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REBELDIA

- Espere aí! Você não está querendo dizer que o que me falta é rebeldia, está? - Estou! - Isso é inacreditável! Tive uma vida regrada. Tudo certinho no lugar. Me formei, fiz mestrado, doutorado, pós-doutorado e trabalho diuturnamente em pesquisas vitais para a humanidade... Não sou estúpido pra jogar tudo isso pro alto! - Estou tentando ajudar a explicar essa sua sensação... Você está aqui agora, em pleno horário de expediente, sentado comigo neste banco público... Por quê? - Já disse antes! Não me sinto bem! - E o médico? - Não é coisa de médico... - Então, voltamos ao início. Vou falar agora com todas as... (leia mais)

Airo Zamoner




DEUS EX-MACHINA

Gostaria de falar não dum recurso técnico de última hora, ou de mágica inexplicável do computador. Mas sim, de um “Deus que desce por meio de uma máquina”, amorfo, subentendido, perversamente escondido em todas as frases, sons e imagens da violência atual. Tenho me encontrado com um certo “DEUS EX-MACHINA” com freqüência, embora o tente repeli-lo, ele tem insurgido insistentemente em quase tudo que leio, assisto e vejo. É possível demonstrar sua presença atualmente em mais de 80% do que se escreve, filma ou televisiona. Fica difícil explicar à luz da lógica, esta capacidade milagrosa dos “mocinhos”, “heróis” atuais de escaparem ilesos das cenas violentas a que são submetidos. São “Imagens”, “Sons” e “Letras”, que surgem não sei donde;... (leia mais)

Gilmacedo




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   > Luis Garcia

  AUTOR  
 
Luis Garcia

A escrita tem sido uma paixão constante, desde a poesia, em que se estreou em 1989, como autor na colectânea “Poetas do Nosso Tempo” em Braga, à prosa em que se deu a conhecer com o 2º Prémio na categoria de Conto, no Concurso Literário Emília Cruz, em Tomar, ainda no ano de 1989.

Ainda na década de 90 participou nas colectâneas de poesia “Poetas do Nosso Tempo II” novamente em Braga e “Individualismo e Solidariedade Hoje” em Amora. Colaborou ainda, durante este período, com o Suplemento de Poesia do Jornal Correio da Manhã.

Premiado em diversos concursos literários nas categorias de Prosa e Poesia entre 1989 e 2009, publica o primeiro livro de ficção em 2008, “A lenda contada de uma vida escondida”, uma história acerca de mãos que trabalham a madeira, mãos que trabalham o coração, mãos que magoam, mãos que separam e mãos que não se souberam reencontrar.

Em 2009 edita o segundo livro, um conjunto de contos com o título “Conta-me coisas”, porque todos temos uma história para contar, aquela que sonhámos, a que gostaríamos de ter vivido ou até aquela que fingimos viver.

Tem prosa e poesia publicadas em Revistas Culturais em Portugal, Espanha, Brasil e Colômbia. Ainda em 2009 é seleccionado para uma colectânea de poesia no Concurso Literário Internacional de Montevideu no Uruguai e lança dois livros de poesia, “Erros e outras ficções” e “O horizonte do beijo”.

Publica em 2010 “O encenador de vidas”,  um romance em que o tempo é o verdadeiro herói, e “Poesias em construção”. Ainda em 2010 é seleccionado para uma colectânea de poesia no Brasil.