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   > UMA VIRGEM FUNCIONAL



Antonio Araújo de Freitas
      CONTOS

UMA VIRGEM FUNCIONAL


Tudo começou numa terça feira.
Eu já freqüentava aquela administradora de imóveis havia uns dois anos.
Vivi era caixa. Fazia e recebia os pagamentos. Ela era o que se pode chamar de uma gracinha: morena, cabelos lisos na altura dos ombros, olhos negros amendoados, nariz pequeno e arrebitado, sobrancelhas grossas, boca carnuda e sensual e quando sorria, fazia covinhas nas bochechas.
Aquela moça era a simpatia em pessoa. – confesso que desde o primeiro momento em que a vi, senti-me atraído por ela.
Entretanto, sempre tive cuidado para não confundir as coisas. Não queria passar por um constrangimento.
Bem, naquela terça feira, Paulo, um dos gerentes de condomínio e também um irmão da maçonaria, chamou-me em sua mesa, convidou-me a sentar e perguntou sorridente: - Você é viado?
Fiquei tão surpreso com a pergunta que pedi para que ele a repetisse. Então ele repetiu: - Meu caro amigo... Você é gay?
- Que papo é esse Paulinho?
- Não fique constrangido amigo. Eu explico: sabe a Vivi...
- Sim, o que tem ela?
- Cara, ela é louca por você e você não dá a mínima?
- Pare de brincadeira Paulinho!
- Eu não estou brincando. Você sabe que aqui, na empresa, tem um monte de gente que daria qualquer coisa para sair com ela, não?
- Posso imaginar... Ela é realmente uma gracinha.
- Pois é. Mas ela não dá mole para ninguém. Ontem, ela veio falar comigo a seu respeito...
- Mas por que com você?
- Ela sabe que somos amigos e irmãos na maçonaria...
- E o que você quer que eu faça?
- Quero apenas que você aceite o meu convite para almoçar!
- Almoçar?
- Eu explico: vou convidar vocês dois para almoçarem comigo. E durante o almoço, invento qualquer desculpa para me ausentar e deixo vocês dois. Daí em diante, fica por sua conta.
Levantei-me de Paulo e acertamos o almoço para as 13 horas. Combinamos que seria no restaurante Cabral 1500, que hoje já não existe mais.
Fiquei perambulando por Copacabana para matar o tempo. E quando se aproximava a hora marcada, voltei para a Rua Bolívar, onde ficava a administradora e fiquei esperando.
Uns dez minutos depois, Paulo desceu e ao me ver esperando, disse: - Ela já está vindo aí.
Eu estava muito ansioso e trêmulo. E logo depois, Vivi chegou.
Olhei para ela e sorri desconcertadamente. Ela sorriu e tomou-me pela mão.
Caminhamos uns cem metros até o Cabral, sentamo-nos em uma mesa próxima à calçada e pedimos o cardápio.
Paulo levantou-se e disse ter esquecido documentos importantes sobre a mesa e saiu. – como havia combinado.    
Eu e Vivi, ficamos sentados lado a lado, meio sem ter o que dizer. Então perguntei: - O que você quer comer?
Ela sorriu tímida e disse: - Peixe.
Olhei o cardápio e escolhi um file de badejo a dorê, com purê de batatas.
- E para beber? – perguntei.
- Suco de laranja.
Eu pedi um chope bem gelado. – eu não tinha o hábito de beber, mas a aquela altura, precisava de uma bebida para relaxar.
O garçom logo providenciou as bebidas e ficamos esperando os pratos. Estabeleceu-se um silencio mórbido entre nós. Eram apenas sorrisos tímidos.
Então eu disse: - Bem, Paulo me disse que você o procurou para falar a meu respeito...
- Esse Paulinho...
- Ele estava brincando, não? Se for isso, não vou ficar constrangido se você se levantar e for embora!
Vivi sorriu e disse: - Você acha que é brincadeira?
- Bem, eu gostaria muito que fosse verdade. Entretanto, conheço o meu lugar. Você trabalha no meio de tantos homens muito mais interessantes que eu...
