Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto

RUGAS DE UM SORRISO

Ah, aqueles tempos de DCE (DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES)!. Sua sede social ficava(ou ainda fica?) ali na rua Gonçalves Dias, bairro de Lourdes, na bela capital mineira As horas dançantes aconteciam quase sempre aos sábados. Era um festival de moças bonitas e casadoiras. Os universitários ali se reuniam para uma paquera geral. Normalmente, os rapazes permaneciam em pé, muitas vezes caminhando em volta das mesas, sem ocupá-las, para não pagarem gorjetas ao garçom. Iam diretamente ao bar e compravam suas bebidas. As moçoilas, sim, sentavam-se às mesas, às vezes com seus pais, parentes, ou acompanhadas de colegas, irmãos ou... (leia mais)

GERALDO DE CASTRO PEREIRA




Literatura Paranaense - Provocações Provocações

Teve alguém que disse: “Ou o poeta mata o soneto ou o soneto acaba com a poesia”. E não foi com tal radicalismo que se chegou ao bom poema de nossos dias. Vivem e convivem: quadras, sonetos, sextilhas, trovas, décimas, poesias livres e sem rimas, haicai... Só o féretro da antipoesia deve passar sem o acompanhamento de leitores. A arte é da vanguarda porque rompe o entrave de regimes e ideologias, e o Modernismo é um movimento de vanguarda, por excelência. Aos escritores, artistas e poetas cabe a responsabilidade de guiar os povos, restaurando valores, porque o entulho destrói a sociedade e, isto tem muita importância num mundo aético, de valores invertidos, espalhando e espelhando formas de anticultura. Já virou modismo representar a miséria e, dói-nos dizer, chegam a... (leia mais)

Carlos Zatti




Default



   > Nathalie Gonçalves

  AUTOR  
 
Nathalie Gonçalves
Filha de pedagoga, sempre gostei de ler, escrever, ouvir música, sociedade... Como qualquer pessoa da idade. Mas quando me chamam de "qualquer", tenho uma certa reação adversa. Ninguém é "um qualquer". Acredito que, de uma forma ou outra, sempre trilhamos o que somos, costurando nossas ações e reações. Faço parte do todo, mas aos treze anos percebi que o todo me via só como mais uma, e que um simples discurso de aspirante à escritora não era suficiente. Então me entreguei ao desejo árduo de ser alguém completo... Mas ninguém é completo. Das mais variadas alternativas, descabelei-me, fiz de um todo para ser diferente. E como uma canceriana digna do frio julino, consegui ser diferente de uma boa parte do todo... Mas essa parte do todo sempre está em mim, tatuada, mostrando-se que esquecer as raízes é um crime incontestável. E aqui estou eu, quinze anos na cara, fones nos ouvidos, jazz por trás dos tímpanos e uma vontade enorme de tomar um café olhando uma bela paisagem no inverno enquanto alguém sorri para mim.