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“D” DE “DEUTSCHLAND”, POR QUE, ENTÃO, “ALEMANHA”???

Uma tradução de Tânia Gabrielli-Pohlmann “D” = “Deutschland”? Que coisa estranha! Quem fala português, diz “Alemanha”; em espanhol este país se chama “Alemaña”; aqueles que falam inglês, adotaram o termo “Germany” e quando se vai para o Leste Europeu, o “Schwabo” é que designa o cidadão alemão. Mas o que se vê nas placas de automóveis alemães é a letra “D” indicando “Deutschland”. Por quê? De onde vêm tantos termos diferentes para indicar um único país? A língua alemã e o povo alemão formaram-se, basicamente, através de diferentes grupos étnicos, tendo cada qual sua língua. A existência de registros escritos em língua alemã remonta ao Século VIII d.C.. A língua oficial era o latim, mas o povo se comunicava em seus... (leia mais)

Clemens Maria Pohlmann




Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Alexandre de Oliveira Junior

  AUTOR  
 
Alexandre de Oliveira Junior

Já escrevi cerca de 10 contos e 10 poemas que não foram publicados ainda, mas, escrevo mesmo porque acho prazeroso. A leitura de grandes obras da literatura mundial também é algo que sempre se fez presente em minha vida. Duas influências marcantes em minhas obras são Machado de Assis e Fernando Pessoa.

O livro que publico agora em 2012 foi escrito no ano de 2003 no formato de folhetim, tendo sido distribuido 1 capítulo por dia via e-mail a um grupo de cerca de 30 amigos. A Obra demorou aproximadamente 3 meses para ser escrita e distribuida neste grupo.

TAnto a história como os nomes e pessoas da trama são fictícios.