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Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




SEMEADURA

Avistando um aglomerado de mercadores, um andarilho gritou, decidido: - Atenção! Fechem o caminho; vou passar! Surpreso ao sentir um toque em seu ombro, voltou-se e deparou com a razão: - Por que agiste desta forma? Não sabes que é preciso caminho aberto para seguir adiante? O andarilho, sentando-se sob gigantesca árvore de multividências, dirigiu-se à razão, num repente: - Pedi que fechassem o caminho para que minha loucura não fugisse... A razão, mais confusa que convencida, argumentou sem hesitar: - Não há coerência no que dizes. Explica-te ou afasta-te de mim! Cruzando os braços sobre os joelhos, o andarilho insistiu: - Não desejei que minha loucura partisse, por não querer viver comprometido com tua existência mascarada... A razão, indignada, protestou sem mais... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Emanuel Reis Gonçalves

  AUTOR  
 
Emanuel Reis Gonçalves


          
Nascido ao dia 29 de Junho do abençoado (ou não) ano de 1991, começa a sua historinha em JoãoPessoa, capital da Paraíba. A cada ano de vida, vai nascendo aos poucos e, ao contrário do que afirma a medicina, permanece nascendo à medida que os anos passam. Depois de cometer várias redundâncias como a retrocitada, sorri e escreve os seus primeiros poemas aos 12 anos de idade. Ainda imaturo, menos que hoje em dia, mostra um poema à professora de história da escola e é elogiado como qualquer um que mostrasse alguma coisa diferente. Dentre fragmentos estrelares de poemas e contos, passo pela consciência cidadã, saudando todo e qualquer tema. Enfim, um bom resumo do que é ser um maluco.