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Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




DEUS EX-MACHINA

Gostaria de falar não dum recurso técnico de última hora, ou de mágica inexplicável do computador. Mas sim, de um “Deus que desce por meio de uma máquina”, amorfo, subentendido, perversamente escondido em todas as frases, sons e imagens da violência atual. Tenho me encontrado com um certo “DEUS EX-MACHINA” com freqüência, embora o tente repeli-lo, ele tem insurgido insistentemente em quase tudo que leio, assisto e vejo. É possível demonstrar sua presença atualmente em mais de 80% do que se escreve, filma ou televisiona. Fica difícil explicar à luz da lógica, esta capacidade milagrosa dos “mocinhos”, “heróis” atuais de escaparem ilesos das cenas violentas a que são submetidos. São “Imagens”, “Sons” e “Letras”, que surgem não sei donde;... (leia mais)

Gilmacedo




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   > Emanuel Reis Gonçalves

  AUTOR  
 
Emanuel Reis Gonçalves


          
Nascido ao dia 29 de Junho do abençoado (ou não) ano de 1991, começa a sua historinha em JoãoPessoa, capital da Paraíba. A cada ano de vida, vai nascendo aos poucos e, ao contrário do que afirma a medicina, permanece nascendo à medida que os anos passam. Depois de cometer várias redundâncias como a retrocitada, sorri e escreve os seus primeiros poemas aos 12 anos de idade. Ainda imaturo, menos que hoje em dia, mostra um poema à professora de história da escola e é elogiado como qualquer um que mostrasse alguma coisa diferente. Dentre fragmentos estrelares de poemas e contos, passo pela consciência cidadã, saudando todo e qualquer tema. Enfim, um bom resumo do que é ser um maluco.