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Literatura Paranaense - Provocações Provocações

Teve alguém que disse: “Ou o poeta mata o soneto ou o soneto acaba com a poesia”. E não foi com tal radicalismo que se chegou ao bom poema de nossos dias. Vivem e convivem: quadras, sonetos, sextilhas, trovas, décimas, poesias livres e sem rimas, haicai... Só o féretro da antipoesia deve passar sem o acompanhamento de leitores. A arte é da vanguarda porque rompe o entrave de regimes e ideologias, e o Modernismo é um movimento de vanguarda, por excelência. Aos escritores, artistas e poetas cabe a responsabilidade de guiar os povos, restaurando valores, porque o entulho destrói a sociedade e, isto tem muita importância num mundo aético, de valores invertidos, espalhando e espelhando formas de anticultura. Já virou modismo representar a miséria e, dói-nos dizer, chegam a... (leia mais)

Carlos Zatti




Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > GENERINO GABRIEL DE JESUS

  AUTOR  
 
GENERINO GABRIEL DE JESUS

GENERINO GABRIEL DE JESUS, Professor Licenciado e Pós-Graduado em Letras pelo CESVASF - Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco - nasceu em Rodelas/BA a 29 de julho de 1969.

De família humilde, é o décimo-primeiro filho de Dona Maria Rosa de Jesus, lavadeira que sustentou seus filhos através de seu trabalho incansável.

O poeta publicou seu primeiro livro de poemas - Segredos da Solidão - em julho de 2000, pela Editora HD Livros, de Curitiba/PR.

Seus poemas, como de costume, são marcados pela busca incessante de identidade do homem, além de retratar o amor, o fazer poético e os reveses que atingem a todos.

Generino Gabriel é colaborador do Movimento Cultural Artpoesia, de Salvador/BA, através do qual publica, mensalmente, seus poemas, desde 2006. Também colabora com os sites do Jornal Mundo Jovem, com o Recanto das Letras, com o Usina das Palavras, entre outros.

Desde 2006, o poeta Generino Gabriel é verbete do DICIONÁRIO DE AUTORES BAIANOS (pág. 171), publicado pela Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia, naquele ano.

Com sua participação no IV Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia, edição 2008, Generino teve seu poema "Predadores da Terra" selecionado para fazer parte de uma Coletânea publicada pela Giz Editorial. A respectiva coletânea fora lançada na Bienal do Livro, em setembro de 2009, no Rio de Janeiro.

No campo político, Generino exerceu o mandato de Vereador da Câmara Municipal de Rodelas, de 2005 a 2008 e, atualmente, exerce o mandato de Vice-Prefeito de Rodelas, além de continuar ministrando suas aulas de Língua Portuguesa e de Inglês no Colégio Estadual Dulcina Cruz Lima.