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DEUS EX-MACHINA

Gostaria de falar não dum recurso técnico de última hora, ou de mágica inexplicável do computador. Mas sim, de um “Deus que desce por meio de uma máquina”, amorfo, subentendido, perversamente escondido em todas as frases, sons e imagens da violência atual. Tenho me encontrado com um certo “DEUS EX-MACHINA” com freqüência, embora o tente repeli-lo, ele tem insurgido insistentemente em quase tudo que leio, assisto e vejo. É possível demonstrar sua presença atualmente em mais de 80% do que se escreve, filma ou televisiona. Fica difícil explicar à luz da lógica, esta capacidade milagrosa dos “mocinhos”, “heróis” atuais de escaparem ilesos das cenas violentas a que são submetidos. São “Imagens”, “Sons” e “Letras”, que surgem não sei donde;... (leia mais)

Gilmacedo




Finalmente, a verdade!

Nada me desperta mais a atenção que a expressão de seu rosto. Olhos pequenos, escuros, escondidos atrás de sobrancelhas grisalhas de onde salta um brilho ofuscante. Olhos ligeiros, matreiros, espertos a contrastar com a velhice que o ronda, que o paquera, que joga alhures seu charme traidor. O sorriso dele, não é coisa facilmente identificável. É um ligeiro esgar maroto, quase sarcástico, às vezes para o lado direito, outras para o esquerdo. É algo forte que agride meu cérebro. Algumas vezes cruzo com ele pela Rua das Flores da minha Curitiba encantada. Em outras, estamos lado a lado, lendo a mesma notícia no jornal pregado na banca. No frio, sempre usa um surrado capote desbotado. No calor, o mesmo paletó xadrez de mangas puídas. Claudicante, corpo encurvado,... (leia mais)

Airo Zamoner




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   > Samuel Ramos

  AUTOR  
 
Samuel Ramos

Samuel Patriço Ramos nasceu em Colatina no dia 01 de novembro de 1990. Filho de Edna Patrício Ramos e David Ramos, o autor é o quarto e último filho do casal. Samuca (apelido) sempre foi apaixonado por literatura e todo esse universo de livros
e comunicação.
Aos sete anos, enquanto cursava a primeira série do Ensino Fundamental, produziu seu primeiro texto, sendo muito elogiado por sua professora.
Aos nove, o garoto passou a criar seus primeiros romances, histórias pequenas que ele sempre lia para a família. E a partir daí não parou mais.
O interesse por livros se tornou ainda mais forte e suas narrativas começaram a ficar mais extensas.O jovem quer se formar em Comunicação Social e dar continuidade a sua carreira literária.

“Quando escrevo, tenho o mundo da forma que meus olhos enxergam...â€