Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto

ROSINHA - CONTA – CASOS

Há muito, muito tempo, nasceu no céu uma linda nuvenzinha cor-de-rosa. Nossa! Foi o maior zum-zum-zum. Imagine só! Uma nuvem cor-de-rosa! Não se falava em outra coisa. A casa de Mamãe-Nuvem vivia cheia de visitas. Todos queriam conhecer a nuvenzinha colorida. Todos queriam conhecer Rosinha. Ah! Sim! Ela recebeu o nome de Rosa. Mas logo, logo, virou Rosinha. O tempo foi passando e Nuvem Cor-de-Rosa, aliás Rosa, aliás Rosinha, foi crescendo cada dia mais linda. E não era só linda, não. Era inteligente, alegre, super simpática e tinha uma facilidade incrível para fazer amigos. Todo mundo adorava conversar com ela. Sabe por quê? Porque Nuvem Cor-de-Rosa tinha um dom muito especial: ela inventava casos. Pois é! Ela adorava inventar casos e contá-los... (leia mais)

Isis Berlinck Renault




REBELDIA

- Espere aí! Você não está querendo dizer que o que me falta é rebeldia, está? - Estou! - Isso é inacreditável! Tive uma vida regrada. Tudo certinho no lugar. Me formei, fiz mestrado, doutorado, pós-doutorado e trabalho diuturnamente em pesquisas vitais para a humanidade... Não sou estúpido pra jogar tudo isso pro alto! - Estou tentando ajudar a explicar essa sua sensação... Você está aqui agora, em pleno horário de expediente, sentado comigo neste banco público... Por quê? - Já disse antes! Não me sinto bem! - E o médico? - Não é coisa de médico... - Então, voltamos ao início. Vou falar agora com todas as... (leia mais)

Airo Zamoner




Default



   > Emanuel Medeiros Vieira

  AUTOR  
 
Emanuel Medeiros Vieira
Emanuel Medeiros Vieira é autor do livro "Os Hippies Envellhecidos" (Editora da Universidade Federal de Santa Catarina); destaque para a revista literária "Blumenau em Cadernos", Prefeitura e Fundação Cultural de Blumenau (FCB) pelo projeto Pão e Poesia e por "Blumenauaçu na Ponta dos Dedos", antologia para leitura de cegos. Emanuel Medeiros Vieira vive em Brasília e se define como mascate da cultura, comenta o livro que lhe garantiu a homenagem, fala sobre literatura regional e a vida que ele celebra, sempre. "Me considero um mascate na resistência cultural, sem qualquer vaidade: pois desde os 18 anos batalho pela cultura. No fundo, a literatura nos inventa. Nos dá uma consciência moral. Como diz Harold Bloom, a literatura é ainda a melhor maneira de enfrentar a morte."