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DEUS EX-MACHINA

Gostaria de falar não dum recurso técnico de última hora, ou de mágica inexplicável do computador. Mas sim, de um “Deus que desce por meio de uma máquina”, amorfo, subentendido, perversamente escondido em todas as frases, sons e imagens da violência atual. Tenho me encontrado com um certo “DEUS EX-MACHINA” com freqüência, embora o tente repeli-lo, ele tem insurgido insistentemente em quase tudo que leio, assisto e vejo. É possível demonstrar sua presença atualmente em mais de 80% do que se escreve, filma ou televisiona. Fica difícil explicar à luz da lógica, esta capacidade milagrosa dos “mocinhos”, “heróis” atuais de escaparem ilesos das cenas violentas a que são submetidos. São “Imagens”, “Sons” e “Letras”, que surgem não sei donde;... (leia mais)

Gilmacedo




Finalmente, a verdade!

Nada me desperta mais a atenção que a expressão de seu rosto. Olhos pequenos, escuros, escondidos atrás de sobrancelhas grisalhas de onde salta um brilho ofuscante. Olhos ligeiros, matreiros, espertos a contrastar com a velhice que o ronda, que o paquera, que joga alhures seu charme traidor. O sorriso dele, não é coisa facilmente identificável. É um ligeiro esgar maroto, quase sarcástico, às vezes para o lado direito, outras para o esquerdo. É algo forte que agride meu cérebro. Algumas vezes cruzo com ele pela Rua das Flores da minha Curitiba encantada. Em outras, estamos lado a lado, lendo a mesma notícia no jornal pregado na banca. No frio, sempre usa um surrado capote desbotado. No calor, o mesmo paletó xadrez de mangas puídas. Claudicante, corpo encurvado,... (leia mais)

Airo Zamoner




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   > Marisa Santos

  AUTOR  
 
Marisa Santos

Sobre a colaboradora-poetisa

 “O mundo fenomênico, como resultado do movimento do querer,

traz em si as marcas da dor, do despedaçamento do uno primordial

e, para se libertar dessa dor, faz um segundo movimento,dessa vez estético,

reproduzindo o movimento inicial que a vontade realizouem direção

à aparência. Desse último, emana a aparência da aparência ou a bela

aparência do sonho, um bálsamo para o querer, um remédio para libertá-lo

momentaneamente da dor pelo seu desmembramento em indivíduos

 

Marisa Santos / Maressa Marins / Drevra Hadarah/Ágata Ketlyn 

Uma Mulher – Quatro Poetisas

Cada Pseudônimo tem seu estilo, sua maneira de enxergar a vida, o ser humano,seus sonhos, suas subjetividades:

Marisa Santos
é a protagonista de todas as personagens

Vivendo entre o emotivo e o racional, Artista Plástica,Teóloga, Escritora e Filósofa. Questionadora, sempre almejando colocar cores emvários ângulos da vida, mesmo se forem cinzentas e tristes.

Drevra Hadarah é a mulher sensual, erótica, instigante, radicalizante, sensível e profunda, outras vezes polêmica,militante e até sofrida.

Maressa Marins é a romântica,algumas vezes sofrível, mas sempre dá a volta por cima e se alegra com as lembranças boas da infância.

Ágata Ketlyn, é a mulher crente em Jesus, mulher cheia de fé e conflitos interiores, sempre entre a cruz e a espada, entre pecado e vontade, razão e fé.