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O DEMÔNIO E O ELEITO

Fez um pacto, uma coligação com o Demônio e ganhou as eleições. Festejou. O Demônio veio cobrar a dívida. Foi chegando perto do Eleito. Cutucou suas costas. O Eleito olhou para trás: – O que você quer? Tinha um tom de aspereza na fala dura. – O que é isso? Não se lembra de mim? – Você acha que vou me lembrar de todo mundo? Não vê que fui eleito com milhões de votos? Milhões, entendeu? Sabe o que é isso? Milhões! Não vê minhas ocupações diárias? Nem sei como você passou por minha segurança, por minha assessoria e tem a ousadia de me cutucar pelas costas. Vou chamar minha guarda pessoal! – Calma! Não imaginei que você se esqueceria de quem permitiu sua vitória... – Saia pra lá. Qual é a graça, agora? – Não é graça nenhuma. Você fez uma... (leia mais)

Airo Zamoner




Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Emanuel Reis Gonçalves

  AUTOR  
 
Emanuel Reis Gonçalves


          
Nascido ao dia 29 de Junho do abençoado (ou não) ano de 1991, começa a sua historinha em JoãoPessoa, capital da Paraíba. A cada ano de vida, vai nascendo aos poucos e, ao contrário do que afirma a medicina, permanece nascendo à medida que os anos passam. Depois de cometer várias redundâncias como a retrocitada, sorri e escreve os seus primeiros poemas aos 12 anos de idade. Ainda imaturo, menos que hoje em dia, mostra um poema à professora de história da escola e é elogiado como qualquer um que mostrasse alguma coisa diferente. Dentre fragmentos estrelares de poemas e contos, passo pela consciência cidadã, saudando todo e qualquer tema. Enfim, um bom resumo do que é ser um maluco.