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O DEMÔNIO E O ELEITO

Fez um pacto, uma coligação com o Demônio e ganhou as eleições. Festejou. O Demônio veio cobrar a dívida. Foi chegando perto do Eleito. Cutucou suas costas. O Eleito olhou para trás: – O que você quer? Tinha um tom de aspereza na fala dura. – O que é isso? Não se lembra de mim? – Você acha que vou me lembrar de todo mundo? Não vê que fui eleito com milhões de votos? Milhões, entendeu? Sabe o que é isso? Milhões! Não vê minhas ocupações diárias? Nem sei como você passou por minha segurança, por minha assessoria e tem a ousadia de me cutucar pelas costas. Vou chamar minha guarda pessoal! – Calma! Não imaginei que você se esqueceria de quem permitiu sua vitória... – Saia pra lá. Qual é a graça, agora? – Não é graça nenhuma. Você fez uma... (leia mais)

Airo Zamoner




A EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO É REALMENTE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO GOVERNO? Lendo o discurso de posse do atual Ministro da Educação, Cristovam Buarque, que já antes de sua nomeação havia-me enviado muitos artigos a respeito de seus projetos sociais especialmente dedicados à educação, não posso deixar de pensar nas tantas atividades que vêm sendo desenvolvidas no Brasil independente e paralelamente ao setor público. Atividades, inclusive, que não recebem qualquer apoio financeiro externo além da colaboração voluntária de integrantes, sejam eles pertencentes a grupos religiosos ou simplesmente grupos de amigos conscientes de seu papel social. Se a nossa sociedade tem nos mostrado a urgência de uma reestruturação no sistema de educação, o que se pode fazer de imediato,... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Arlete Meggiolaro

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Arlete Meggiolaro
Em abril, mês das "rosas de Dorival Caymmi", numa humilde casa de vila na zona Norte desta mega metrópole de São Paulo, o jovem casal acolhe num berço simples a primogênita Arlete. Algumas décadas depois, no início do ano de 2001, por fatores externos alheios à minha vontade, injetaram-me nas veias a síndrome do pânico. Esta me encarcerou atrás das barras de ferro do não existir. Em dezembro do mesmo ano, um poema do autor A.C.F. penetrou-me e ejaculou em meu íntimo o sêmen da palavra. Eu não era poetisa, mas nasceram textos e os reuni como poemas. Nesse período, descobri que amava a palavra. Desde então, fui ao encontro desta analista, e não tive mais vontade de parar de escrever. No Museu Lasar Segall, com o Professor Gilson Rampazzo, frequentei em curto período, a Oficina Literária. Numa frenética busca pela internet, deparei com o escritor e professor Airo Zamoner. Com este mestre comecei a entender que poderia exibir minhas silhuetas de forma linear. Não abandonei o descontínuo, estes se encontram noutras páginas. Através deste manancial da palavra, afoguei a síndrome do pânico. Renasci. Arlete Meggiolaro