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Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




O que e como fazer para escrever bem

Uma das maiores preocupações que permeiam o âmbito escolar tem sido a produção de texto, em especial o dissertativo, por apresentar dificuldades no seu processo de elaboração e produção. Por ser um texto que procede de reflexões sobre determinado assunto, em que a opinião do locutor deve ser explicitada e, principalmente, acatada pelo interlocutor, exige-se maior rigor e complexidade nos mecanismos de produção. Quer dizer, ao comentar sobre determinado assunto tem-se a pretensão de atingir o outro, seja por convencimento ou por persuasão. Assim, torna-se fundamental se servir de uma linguagem elaborada, haja vista que para se obter adesão do interlocutor, o discurso deva... (leia mais)

Andreia Frederico Coutinho




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   > Livino Virginio Pinheiro Junior

  AUTOR  
 
Livino Virginio Pinheiro Junior

Livino Virgínio Pinheiro Júnior, nasceu em Fortaleza-Ceará no dia 07 de setembro de 1946. É médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará e desde a sua formatura em 1973 teve a seguinte trajetória: dois anos de residência médica e logo a seguir foi seduzido pela carreira universitária. Fez concurso para o Departamento de Patologia e Medicina Legal(DPML), visto que nos três últimos anos como acadêmico foi monitor das disciplinas ofertadas pelo DPML, que proporcionava um campo fértil para aqueles que tinham vocação e desejavam seguir a carreira universitária. Dedicou-se com afíncuo a carreira e foi galgando seus degraus: Prof. Auxiliar I, II, III e IV; Prof. Assistente I, II, III e IV; Prof. Adjunto I, II, III e IV.

Seu regime de trabalho era de 40 horas semanais distribuídas entre ensino, pesquisa e extensão (ler lâminas de biópsias originárias do Hospital Universitário, Maternidade Escola e do Instituto do Câncer do Ceará, bem como realização de necrópsias dos referidos hospitais.

Além destas atividades foi eleito por duas vezes Chefe do DPML, tendo que se preocupar também com a administração.

No ano de 2013 aposentou-se e ficou deliciado com o tempo que passou a dispor para ler livros e revistas científicas, bem como livros alheios à área médica, como os escritos por Robin Cook, Tesse Gerritsen, Pedro Nava, Sidney Sheldon, L. James, etc... Com o tempo que lhe sobrava, escreveu seu primeiro livro (título: Na mesma moeda) de pequena tiragem e presenteados aos amigos. Como retorno recebi muitos incentivos para escrever um outro livro e mandar para uma grande editora. Aceitei com muito medo a missão, mas foi em frente, e aí está a sua segunda obra, "O Rejeitado".