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MORDAÇAS CULTURAIS?

“... A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero frátria...” “Língua” Caetano Veloso “Vossa Mercedes aceita uma chávena de chá?” – tradução: “Cê qué um chá?” Pois é... Nossa belíssima Língua Portuguesa está sendo muito maltratada... Mas nos orgulhamos de nossa unicidade lingüística, apesar de nossos quase 8.600.000 Km². Oficialmente não há dialetos no Brasil. E nos orgulhamos disto. De uma mentira oficializada? De um massacre brutal, porém discreto? Que tenhamos apenas uma língua oficial em todo o território brasileiro é de se aceitar e de causar orgulho. Especialmente quando se vê a dificuldade de comunicação entre os habitantes de um país territorialmente tão... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




CLAUDINE

Ela se destaca nos meus olhos. Saltita alegrias. Nos rodopios, o vestido de rendas e babados restaura harmonias antigas. A minúscula mãozinha agarra o pai carrancudo. Puxa-o na avidez de conhecer os detalhes do mundo. Aos gritinhos, arrasta-o, estimulando-o a ver. Ver e opinar. Dizer como é lindo, como é feio, engraçado, estranho, tudo que se oferece descompromissado aos seus olhinhos curiosos. Observo e meu coração dói. Vontade de agarrar esse pai pelo colarinho. Sacudi-lo com violência pedagógica. Acordá-lo dos seus trinta, quarenta anos. Forçá-lo a sentir a felicidade que flui gratuita por seu braço indiferente. Gritar para que olhe, uma vez ao menos, para baixo. Fazê-lo ver que a vida berra na alegria voluntária da filha, pesquisadora do mundo. Contenho-me e ele... (leia mais)

Airo Zamoner




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   > Mary Santana

  AUTOR  
 
Mary Santana
Mary Santana, formada em pedagogia pela UFPR em 2002, concluiu sua pós-graduação em Danças de Salão Teoria e Técnicas em 2007 pela Faculdade Metropolitana de Curitiba - Famec. Trabalha com o ensino Fundamental desde 1997 e com a educação Infantil desde 1991. Sempre esteve envolvida em eventos culturais e projetos educacionais para educação infantil e ensino fundamental nas instituições de ensino público. Trabalhou como assistente de professora, lecionando língua estrangeira (italiano) para crianças do ensino fundamental, dando ênfase à música e à dança folclórica. Iniciou sua trajetória com a dança aos dezessete anos com o jazz, e em danças de salão, em 2003, no Centro de Dança Jaime Aroxa, hoje Escola de Danças Oito Tempos.
Atualmente, trabalha como professora de dança para crianças do ensino fundamental educação infantil.