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MORDAÇAS CULTURAIS?

“... A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero frátria...” “Língua” Caetano Veloso “Vossa Mercedes aceita uma chávena de chá?” – tradução: “Cê qué um chá?” Pois é... Nossa belíssima Língua Portuguesa está sendo muito maltratada... Mas nos orgulhamos de nossa unicidade lingüística, apesar de nossos quase 8.600.000 Km². Oficialmente não há dialetos no Brasil. E nos orgulhamos disto. De uma mentira oficializada? De um massacre brutal, porém discreto? Que tenhamos apenas uma língua oficial em todo o território brasileiro é de se aceitar e de causar orgulho. Especialmente quando se vê a dificuldade de comunicação entre os habitantes de um país territorialmente tão... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




DEUS EX-MACHINA

Gostaria de falar não dum recurso técnico de última hora, ou de mágica inexplicável do computador. Mas sim, de um “Deus que desce por meio de uma máquina”, amorfo, subentendido, perversamente escondido em todas as frases, sons e imagens da violência atual. Tenho me encontrado com um certo “DEUS EX-MACHINA” com freqüência, embora o tente repeli-lo, ele tem insurgido insistentemente em quase tudo que leio, assisto e vejo. É possível demonstrar sua presença atualmente em mais de 80% do que se escreve, filma ou televisiona. Fica difícil explicar à luz da lógica, esta capacidade milagrosa dos “mocinhos”, “heróis” atuais de escaparem ilesos das cenas violentas a que são submetidos. São “Imagens”, “Sons” e “Letras”, que surgem não sei donde;... (leia mais)

Gilmacedo




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   > Emanuel Reis Gonçalves

  AUTOR  
 
Emanuel Reis Gonçalves


          
Nascido ao dia 29 de Junho do abençoado (ou não) ano de 1991, começa a sua historinha em JoãoPessoa, capital da Paraíba. A cada ano de vida, vai nascendo aos poucos e, ao contrário do que afirma a medicina, permanece nascendo à medida que os anos passam. Depois de cometer várias redundâncias como a retrocitada, sorri e escreve os seus primeiros poemas aos 12 anos de idade. Ainda imaturo, menos que hoje em dia, mostra um poema à professora de história da escola e é elogiado como qualquer um que mostrasse alguma coisa diferente. Dentre fragmentos estrelares de poemas e contos, passo pela consciência cidadã, saudando todo e qualquer tema. Enfim, um bom resumo do que é ser um maluco.