Ela sorriu maliciosamente e disse: - eu gosto de homens feios...
Eu compreendi a afirmação maliciosa, mas resolvi ignorar. – e o garçom chegou com a comida.
Comemos em silencio, até que Vivi pegou o guardanapo e delicadamente limpou o canto da minha boca.
Eu fiquei constrangido e segurei a mão dela.
Ela aproximou o rosto de mim e me beijou delicadamente. E quando o beijo terminou, ela novamente tocou os meus lábios com os dela, como se fosse uma assinatura.
Tudo aconteceu com tanta cerimônia e com tanta delicadeza, que me sentia meio que perdido e apaixonado. Pois eu estava acostumado com mulheres mais vulgares e ousadas.
Aquela mulher era uma apologia. Era a mulher que eu sempre desejei, nos meus mais secretos sonhos. – ela era mais, muito mais.
Então, apanhei um guardanapo de papel e escrevi um poema, brincando com o nome dela. Era mais ou menos assim:
A sua presença é tocaia;
Desde o cheiro do corpo, até a barra da saia.
O meu corpo não escapa do risco das unhas,
Da curva dos seios,
Dos seus mais leves receios.
A sua presença,
Na sala na tela dos meus olhos bandidos,
Que sempre me afastaram dos dramas,
Das cervejas geladas,
Das camas alheias que sempre VIVI.
A sua presença, na sombra das minhas dúvidas,
Sem sombra de dúvidas,
Me faz viver.
Ela o tomou de minhas mãos, leu, sorriu e disse: - é para mim?
- Gostou?
- Adorei. Vamos nos ver à noite?
- Se você quiser, certamente!
- Te espero às dezenove horas. Agora preciso ir.
Terminamos o nosso almoço e saímos. Vivi tinha horário a cumprir.
Eu saí dali radiante. Não cabia dentro de mim. Eu não podia acreditar que estava me relacionando com aquela mulher tão maravilhosa.
Quando retornei ao escritório, contei o que havia acontecido a Sônia, minha secretária. Ela fechou a cara e não deu uma só palavra.
Somente naquele momento, percebi que Sônia tinha uma quedinha por mim. – Que tolo eu era!
As horas pareciam se arrastar, mas finalmente a noite chegou.
Eu usei o banheiro do escritório para tomar um banho e trocar de roupa. E saí em direção a Copacabana.
Cheguei um pouco cedo e fiquei em um bar em baixo do prédio tomando um chope. Até que ela saísse.
Uma meia hora mais tarde, Vivi saiu. Ela também havia trocado de roupa. Estava usando uma blusa branca, fechada até em cima, uma saia justa, mas comportada na cor azul marinho e um sapato de salto alto preto. – estava mais linda que nunca.
Ela veio até o bar onde eu estava e tomou um suco de laranja, enquanto conversávamos um pouco.
Algum tempo depois, entramos no carro, mas não tínhamos destino traçado.
Rodei pela orla de Ipanema apreciando o mar. Então disse: - Vamos a um motel?
Ela sorriu tímida, mas respondeu segura: - Vamos! Mas tenho um pedido a lhe fazer...
- O que você quiser querida... Peça!
- Bem, eu sou completamente alérgica a qualquer tipo de anticoncepcional... E estou no período fértil. Portanto, você vai ter que usar camisinha.
- É só isso?
- Sim!
- Bem, eu não gosto muito da maldita camisinha. Entretanto, farei esse sacrifício por você. – Eu disse em tom de brincadeira.
- Bobo!
Parei numa farmácia, comprei uma embalagem de camisinhas e seguimos para o motel Shalimar.
Logo que chegamos ao motel, pedi um apartamento com garagem. E entramos.
Nesse motel, a garagem fica em baixo do apartamento, que tem acesso através de uma escada.
Subimos as escadas e entramos no belíssimo apartamento. Eu sentei-me na cama meio que sem saber o que fazer.
Vivi dirigiu-se para próximo de uma cadeira que ficava num dos cantos do quarto e começou a despir-se. Ela parecia estar bem à vontade.
