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Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




A DIMENSÃO QUE NÃO TERMINA

Um Preâmbulo Em Uberaba, centenária cidade do Triângulo, o primeiro número de Dimensão vinha a lume em Julho de 1980. “Uma simples revista de poesia”, escreveu então seu editor. O futuro se encarregaria de desmentir o título do primeiro editorial, porém se manteria constante através dos anos o propósito do novo periódico. “E´esse, apenas esse, o compromisso desta revista, mais uma entre tantas, mortas, existentes ou ainda por existir: efetivo compromisso com a qualidade da poesia”. O compromisso com a qualidade da poesia manteve-se durante os trinta números da publicação. Ao longo dos seus quase vinte e um anos de circulação (Julho de 1980 – Abril de 2001), é um marco de sua excelência. Outras balizas foram atingidas no curso do tempo, levando... (leia mais)

Aricy Curvello




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   > Paulo Tasso Diniz Filho

  AUTOR  
 
Paulo Tasso Diniz Filho

 Sou um apaixonado por literatura. Aprendi a ler muito cedo, e sempre fui aficionado por qualquer coisa que envolva o mundo da escrita. Lia de tudo, revistas, enciclopédias, manuscritos. Primeiramente fui um grande fã da literatura de Agatha Christie e Sidney Sheldon. Com o passar do tempo, me direcionei para uma literatura mais clássica, menos atrelada a histórias mirabolantes e grandes aventuras. Me identifiquei com temas relativos ao homem, a crítica a todos seus valores, a exploração de seus sentimentos, de seu caráter,  e o seu desespero perante a sua própria existência. Meu autores preferidos são Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade, Franz Kafka, Fiódor Dostoiévski e Thomas Mann. Também gosto de ficção ciêntifica, e temas relativos a astronomia,  de autores como Carl Sagan e Júlio Verne.

 

 Sou estudante do quarto ano do curso de Engenharia de Materiais - Unesp