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Mãe... nhe! Engoliram o papai!!

– Com Deus me deito, com Deus me levanto... “Eu SEI que é ele que está lá... Fica lá, só me olhando...” – Com a graça de Deus e do Divino Espírito Santo. “ Por que ele num vai embora?...” – Ave Maria cheia de graça... “Mamãe não tinha nada de mudar pra essa casa cheia de fantasmas... João fica dizendo que eu sou medroso, que fantasma não existe... Não existe uma ova... E aquele alí?” – O Senhor é convosco... “Como é que na outra casa eu não via nada? Essa casa é mal-assombrada, sim senhor... Ai, meu Deus, olha ele lá outra vez... Me olhando com aqueles olhos sem cara...” – Rogai por nós pecadores... “Vou tampar o rosto...” – Agora e na hora... “Tou escutando uns passos... É ele que... (leia mais)

Isis Berlinck Renault




Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Sandro Nadine

  AUTOR  
 
Sandro Nadine
Aos 12 anos, consegui o 1º lugar no Concurso de poesias realizado pela Biblioteca Pública Etfânio Dórea, aos 15 fui vencedor do 1º Concurso de Análises Críticas, desenvolvido pelo Grupo LIONS/SE, aos 16 comecei a estudar música no Centro de Criatividade do Estado de Sergipe onde vi crescer grandes personalidades talentosas; aos 18 já fazia parte do grupo de Flauta Doce do mesmo centro, onde tive o prazer e a oportunidade de fazer parte do meu primeiro trabalho de estúdio regido pelo Maestro Sérgio do Conservatório de Música, e regência do nosso inesquecível Oscar Vasconcelos (In memorian), realizado no SOMAX em Recife/PE; nesse mesmo período fomos convidados à vários festivais e apresentações dentro e fora do nosso Estado, inclusive para a inauguração do Clube Sergipano em Salvador/BA. Quando completei 19 anos, me aperfeiçoei em teoria musical e participei de vários grupos musicais clássicos. Em 1992, fiz técnica vocal e participei do Coral " Renolt Vallois"(PROSEBEM), patrocinado pela Academia Carlos Gomes de música, no mesmo ano comecei minha carreira como compositor, onde participei do 1º Festival de Música do Colégio Salesiano, obtendo 1º lugar com a música "Soldados" e troféu de melhor júri popular; em 1994, participei do 1º FEMUFS - 1ª Festival de Música da UFS, onde obtive a 2ª colocação; Em 96 adquiri o 3º lugar no Festival Novo Canto com a música "Homem Pássaro" e no mesmo ano em 1ª no Festival da Caixa Econômica com a música"Rítimos"; tive também a oportunidade de apresentar algumas letras no 3º Festival de Música Jovem em Natal/RN, onde no mesmo ano participei da gravação do 1º CD do Grupo Ame como Coralista; em 1997 fui à Brasília e lá concorri com mais de 100 músicas, onde fiquei em 12º lugar, ainda no mesmo ano, fui produtor musical com alguns trabalhos regionais. Em 1998, gravei meu prmeiro single, com a Banda "Réu Confesso", bem como fiz violão na Escola De Arte Municipal com o prof. Eugênio, em 1999 dei início ao projeto do meu primeiro álbum "Trajetória", Mas somente em 2002 consegui gravá-lo, fazendo divulgação do mesmo em alguns Estados, entre eles, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Bahia, Alagoas, Goiânia, Brasília, São paulo e Manaus. Em 2003 Participei da Primeira Amostra de Arte Escrita do Shopping Jardins, onde pude apresentar alguns dos meus poemas. Em 2005 fui premiado pela Prefeitura Municipal de Ourinhos/SP, em seu 1º Festival de Poesias. Em 2008, nossa música " Réu Confesso", é escolhida como tema em programa da TV cidade em Aracaju. A partir daí não parei mais de escrever; e cada momento, cada emoção foi delicadamente ilustrada por palavras, rimas e versos, que me seguirão até os últimos dias de minha existência.