Desabotoou a blusa, dobou-a cautelosamente e colocou-a sobre a cadeira. Depois tirou a saia, com o mesmo esmero, dobrou-a também e colocou-a sobre o assento da cadeira, ficando apenas de calcinha e sutiã.
Eu estava extasiado. O corpo dela era lindo. Então, ela tirou também o sutiã e a calcinha. Ficando completamente nua.
- Nossa! – eu disse.
Ela sorriu e deu uma voltinha, como se estivesse se exibindo para mim.
Ela era do tipo minhom. Tinha cerca de 1,55 de altura, uns 55 quilos, mas suas formas eram irrepreensíveis.
Tinha seios pequenos, mas redondos. Os mamilos também eram pequenos, mas salientes e com auréolas pequenas também. Seu abdome era musculoso e firme. Não havia uma só grama de gordura fora do lugar. Suas ancas eram largas, coxas grossas e bunda redonda. Perfeita. Tinha também uma penugem dourada que lhe cobria todo o corpo. E na região pubiana, um exagero de pelos negros. Claro que ela havia feito depilação dos contornos, mas os pelos que sobraram eram abundantes e brilhantes.
Ela não tinha nenhuma celulite, nem estria. Era perfeita.
Eu não me contive, retirei minha roupa de qualquer jeito e a abracei com força.
Beijamos-nos por longo tempo e fomos caindo sobre a cama.
Eu beijei aquele corpo lindo. Beijei os mamilos túrgidos e percorri minha língua até chegar naquela buceta peluda. Ela levou as duas mãos até os lábios da vagina e a abriu para mim. Expondo um clitóris muito pequeno.
Eu introduzi a língua de todas as maneiras possíveis, mas estava ansioso demais e a penetrei com violência.
Então ela disse: - Você não está esquecendo algo?
Eu suspirei e perguntei: - O que estou esquecendo amor?
- A camisinha... – ela disse.   
Aquilo foi como um banho de água fria.
Levantei-me apressado, vesti um roupão, apanhei as chaves do carro, e fui pegar as malditas camisinhas no porta-luvas. Voltando em seguida.
Ao retornar, o meu pênis estava rígido, chegando até mesmo a erguer o roupão. Sentei-me na cama, livrei-me do roupão e comecei a vestir a camisinha.
Entretanto, algo estranho aconteceu: o meu pênis começou a ficar flácido... Eu não entendia o que estava acontecendo. E Vivi assistia a tudo atentamente.
Eu insistia em vestir a camisinha. Entretanto, ficava cada vez mais difícil, pois o pênis ficou completamente flácido. Uma sensação de pânico tomou conta de mim. Levantei-me em silêncio e fui para o banheiro tomar um banho gelado. Enquanto Vivi ficava sentada na cama sem entender nada.
Durante o banho, conversei com ele: - O que está havendo amigo... Vai me deixar na mão logo agora? – e ele permanecia inerte – Cara tem um banquete encima da cama... E você vai me fazer passar fome?
Não teve conversa que desse jeito. Voltei para o interior do quarto, onde Vivi estava e deitei-me na cama, tentando relaxar.
Vivi permaneceu em silêncio por alguns instantes. Certamente tentando entender o que havia acontecido. Então ela disse: - Foi à camisinha, não foi?
- Não sei!
- Vamos arriscar sem ela?
- Eu não sei o que dizer...
Então, ela deitou em meu colo, colocou meu pênis flácido na boca e chupou, chupou, acariciou, passou a língua em círculos pela cabeça e nada.
Eu estava verdadeiramente em pânico. Por mais que tentasse, nada acontecia.
O maior dos meus pesadelos era: “será que isso é uma condição permanente?” – eu tinha apenas 30 anos.
Ficamos deitados lado a lado por algum tempo... Vivi tentava me acalmar dizendo que era assim mesmo. Que talvez tivesse acontecido em função da minha ansiosidade... E que tudo se resolveria.
Nada do que ela dissesse, melhoraria a minha condição.
