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Literatura Paranaense - Provocações Provocações

Teve alguém que disse: “Ou o poeta mata o soneto ou o soneto acaba com a poesia”. E não foi com tal radicalismo que se chegou ao bom poema de nossos dias. Vivem e convivem: quadras, sonetos, sextilhas, trovas, décimas, poesias livres e sem rimas, haicai... Só o féretro da antipoesia deve passar sem o acompanhamento de leitores. A arte é da vanguarda porque rompe o entrave de regimes e ideologias, e o Modernismo é um movimento de vanguarda, por excelência. Aos escritores, artistas e poetas cabe a responsabilidade de guiar os povos, restaurando valores, porque o entulho destrói a sociedade e, isto tem muita importância num mundo aético, de valores invertidos, espalhando e espelhando formas de anticultura. Já virou modismo representar a miséria e, dói-nos dizer, chegam a... (leia mais)

Carlos Zatti




SEMEADURA

Avistando um aglomerado de mercadores, um andarilho gritou, decidido: - Atenção! Fechem o caminho; vou passar! Surpreso ao sentir um toque em seu ombro, voltou-se e deparou com a razão: - Por que agiste desta forma? Não sabes que é preciso caminho aberto para seguir adiante? O andarilho, sentando-se sob gigantesca árvore de multividências, dirigiu-se à razão, num repente: - Pedi que fechassem o caminho para que minha loucura não fugisse... A razão, mais confusa que convencida, argumentou sem hesitar: - Não há coerência no que dizes. Explica-te ou afasta-te de mim! Cruzando os braços sobre os joelhos, o andarilho insistiu: - Não desejei que minha loucura partisse, por não querer viver comprometido com tua existência mascarada... A razão, indignada, protestou sem mais... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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