Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto

O LEÃO E O BURRO

O velho e temido leão, Com uma fome danada, foi procurar o burrinho para uma bela caçada. E encontrando o animal, Que não era muito esperto, Combinou que ele seria De uma ramagem coberto. Tudo pronto, à caça foram. E o burrinho camuflado Tinha que urrar diferente Do que estava acostumado. O burro treinou bastante, Foi treinando mais e mais. Com seus urros bem estranhos Espantou os animais. As bestas apavoradas Saíram em disparada. E o leão se aproveitou Pra fazer sua caçada. Tendo feito várias presas, Exausto, foi descansar,. Então pediu ao asninho Que parasse de urrar. Aquele, já todo prosa, Perguntou para o leão: “E que tal a minha voz?... (leia mais)

GERALDO DE CASTRO PEREIRA




DIREITOS CULTURAIS EM PERSPECTIVA: A FAVOR OU CONTRA?

A 10 de dezembro de 1948 era adotada e proclamada a resolução 217 A (III), pela Assembléia Geral das Nações Unidas. A Declaração Universal dos Direitos Humanos encontra-se traduzida em mais de 300 línguas em seu site oficial (www...) O texto pode ser impresso e arquivado. Vivido? Este o problema maior... A questão da efetiva observância de tais direitos tem sido discutida e analisada, mas há pontos polêmicos, específicos, delicados. E os impasses tornam-se ainda maiores no tocante aos direitos culturais... O que são, afinal, os Direitos Humanos? Por acaso uma definição e uma observância mais satisfatórias destes direitos contribuiriam para melhorar a sorte de seres humanos que vivem situações de injustiças? Isto lhes garantiria uma melhor... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




Default



   > Amarilia Teixeira Couto

  AUTOR  
 
Amarilia Teixeira Couto

  Poesias
  Manhãs de domingo
  Convite
  É assim que te quero
  Na trama do bordado
  Também quero um amor feinho
  Essas palavras....
  Amor distante
  Ah, esse friozinho...
  Quando eu soltar a minha voz...
  Êxtase
  De doida e de santa (lembrando Adélia Prado)
  Um novo jeito de amar (reeditado)
  Fruta madura
  Esperando na janela
  Interlocução com Neruda
  Transcendência
  Quando a saudade não mais...
  Aquém do horizonte
  Êxtase V
  Pedacinhos de amor
  Êxtase II
  Mais amor feinho
  Avec elegance
  Agosto
  Se nos meus devaneios...
  Não permita,amor!
  Como quem veio do nada
  Eu te amo.Tu me amas?
  Ouvir estrelas (licença poética)
  Então, fiquemos assim...
  Me veio assim...
  Somente a saudade traz o amor de volta
  Cinderela,eu?
  Das incertezas do amor
  Tuas mãos (lembrando Neruda)
  Que o tempo voe!
  Covardia
  Pedido de Natal
  O meu coração é um latifúndio
  O poeta das curvas
  A paz que eu gosto de ter
  Tempos de (des) amor
  Quando de mim tu te apartaste
  Encantamento
  Melancolia
  Minudências
  Além do perceptível
  Cumplicidade
  É teu,meu amor!
  Não me traduzo em palavras
  O que a vida quer da gente é coragem
  Poema com retas e curvas
  Fábula amorosa
  Porta entreaberta
  Artigos
  Oh, tristeza me desculpe...
  Que novo homem é esse?
  As mulheres terminam o relacionamento.E os homens?
  Que idade temos?
  Felicidade concreta
  Rejuvenescer
  Chega um tempo...
  Só o bobo é capaz de um excesso de amor
  Amar se aprende amando.
  Posso desabafar?
  De que reclama a mulher?
  Por que idealizamos tanto?
  Existe receita pra ser feliz?
  Caros amigos
  Dom Quixote e seus moinhos de vento
  Discordar é saudável
  Patrus está de volta!
  Propaganda enganosa
  Propaganda enganosa II
  Em time que está ganhando não se mexe? Por quê?
  Namorantes – que tribo é essa?
  Final de campanha
  Síndrome do final de ano
  Antes que seja tarde
  E o carnaval acabou...
  A inveja
  O que se esconde sob as máscaras dos protestos?
  O que se epera de um namorado?
  Contos
  Moça velha
  Maktub
  Histórias de amizade ( I )
  Padre Gomes
  Vida de menina I
  Tia Augusta
  Entre o sagrado e o profano
  Entrelinhas
  Crônicas
  No ônibus ( Retratos I )
  Foto apagada?
  Clube das sextas ( I )
  Clube das sextas ( II )
  Clube das sextas ( III )
  O vendedor de Bis
  Quando toca o celular
  A alemãzinha
  Os ipês amarelos da estrada de Jabó
  Enquanto o ônibus não vem...
  Tô cansada de fazer marmita
  A estátua viva e o menino
  Xô,tucano!
  A multiplicação dos guarda-chuvas
  Muito obrigada,viu?Deus te acompanhe!