Já eram quase onze horas da noite e resolvemos encerrar nossa aventura frustrada. Pedi a conta, paguei com o cartão de crédito e fomos para nossas casas.
Eu cheguei a minha casa por volta da meia noite.
Minha mulher começou a tecer aquele famoso interrogatório. – que para dizer a verdade, eu nem escutei.
O meu único objetivo era testar em casa, para ver se a ferramenta ainda funcionava.
Segurei Norma nos braços e a beijei. – era a única maneira de calar sua boca.
Arrastei-a para o quarto e tirei sua roupa. Ela retribuiu os meus carinhos e comecei a sentir uma ereção... – “estou salvo...”- pensei.
E transamos alucinadamente. – posso dizer que foi muito bom.
Mais tarde, quando eu estava tomando o meu banho, conversei com o cara: - “tu é um miserável mesmo, hem... me fez comer um feijão com arroz trivial, quando poderia ter me fartado com um verdadeiro banquete? Mas pelo menos, matou minha fome. Não tenho de que reclamar...”     
No dia seguinte, aquele fato lastimável, não saía da minha mente. Eu tivera em minhas mãos a mulher mais maravilhosa que conheci, e certamente a tinha perdido.
Eu pensava em ligar para ela a todo instante, entretanto, faltava-me coragem. O que ela estaria pensando de mim? “Certamente o pior” – eu pensava.
Fiquei angustiado o dia inteiro. Nada que eu fazia no trabalho saía certo. Fui grosseiro com Sônia, minha secretária. – e ela não merecia.
Confesso que no íntimo, eu tinha a esperança de receber um telefonema dela. – mas, nada!
Já havia anoitecido e eu me preparava para ir para casa, quando o telefone tocou. Era ela. Senti uma alegria tão intensa, que beirava a euforia. Então ela disse: - Me espere aí que preciso conversar com você!
Confesso que a minha euforia transformou-se em apreensão. Eu não sabia qual seria o rumo daquela conversa. Então, decidi não criar expectativas e esperar.
Cerca de meia hora depois, Vivi chegou. – e estava linda.
Vestia uma saia de lã cinza e uma blusa da mesma cor. Notei que estava usando uma meia calça também cinza e calçava uma sapatilha baixinha.
Ela dirigiu-se até mim, beijou-me e sentou-se na cadeira que fica em frente à minha mesa.
Eu iniciei a conversa dizendo: - Bem, sobre ontem...
- Você ainda está pensando nisso?
- Sim...
- Aquilo foi ontem. Hoje é outro dia...
- Mais foi um fiasco...
- Vocês, homens... Tem sempre que provar que são super heróis. E se esquecem que são humanos.
- O que quer dizer?
- Para nós, mulheres, isso é fato corriqueiro. Não sou nenhuma santa e já vi isso acontecer outras vezes.
- Mas comigo isso nunca aconteceu...
Vivi sorriu e disse: - Eu também já ouvi essa frase outras vezes.
- Eu fiquei com medo de perder você...
- Me perder?
- Pensei que você não fosse me ligar mais.
Ela sorriu, levantou-se deu a volta na mesa e sentou-se no meu colo.
Beijamos-nos por muito tempo. – não eram beijos voluptuosos... Eram beijos de carinho, apaixonados.
Então, senti uma intensa ereção... Vivi também sentiu e disse: - Olha... O amiguinho está dizendo que precisa de carinho. – e sorriu maliciosamente.
- Vamos para um motel?
Vivi sorriu e disse com ar malicioso: - Eu quero fazer amor com você aqui, agora!
- Aqui; mas pode chegar alguém!
- A sensação do perigo me excita...
Então, Vivi livrou-se da saia, ficando apenas de calcinha e blusa. Uma calcinha de renda bege, bem cavada e sensual. – eu quase fui ao delírio ao ver aquelas coxas grossas e bem torneadas, cobertas por uma leve penugem dourada.
Então nos abraçamos e beijamos. Deixamos as coisas fluírem naturalmente, sem nos importarmos com as conseqüências. Naquele momento, existíamos apenas nós dois.
