Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto

Mãe... nhe! Engoliram o papai!!

– Com Deus me deito, com Deus me levanto... “Eu SEI que é ele que está lá... Fica lá, só me olhando...” – Com a graça de Deus e do Divino Espírito Santo. “ Por que ele num vai embora?...” – Ave Maria cheia de graça... “Mamãe não tinha nada de mudar pra essa casa cheia de fantasmas... João fica dizendo que eu sou medroso, que fantasma não existe... Não existe uma ova... E aquele alí?” – O Senhor é convosco... “Como é que na outra casa eu não via nada? Essa casa é mal-assombrada, sim senhor... Ai, meu Deus, olha ele lá outra vez... Me olhando com aqueles olhos sem cara...” – Rogai por nós pecadores... “Vou tampar o rosto...” – Agora e na hora... “Tou escutando uns passos... É ele que... (leia mais)

Isis Berlinck Renault




CLAUDINE

Ela se destaca nos meus olhos. Saltita alegrias. Nos rodopios, o vestido de rendas e babados restaura harmonias antigas. A minúscula mãozinha agarra o pai carrancudo. Puxa-o na avidez de conhecer os detalhes do mundo. Aos gritinhos, arrasta-o, estimulando-o a ver. Ver e opinar. Dizer como é lindo, como é feio, engraçado, estranho, tudo que se oferece descompromissado aos seus olhinhos curiosos. Observo e meu coração dói. Vontade de agarrar esse pai pelo colarinho. Sacudi-lo com violência pedagógica. Acordá-lo dos seus trinta, quarenta anos. Forçá-lo a sentir a felicidade que flui gratuita por seu braço indiferente. Gritar para que olhe, uma vez ao menos, para baixo. Fazê-lo ver que a vida berra na alegria voluntária da filha, pesquisadora do mundo. Contenho-me e ele... (leia mais)

Airo Zamoner




Default



   > Alexandre de Oliveira Junior

  AUTOR  
 
Alexandre de Oliveira Junior

Já escrevi cerca de 10 contos e 10 poemas que não foram publicados ainda, mas, escrevo mesmo porque acho prazeroso. A leitura de grandes obras da literatura mundial também é algo que sempre se fez presente em minha vida. Duas influências marcantes em minhas obras são Machado de Assis e Fernando Pessoa.

O livro que publico agora em 2012 foi escrito no ano de 2003 no formato de folhetim, tendo sido distribuido 1 capítulo por dia via e-mail a um grupo de cerca de 30 amigos. A Obra demorou aproximadamente 3 meses para ser escrita e distribuida neste grupo.

TAnto a história como os nomes e pessoas da trama são fictícios.