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Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




A DIMENSÃO QUE NÃO TERMINA

Um Preâmbulo Em Uberaba, centenária cidade do Triângulo, o primeiro número de Dimensão vinha a lume em Julho de 1980. “Uma simples revista de poesia”, escreveu então seu editor. O futuro se encarregaria de desmentir o título do primeiro editorial, porém se manteria constante através dos anos o propósito do novo periódico. “E´esse, apenas esse, o compromisso desta revista, mais uma entre tantas, mortas, existentes ou ainda por existir: efetivo compromisso com a qualidade da poesia”. O compromisso com a qualidade da poesia manteve-se durante os trinta números da publicação. Ao longo dos seus quase vinte e um anos de circulação (Julho de 1980 – Abril de 2001), é um marco de sua excelência. Outras balizas foram atingidas no curso do tempo, levando... (leia mais)

Aricy Curvello




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   > David Rodrigues Silva Neves

  AUTOR  
 
David Rodrigues Silva Neves
Nasci em Cruzeiro-SP em 1984, mas passei minha adolescência em Pindamonhangaba e Taubaté, no Vale do Paraíba, entre a serra da Mantiqueira e a do mar. Conclui o curso de História em 2006 na Universidade de Taubaté e o Mestrado em 2013 na PUC-SP. Minhas pesquisas se basearam tanto na instalação dos campos de concentração no Brasil como no desconhecido Tribunal de Segurança Nacional (1936-1945). Atualmente, aprofundo meus estudos, na qualidade de aluno do curso de Doutorado em História na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), além de lecionar na Escola Pública de São Paulo. No tempo livre me dedico a escrever contos e poesias para públicos variados. Já publiquei, por essa mesma editora, a obra: A noite que não acaba (poesias).