Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto

Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




Mãe... nhe! Engoliram o papai!!

– Com Deus me deito, com Deus me levanto... “Eu SEI que é ele que está lá... Fica lá, só me olhando...” – Com a graça de Deus e do Divino Espírito Santo. “ Por que ele num vai embora?...” – Ave Maria cheia de graça... “Mamãe não tinha nada de mudar pra essa casa cheia de fantasmas... João fica dizendo que eu sou medroso, que fantasma não existe... Não existe uma ova... E aquele alí?” – O Senhor é convosco... “Como é que na outra casa eu não via nada? Essa casa é mal-assombrada, sim senhor... Ai, meu Deus, olha ele lá outra vez... Me olhando com aqueles olhos sem cara...” – Rogai por nós pecadores... “Vou tampar o rosto...” – Agora e na hora... “Tou escutando uns passos... É ele que... (leia mais)

Isis Berlinck Renault




Default



   > Alexandre Carrara

  AUTOR  
 
Alexandre Carrara
Nascido no dia três de março de 1980, na cidade de Flórida Paulista, é o primeiro da terceira geração dos “Carraras”. Filho de Mãe independente, foi criado na casa dos avós.
Menino levado –digo muito levado- mas muito inteligente e ousado, virtudes que logo o tiraram da cidadezinha.
Trabalhou em tudo: office boy, balconista, auxiliar de padaria e uma mais exótica: agente de controle de vetores. Cursou a Faculdade Fisioterapia.Hoje, é professor da Universidade do Estado do Mato Grosso, atua como ator da Cia de Teatro A Trama do Drama e a ânsia de novas experiências o levou a escrever. Seu estilo o conduziu ao contemporâneo e sua alma o trouxe à poesia.