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ROSINHA - CONTA – CASOS

Há muito, muito tempo, nasceu no céu uma linda nuvenzinha cor-de-rosa. Nossa! Foi o maior zum-zum-zum. Imagine só! Uma nuvem cor-de-rosa! Não se falava em outra coisa. A casa de Mamãe-Nuvem vivia cheia de visitas. Todos queriam conhecer a nuvenzinha colorida. Todos queriam conhecer Rosinha. Ah! Sim! Ela recebeu o nome de Rosa. Mas logo, logo, virou Rosinha. O tempo foi passando e Nuvem Cor-de-Rosa, aliás Rosa, aliás Rosinha, foi crescendo cada dia mais linda. E não era só linda, não. Era inteligente, alegre, super simpática e tinha uma facilidade incrível para fazer amigos. Todo mundo adorava conversar com ela. Sabe por quê? Porque Nuvem Cor-de-Rosa tinha um dom muito especial: ela inventava casos. Pois é! Ela adorava inventar casos e contá-los... (leia mais)

Isis Berlinck Renault




“D” DE “DEUTSCHLAND”, POR QUE, ENTÃO, “ALEMANHA”???

Uma tradução de Tânia Gabrielli-Pohlmann “D” = “Deutschland”? Que coisa estranha! Quem fala português, diz “Alemanha”; em espanhol este país se chama “Alemaña”; aqueles que falam inglês, adotaram o termo “Germany” e quando se vai para o Leste Europeu, o “Schwabo” é que designa o cidadão alemão. Mas o que se vê nas placas de automóveis alemães é a letra “D” indicando “Deutschland”. Por quê? De onde vêm tantos termos diferentes para indicar um único país? A língua alemã e o povo alemão formaram-se, basicamente, através de diferentes grupos étnicos, tendo cada qual sua língua. A existência de registros escritos em língua alemã remonta ao Século VIII d.C.. A língua oficial era o latim, mas o povo se comunicava em seus... (leia mais)

Clemens Maria Pohlmann




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   > José Daniel Deodoro

  AUTOR  
 
José Daniel Deodoro
JOSÉ DANIEL DEODORO nasceu em dezoito de junho de 1965 em Guaratuba, no Paraná em um sítio chamado Cabeceira do Rio Preto.

Começou a aprender a ler e escrever aos onze anos de idade. Morou em um colégio interno por cinco anos, onde, em um concurso de redação, obteve o segundo lugar, em nível estadual. Ficou em segundo lugar porque uma pessoa que cursava o terceiro ano do antigo curso Científico foi quem redigiu para o vencedor. Somente depois de quatro meses é que veio a saber deste fato. Não ficou triste, pois achava que nem conseguiria a classificação. A colocação em segundo lugar foi uma grande e agradável surpresa. Foi nômade por 21 anos. Depois de completar a maioridade em suas andanças, fixou residência em sua terra natal. Seu primeiro emprego foi de garçom. Trabalhou em escritórios. Foi parar nos garimpos, mergulhou muito para extrair ouro e diamantes. Extraiu muito, mas nunca acumulou. Fala sempre que suas três pepitas ou suas três gemas são: sua esposa, um filho e uma filha. Escreveu três livros: Canela de Boi, A Caçada do Tatu, Eu e o Velho. Outros três estão em andamento. Gosta muito de ler e escrever, quer e vai fazer dos livros sua fonte de renda. Atualmente,trabalha em um supermercado para custear as despesas pessoais. Intitula-se como autor das famílias. Quer que todos os membros das famílias leiam suas obras, desde o menor, o mais novo, até o maior e mais velho. É um grande incentivador da leitura. Se soubesse que ler era tão bom, que desenvolve a mente humana, teria lido mais, muito mais. Teria começado mais cedo.