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A EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO É REALMENTE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO GOVERNO? Lendo o discurso de posse do atual Ministro da Educação, Cristovam Buarque, que já antes de sua nomeação havia-me enviado muitos artigos a respeito de seus projetos sociais especialmente dedicados à educação, não posso deixar de pensar nas tantas atividades que vêm sendo desenvolvidas no Brasil independente e paralelamente ao setor público. Atividades, inclusive, que não recebem qualquer apoio financeiro externo além da colaboração voluntária de integrantes, sejam eles pertencentes a grupos religiosos ou simplesmente grupos de amigos conscientes de seu papel social. Se a nossa sociedade tem nos mostrado a urgência de uma reestruturação no sistema de educação, o que se pode fazer de imediato,... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




Sexo e Dança de Salão

Quando “fui iniciada” nas artes da dança de salão, no início da década de 1990, percebi algo nebuloso e fortemente relacionado a sexo na atividade. Desde então venho observando, analisando, pesquisando e estudando a natureza desta relação. Precisei de anos para chegar ao ponto de entendê-la. Por ocasião do meu primeiro contato com a dança de salão, percebi que esta atividade exercia uma influência avassaladora sobre o comportamento sexual das pessoas de qualquer faixa etária. Inicialmente, imaginei que isto se devia ao fato de que a dança de salão é dependente da relação de masculinidade e feminilidade. Esta relação se dá por... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Emanuel Medeiros Vieira

  AUTOR  
 
Emanuel Medeiros Vieira
Emanuel Medeiros Vieira é autor do livro "Os Hippies Envellhecidos" (Editora da Universidade Federal de Santa Catarina); destaque para a revista literária "Blumenau em Cadernos", Prefeitura e Fundação Cultural de Blumenau (FCB) pelo projeto Pão e Poesia e por "Blumenauaçu na Ponta dos Dedos", antologia para leitura de cegos. Emanuel Medeiros Vieira vive em Brasília e se define como mascate da cultura, comenta o livro que lhe garantiu a homenagem, fala sobre literatura regional e a vida que ele celebra, sempre. "Me considero um mascate na resistência cultural, sem qualquer vaidade: pois desde os 18 anos batalho pela cultura. No fundo, a literatura nos inventa. Nos dá uma consciência moral. Como diz Harold Bloom, a literatura é ainda a melhor maneira de enfrentar a morte."