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REBELDIA

- Espere aí! Você não está querendo dizer que o que me falta é rebeldia, está? - Estou! - Isso é inacreditável! Tive uma vida regrada. Tudo certinho no lugar. Me formei, fiz mestrado, doutorado, pós-doutorado e trabalho diuturnamente em pesquisas vitais para a humanidade... Não sou estúpido pra jogar tudo isso pro alto! - Estou tentando ajudar a explicar essa sua sensação... Você está aqui agora, em pleno horário de expediente, sentado comigo neste banco público... Por quê? - Já disse antes! Não me sinto bem! - E o médico? - Não é coisa de médico... - Então, voltamos ao início. Vou falar agora com todas as... (leia mais)

Airo Zamoner




“D” DE “DEUTSCHLAND”, POR QUE, ENTÃO, “ALEMANHA”???

Uma tradução de Tânia Gabrielli-Pohlmann “D” = “Deutschland”? Que coisa estranha! Quem fala português, diz “Alemanha”; em espanhol este país se chama “Alemaña”; aqueles que falam inglês, adotaram o termo “Germany” e quando se vai para o Leste Europeu, o “Schwabo” é que designa o cidadão alemão. Mas o que se vê nas placas de automóveis alemães é a letra “D” indicando “Deutschland”. Por quê? De onde vêm tantos termos diferentes para indicar um único país? A língua alemã e o povo alemão formaram-se, basicamente, através de diferentes grupos étnicos, tendo cada qual sua língua. A existência de registros escritos em língua alemã remonta ao Século VIII d.C.. A língua oficial era o latim, mas o povo se comunicava em seus... (leia mais)

Clemens Maria Pohlmann




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   > Emanuel Medeiros Vieira

  AUTOR  
 
Emanuel Medeiros Vieira
Emanuel Medeiros Vieira é autor do livro "Os Hippies Envellhecidos" (Editora da Universidade Federal de Santa Catarina); destaque para a revista literária "Blumenau em Cadernos", Prefeitura e Fundação Cultural de Blumenau (FCB) pelo projeto Pão e Poesia e por "Blumenauaçu na Ponta dos Dedos", antologia para leitura de cegos. Emanuel Medeiros Vieira vive em Brasília e se define como mascate da cultura, comenta o livro que lhe garantiu a homenagem, fala sobre literatura regional e a vida que ele celebra, sempre. "Me considero um mascate na resistência cultural, sem qualquer vaidade: pois desde os 18 anos batalho pela cultura. No fundo, a literatura nos inventa. Nos dá uma consciência moral. Como diz Harold Bloom, a literatura é ainda a melhor maneira de enfrentar a morte."