson Rampazzo, frequentei em curto período, a Oficina Literária. Numa frenética busca pela internet, deparei com o escritor e professor Airo Zamoner. Com este mestre comecei a entender que poderia exibir minhas silhuetas de forma linear. Não abandonei o descontínuo, estes se encontram noutras páginas. Através deste manancial da palavra, afoguei a síndrome do pânico. Renasci. Arlete Meggiolaro