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A DIMENSÃO QUE NÃO TERMINA

Um Preâmbulo Em Uberaba, centenária cidade do Triângulo, o primeiro número de Dimensão vinha a lume em Julho de 1980. “Uma simples revista de poesia”, escreveu então seu editor. O futuro se encarregaria de desmentir o título do primeiro editorial, porém se manteria constante através dos anos o propósito do novo periódico. “E´esse, apenas esse, o compromisso desta revista, mais uma entre tantas, mortas, existentes ou ainda por existir: efetivo compromisso com a qualidade da poesia”. O compromisso com a qualidade da poesia manteve-se durante os trinta números da publicação. Ao longo dos seus quase vinte e um anos de circulação (Julho de 1980 – Abril de 2001), é um marco de sua excelência. Outras balizas foram atingidas no curso do tempo, levando... (leia mais)

Aricy Curvello




Sexo e Dança de Salão

Quando “fui iniciada” nas artes da dança de salão, no início da década de 1990, percebi algo nebuloso e fortemente relacionado a sexo na atividade. Desde então venho observando, analisando, pesquisando e estudando a natureza desta relação. Precisei de anos para chegar ao ponto de entendê-la. Por ocasião do meu primeiro contato com a dança de salão, percebi que esta atividade exercia uma influência avassaladora sobre o comportamento sexual das pessoas de qualquer faixa etária. Inicialmente, imaginei que isto se devia ao fato de que a dança de salão é dependente da relação de masculinidade e feminilidade. Esta relação se dá por... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Rodrigo de Souza Garcia

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Rodrigo de Souza Garcia
Rodrigo Garcia, pseudônimo de Rodrigo de Souza Garcia nasceu em Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro. Reside hoje em São Joaquim da Barra, interior de São Paulo. Na escola, sofreu perseguições porque era considerado pelas garotas, o garoto mais bonito. Por causa disso, desenvolveu distúrbios esquizofrênicos, doença que muito o castigou. Foi rejeitado em muitas empresas em que trabalhou por ser considerado louco. Aos 22 anos de idade, teve um surto psicótico, pensando ser Jesus Cristo e que sua família estava influenciada pelo diabo. Correu descalço até o trabalho, achando que lá seria crucificado. Seu pai, sua mãe e seus irmãos levaram-no para a Santa Casa e lá recebeu a indicação de um psiquiatra. Começou a tratar-se de esquizofrenia com o Dr. Fernando. Hoje, Rodrigo é uma pessoa normal e convive na sociedade. É escritor, artista plástico e pretende ingressar no curso de letras para dar continuidade à sua carreira literária. É torcedor fanático do Flamengo e escreve para um site gratuito, onde os leitores poderão encontrar vários textos seus, inclusive um artigo sobre sua vida.