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Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




A INDISPENSÁVEL FORMAÇÃO DO ESCRITOR

Por força de nossa tarefa diária como editor da Editora Protexto, nos deparamos com centenas de escritores ansiosos por terem seus textos avaliados e desejosos de publicarem suas obras. Tarefa árdua a nossa, pois termina sempre numa sucessão de negativas frustrantes. Ao contrário do que muitos pensam, o primeiro passo para se tornar um escritor não é a publicação de um livro, mas sim, a busca de sua formação para encarar a tarefa de escrever com profissionalismo. Durante alguns anos ministrei um Curso de Escritores através da Casa do Escritor que infelizmente foi desativada. O Curso que era feito pela Internet e o atendimento, personalizado. Após quase dois anos de existência,... (leia mais)

Airo Zamoner




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   > Samuel Ramos

  AUTOR  
 
Samuel Ramos

Samuel Patriço Ramos nasceu em Colatina no dia 01 de novembro de 1990. Filho de Edna Patrício Ramos e David Ramos, o autor é o quarto e último filho do casal. Samuca (apelido) sempre foi apaixonado por literatura e todo esse universo de livros
e comunicação.
Aos sete anos, enquanto cursava a primeira série do Ensino Fundamental, produziu seu primeiro texto, sendo muito elogiado por sua professora.
Aos nove, o garoto passou a criar seus primeiros romances, histórias pequenas que ele sempre lia para a família. E a partir daí não parou mais.
O interesse por livros se tornou ainda mais forte e suas narrativas começaram a ficar mais extensas.O jovem quer se formar em Comunicação Social e dar continuidade a sua carreira literária.

“Quando escrevo, tenho o mundo da forma que meus olhos enxergam...â€