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Encerra-se a primeira turma de pós-graduação em dança de salão com magnífica produção científica.

Para a dança de salão brasileira, o ano de 2005 é um divisor de águas. A partir desta data, começa a educação formal na área, o que se deve à abertura da primeira turma de pós-graduação em dança de salão, na Faculdade Metropolitana de Curitiba - FAMEC. O curso tem duas coordenadoras, uma das quais, conhecida por fazer parte do âmbito da dança há muito tempo: Gracinha Araújo. Devido a uma vida dedicada à dança clássica, enfrentou os preconceitos vigentes no meio da dança de salão, superando as dificuldades. Com Abigail Carneiro, tornou realidade, de maneira pioneira, o que muitos só sonharam. O resultado... (leia mais)

Maristela Zamoner




DIREITOS CULTURAIS EM PERSPECTIVA: A FAVOR OU CONTRA?

A 10 de dezembro de 1948 era adotada e proclamada a resolução 217 A (III), pela Assembléia Geral das Nações Unidas. A Declaração Universal dos Direitos Humanos encontra-se traduzida em mais de 300 línguas em seu site oficial (www...) O texto pode ser impresso e arquivado. Vivido? Este o problema maior... A questão da efetiva observância de tais direitos tem sido discutida e analisada, mas há pontos polêmicos, específicos, delicados. E os impasses tornam-se ainda maiores no tocante aos direitos culturais... O que são, afinal, os Direitos Humanos? Por acaso uma definição e uma observância mais satisfatórias destes direitos contribuiriam para melhorar a sorte de seres humanos que vivem situações de injustiças? Isto lhes garantiria uma melhor... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




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   > Nathalie Gonçalves

  AUTOR  
 
Nathalie Gonçalves
Filha de pedagoga, sempre gostei de ler, escrever, ouvir música, sociedade... Como qualquer pessoa da idade. Mas quando me chamam de "qualquer", tenho uma certa reação adversa. Ninguém é "um qualquer". Acredito que, de uma forma ou outra, sempre trilhamos o que somos, costurando nossas ações e reações. Faço parte do todo, mas aos treze anos percebi que o todo me via só como mais uma, e que um simples discurso de aspirante à escritora não era suficiente. Então me entreguei ao desejo árduo de ser alguém completo... Mas ninguém é completo. Das mais variadas alternativas, descabelei-me, fiz de um todo para ser diferente. E como uma canceriana digna do frio julino, consegui ser diferente de uma boa parte do todo... Mas essa parte do todo sempre está em mim, tatuada, mostrando-se que esquecer as raízes é um crime incontestável. E aqui estou eu, quinze anos na cara, fones nos ouvidos, jazz por trás dos tímpanos e uma vontade enorme de tomar um café olhando uma bela paisagem no inverno enquanto alguém sorri para mim.