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“D” DE “DEUTSCHLAND”, POR QUE, ENTÃO, “ALEMANHA”???

Uma tradução de Tânia Gabrielli-Pohlmann “D” = “Deutschland”? Que coisa estranha! Quem fala português, diz “Alemanha”; em espanhol este país se chama “Alemaña”; aqueles que falam inglês, adotaram o termo “Germany” e quando se vai para o Leste Europeu, o “Schwabo” é que designa o cidadão alemão. Mas o que se vê nas placas de automóveis alemães é a letra “D” indicando “Deutschland”. Por quê? De onde vêm tantos termos diferentes para indicar um único país? A língua alemã e o povo alemão formaram-se, basicamente, através de diferentes grupos étnicos, tendo cada qual sua língua. A existência de registros escritos em língua alemã remonta ao Século VIII d.C.. A língua oficial era o latim, mas o povo se comunicava em seus... (leia mais)

Clemens Maria Pohlmann




Anthologie...

Obra: „Anthologie de la Poésie Romantique Brésillienne » - Bilingüe (Port. / Fr.) Poemas escolhidos por Izabel Patriota P. Carneiro, apresentados por Didier Lamaison e prefaciados por Alexei Bueno Versão francesa: Adrienne Álvares de Azevedo Macedo, Didier Lamaison e Cécile Tricoire Editoras: UNESCO PUBLISHING / EULINA CARVALHO Formato: 14 x 21cm Páginas: 257 Preço: 27,45 € 2002, ISBN: 92-3-003786-9 Na década consecutiva à da Independência obtida em 1822, chega ao Brasil a revolução das sensibilidades que já soprava sobre a Europa após o início do século. O Romantismo brasileiro aparece com a publicação, em Paris, de “Suspiros Poéticos e Saudades”, de Gonçalves de Magalhães, em 1836. Mas é com Gonçalves Dias que nasce verdadeiramente a grande poesia... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Alva xavier

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Alva xavier

Uma baiana apaixonada pela vida, poetisa, graduando em Comunicação Social Publicidade e Propaganda. Inconformada com a desigualdade social e a forma de governo no Brasil. Extremamente sincera. Amo profundamente, respeito absolutamente as pessoas e seu modo de pensar, acordo de madrugada para escrever, escrevo na fila do banco, dentro do ônibus e em qualquer lugar e em qualquer momento que a poesia vem. Acredito em sonhos. Mas quando sonho, acredito na vida, se estou aqui é para viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga, nem teu quase Amor ou sou TUDO ou sou NADA. Não suporto meio termos. Sou inconstante e imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso e me irrito de forma inexplicável quando alguém duvida das minhas Palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo, mas faço o melhor que posso. Não exijo que me entendam, nem que me aceitem. São poucas as pessoas para quem eu me explico. Palavras até me conquistam temporariamente, mas, atitudes me ganham ou me perdem PARA SEMPRE!