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   > Crenças estabelecidas



André Kura
      PENSAMENTOS

Crenças estabelecidas

Os melhores dias da nossa vida são aqueles quando nós em um pedido de ajuda ou com uma paciência adquirida aceitamos como natural os reveses do dia-a-dia. Através de uma auto-analise de nós mesmos podemos ter uma visão mais óbvia dos eventos impetuosamente vindos a nós para nos afastar de nossas matrizes. Começar com uma expressão: “insanidade é repetir os mesmos erros esperando resultados diferentes” pode fazer com que nós tenhamos uma mudança gradativa cognitivo-comportamental. E com a pratica de alguns princípios tais como, honestidade, mente aberta e boa-vontade podemos adquirir um crescimento pessoal fundamentado em verdadeiras fontes de motivação que nascem como renascem em nós. Se mergulharmos dentro de cada indivíduo com um olhar de águia, ou seja, com um olhar empático. Extrairemos de um bruto ser virtudes. Um olhar uniangular nos permite ver apenas a penumbra de um indivíduo, mas um olhar multiangular nos permite ver como também sentir o outro por inteiro. A resposta é uma só: mecanismos internos desconhecidos de nós mesmos agem silenciosamente, fazendo com que nos sabotemos em nossas escolhas. Precisamos ter em mente que muitas vezes nossas ações são movidas não só pela lógica da razão, mas também pela lógica das carências que não foram preenchidas em nossa infância. A pessoa nesta situação está dominada por um estado de consciência que não as deixa ver claramente o que está acontecendo. Na verdade, ela se encontra em um estado psicológico fragilizado, como uma criança desprotegida em busca de segurança, aceitação e admiração. É como se estivesse hipnotizada e, apesar de ter o corpo e a inteligência de um adulto, fosse levada a agir movida pela carência da criança que um dia fora.

Então, volto a dizer: os melhores dias da nossa vida são aqueles quando nós em um pedido de ajuda ou com uma paciência adquirida aceitamos os reveses do dia-a-dia.
Como a mais bela flor que nasce não no dia ensolarado de primavera, mas sim no mais duro inverno. Formulemos os nossos pensamentos nos dias mais difíceis de nossa existência. Às vezes, sem muito esforço conferimos em nós um sentimento quase implacável. O sentimento da culpa. Facilmente podemos percebê-lo em nós, pois é um sentimento que surge quando nós nos convencemos de termos cometido um erro que não pode ser reparado. Logo, alimentamos uma cadeia enorme de pensamentos destrutivos torturando-nos da culpa consistente de qualquer problema que seja pensando que ele é um problema permanente. Escapa-nos como água entre os dedos pensamentos do tipo que: não há problema que persista. Como sabemos não há nada que não mude, assim como a dor da perda de um filho (a), de um namorado (a), de um pai ou de uma mãe passa também qualquer dor um dia cede. Todos nós somos imperfeitos. Cada um de nós fez algo errado. Há coisas que lamentamos – coisas que fizemos ou deveríamos ter feito. Reconhecer nossos erros com um verdadeira sentido de remorso pode servir para nos manter na linha na vida e pode nos estimular a corrigir nossos erros quando possível e dar os passos necessários para agir corretamente no futuro. Porém, se permitirmos que nosso remorso degenere, transformando-se em culpa excessiva, se nos agarrarmos às lembranças das nossas transgressões passadas com uma contínua atitude de censura e ódio a nós mesmos, isso não leva a nenhum objetivo, a não ser o de representar uma fonte implacável de autopunição e de sofrimento induzido por nós mesmos. A  surge quando nos convencemos de termos cometido um erro irreparável. A tortura da culpa consiste em pensar que qualquer problema seja permanente. Entretanto, como não há nada que não mude também a dor cede – não há problema que persista. Esse é o aspecto positivo de uma mudança. O negativo é que nós oferecemos resistência à mudança em quase todos os campos da vida. O primeiro passo para nos livrar do sofrimento é investigar uma das causas principais: a resistência à mudança. Todas as coisas estão sob a influência de outros fatores, ou seja, a qualquer momento por mais prazerosa ou agradável que possa ser nossa experiência, ela cessará. A aceitação da mudança pode ser um importante fator na redução de uma boa proporção do sofrimento que criamos para nós mesmos. É muito freqüente, por exemplo, que causemos nosso próprio sofrimento, recusando-nos a nos desapegar do passado.


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