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RUGAS DE UM SORRISO

Ah, aqueles tempos de DCE (DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES)!. Sua sede social ficava(ou ainda fica?) ali na rua Gonçalves Dias, bairro de Lourdes, na bela capital mineira As horas dançantes aconteciam quase sempre aos sábados. Era um festival de moças bonitas e casadoiras. Os universitários ali se reuniam para uma paquera geral. Normalmente, os rapazes permaneciam em pé, muitas vezes caminhando em volta das mesas, sem ocupá-las, para não pagarem gorjetas ao garçom. Iam diretamente ao bar e compravam suas bebidas. As moçoilas, sim, sentavam-se às mesas, às vezes com seus pais, parentes, ou acompanhadas de colegas, irmãos ou... (leia mais)

GERALDO DE CASTRO PEREIRA




Literatura Paranaense - Provocações Provocações

Teve alguém que disse: “Ou o poeta mata o soneto ou o soneto acaba com a poesia”. E não foi com tal radicalismo que se chegou ao bom poema de nossos dias. Vivem e convivem: quadras, sonetos, sextilhas, trovas, décimas, poesias livres e sem rimas, haicai... Só o féretro da antipoesia deve passar sem o acompanhamento de leitores. A arte é da vanguarda porque rompe o entrave de regimes e ideologias, e o Modernismo é um movimento de vanguarda, por excelência. Aos escritores, artistas e poetas cabe a responsabilidade de guiar os povos, restaurando valores, porque o entulho destrói a sociedade e, isto tem muita importância num mundo aético, de valores invertidos, espalhando e espelhando formas de anticultura. Já virou modismo representar a miséria e, dói-nos dizer, chegam a... (leia mais)

Carlos Zatti




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   > Nilza Amaral

  AUTOR  
 
Nilza Amaral


Escritora e professora de Línguas e Literaturas, nasceu em Piracicaba e fixou residência em São Paulo, onde terminou seus estudos superiores. Iniciou sua carreira vencendo concursos literários. Publicou A Balada de Estóica, O Dia das Lobas, prêmio Ficção Escrita '84, Modus Diabolicus, Amor em Campo de Açafrão. Tem contos em várias coletâneas, jornais e páginas da Internet. Foi convidada do projeto O Escritor na Biblioteca, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, para o qual organizou os textos dos books dos anos de 1995 e 2000. Participou do projeto A Arte nas Escolas, da Secretaria Estadual da Cultura de SP, do projeto DO/Leitura Doze Contistas Paulistanos e do projeto Leitura de Textos, na Oficina Literária Três Rios, como escritora leitora, juntamente com Lygia Fagundes Telles, Anna Maria Martins e Cecília Prada. Foi diretora da UBE por duas gestões seguidas.
Obras publicadas:
A Balada de Estóica. São Paulo: Patrocínio Gráfica Lanzara, 1980.
O Dia das Lobas. 1ª e 2ª ed. São Paulo: Escrita, 1984; 3ª ed. São Paulo: Razão Social, 1994.
Amor em Campo de Açafrão. São Paulo: Scortecci, 1988.
Modus Diabolicus. 1ª ed. São Paulo: Scortecci, 1990; 2ª ed. São Paulo: Ed.Cultural, 1992.
O Florista. Masso Ohno Editor SP Patrocínio Ind. de Cosméticos Driss, 1997. /Medalha de prata em 1 de Junho de 2003 no Concorso Internazionale Maestrale- Itália, categoria romance
Meia Lua e Esmalte Vermelho (e-book). Editora Writers, 2001.