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O que e como fazer para escrever bem

Uma das maiores preocupações que permeiam o âmbito escolar tem sido a produção de texto, em especial o dissertativo, por apresentar dificuldades no seu processo de elaboração e produção. Por ser um texto que procede de reflexões sobre determinado assunto, em que a opinião do locutor deve ser explicitada e, principalmente, acatada pelo interlocutor, exige-se maior rigor e complexidade nos mecanismos de produção. Quer dizer, ao comentar sobre determinado assunto tem-se a pretensão de atingir o outro, seja por convencimento ou por persuasão. Assim, torna-se fundamental se servir de uma linguagem elaborada, haja vista que para se obter adesão do interlocutor, o discurso deva... (leia mais)

Andreia Frederico Coutinho




Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Ana Maria Silva Lopez

  AUTOR  
 
Ana Maria Silva Lopez

Ana Maria de Jesus e Silva

Nascida em família de classe media, mas aos nove meses de idade seus pais se mudaram para Curitiba-PR, onde a situação financeira mudou drasticamente, tendo uma infância e adolescência difícil. De seis para sete anos foi internada em colégio interno “Instituto Nossa Senhora das Mercês” na mesma cidade, onde a então Superiora assumiu compromisso de mantê-la, ali entre outras atividades, cantou em coral da Igreja e era dançarina, tendo apresentado bailados de dança flamenca, frevo e outros em palcos diversos escolhidos para eventos proporcionados pela instituição.  Ali teve uma educação rígida de internato, mas compensador em questão de aprendizagem. Saiu do sistema de internato na pré-adolescência, estudando em várias Escolas e Supletivos, tendo concluído Nível Superior, “Licenciatura Plena em Química” e especialização em “Gestão de Sistemas Educacional” já adulta. Ingressando na Academia de Letras do Brasil Municipal de Rorainópolis-RR em 2011.

Espírito aventureiro e questionável a padrões e dogmas, tendo muitos conflitos existenciais. Eclética em praticamente tudo que existe, ou seja, musical, existencial ou espiritual, acreditando, mas questionando.

Em 1996 sai do Paraná e migra para a maior floresta densa do planeta estabelecendo-se em Roraima onde teve contato real com a natureza e realidades até então desconhecida, ali fluiu a essência do bem e do mal, vida, natureza, afetividade, solidariedade, relacionamentos, política, superação de fobias e medos.

 

Sempre teve hábito de escrever e ler, mantendo alguns diários. Em 2011 enviou sua primeira obra “Roubaram meu fusquinha, verde, amarelo ou vermelho”, um Conto baseado em fato real ao “Projeto Lume” da “Editora Protexto”, sendo aprovado em janeiro de 2012, e publicado no mesmo ano, descobrindo então sua aptidão e colocando em prática seu desejo em mostrar ao mundo o que a vida lhe ensinou, como também histórias resgatadas de fatos reais.