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MORDAÇAS CULTURAIS?

“... A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero frátria...” “Língua” Caetano Veloso “Vossa Mercedes aceita uma chávena de chá?” – tradução: “Cê qué um chá?” Pois é... Nossa belíssima Língua Portuguesa está sendo muito maltratada... Mas nos orgulhamos de nossa unicidade lingüística, apesar de nossos quase 8.600.000 Km². Oficialmente não há dialetos no Brasil. E nos orgulhamos disto. De uma mentira oficializada? De um massacre brutal, porém discreto? Que tenhamos apenas uma língua oficial em todo o território brasileiro é de se aceitar e de causar orgulho. Especialmente quando se vê a dificuldade de comunicação entre os habitantes de um país territorialmente tão... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




REBELDIA

- Espere aí! Você não está querendo dizer que o que me falta é rebeldia, está? - Estou! - Isso é inacreditável! Tive uma vida regrada. Tudo certinho no lugar. Me formei, fiz mestrado, doutorado, pós-doutorado e trabalho diuturnamente em pesquisas vitais para a humanidade... Não sou estúpido pra jogar tudo isso pro alto! - Estou tentando ajudar a explicar essa sua sensação... Você está aqui agora, em pleno horário de expediente, sentado comigo neste banco público... Por quê? - Já disse antes! Não me sinto bem! - E o médico? - Não é coisa de médico... - Então, voltamos ao início. Vou falar agora com todas as... (leia mais)

Airo Zamoner




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   > GENERINO GABRIEL DE JESUS

  AUTOR  
 
GENERINO GABRIEL DE JESUS

GENERINO GABRIEL DE JESUS, Professor Licenciado e Pós-Graduado em Letras pelo CESVASF - Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco - nasceu em Rodelas/BA a 29 de julho de 1969.

De família humilde, é o décimo-primeiro filho de Dona Maria Rosa de Jesus, lavadeira que sustentou seus filhos através de seu trabalho incansável.

O poeta publicou seu primeiro livro de poemas - Segredos da Solidão - em julho de 2000, pela Editora HD Livros, de Curitiba/PR.

Seus poemas, como de costume, são marcados pela busca incessante de identidade do homem, além de retratar o amor, o fazer poético e os reveses que atingem a todos.

Generino Gabriel é colaborador do Movimento Cultural Artpoesia, de Salvador/BA, através do qual publica, mensalmente, seus poemas, desde 2006. Também colabora com os sites do Jornal Mundo Jovem, com o Recanto das Letras, com o Usina das Palavras, entre outros.

Desde 2006, o poeta Generino Gabriel é verbete do DICIONÁRIO DE AUTORES BAIANOS (pág. 171), publicado pela Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia, naquele ano.

Com sua participação no IV Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia, edição 2008, Generino teve seu poema "Predadores da Terra" selecionado para fazer parte de uma Coletânea publicada pela Giz Editorial. A respectiva coletânea fora lançada na Bienal do Livro, em setembro de 2009, no Rio de Janeiro.

No campo político, Generino exerceu o mandato de Vereador da Câmara Municipal de Rodelas, de 2005 a 2008 e, atualmente, exerce o mandato de Vice-Prefeito de Rodelas, além de continuar ministrando suas aulas de Língua Portuguesa e de Inglês no Colégio Estadual Dulcina Cruz Lima.