Os nossos beijos foram longos e ternos. Depois foram ficando acalorados e se tornaram voluptuosos.
Somente naquele momento, pude notar que a nossa diferença de altura era enorme. Ela tinha cerca de um metro e cinqüenta e cinco e eu um metro e setenta e seis. O que de certo modo, dificultava os nossos beijos, pois eu tinha que ficar muito curvado. Então, agarrei-a pela cintura e a coloquei sobre a mesa.
Vivi abriu as pernas e eu entrei entre elas. Ficando numa posição bem agradável e conveniente também.
Eu estava tão feliz e absorto, que mal podia conter minhas emoções contraditórias. Elas se confundiam entre amor, paixão, luxúria, ternura e sensualidade. Por várias vezes, senti vontade de chorar de felicidade. – aquela mulher me completava por inteiro.
Então, Vivi girou sobre a mesa, voltando seu corpo para a parte posterior, onde ficava a minha cadeira. Colocou os pés encostados na parede e disse: - sente-se aqui!
Eu passei por baixo da sua perna esquerda e sentei-me na cadeira. Então, ela tirou a calcinha e disse em tom imperativo: - chupe... Chupe muito!
Eu estava sentado numa posição quase que ginecológica. A buceta dela estava quase na altura do meu rosto. Ao alcance da minha boca.
Eu separei ainda mais as pernas dela, coloquei os polegares nos lábios da vagina, abri vigorosamente e meti a língua fundo na buceta linda dela. – tinha uma cor rosada, clitóris pequeno e os lábios eram perfeitos e simétricos.  
Aquela buceta tinha um perfume especial. Assemelhando-se ao perfume de pão quente, recém saído do forno. E eu beijei, chupei, acariciei o clitóris com a língua, mas somente quando rocei a barba no clitóris dela, descobri estar no caminho certo. Ela pressionou as coxas contra o meu rosto e suspirou de prazer. Repeti aquele movimento por mais alguns momentos e o silencio foi quebrado por um grito alto. Seguido de um apertar de coxas e contorções corporais. Então, ela empurrou minha cabeça e levantou-se trôpega.
- O que houve?
- Nossa... O meu corpo está todo trêmulo e estou tonta.
Então me levantei, contornei a mesa e a amparei em meus braços. Fazendo-a sentar-se.
- Então, isso é que é gozar? – perguntou ela.
- Não entendi. – respondi confuso.
- Eu perguntei se isso é que é gozar?
- Sim, mas... Você nunca gozou antes?
- Não. Tive alguns namorados... Fiz sexo com eles... Foi bom, mas gozar, nunca!
Eu não sabia o que dizer. Pois o único caso semelhante foi com uma virgem. O que era de se esperar. Mas não era esse o caso de Vivi. Ela tinha na época, vinte e oito anos.
Bem, eu estava envolvido demais para formular qualquer tese. E decidi aproveitar o momento e desfrutar as delícias que a ocasião me proporcionava.
Vivi sentou-se novamente sobre a mesa, fez um movimento com a mão, jogando no chão o telefone, papéis e todo o tipo de objetos que estivessem em cima da mesa. Abriu suas pernas exibindo novamente aquela buceta linda e disse: - quero que você me penetre fundo... Com força.
Eu estava subjugado... Não era mais dono de mim... Eu pertencia a ela.
Aproximei-me devagar, baixei a calça, coloquei-me entre suas coxas, esfreguei a cabeça do pênis em sua buceta para lubrificá-la e a penetrei de uma só vez. Ela arquejou o corpo e agarrou forte nas bordas da mesa. Então disse: - fode essa puta, que é só sua...
Eu fiz movimentos compassados, hora lentos, hora vigorosos. – fode com força! – ela dizia. - E eu fazia movimentos cada vez mais fortes. Até que o choque dos nossos corpos fizesse um ruído que se assemelhava ao bater palmas.
Os nossos corpos estavam banhados de suor e minhas mãos escorregavam ao tentar segurar as coxas dela. Minhas pernas já estavam trêmulas, pois fazer amor de pé, requer uma ótima condição física. E confesso que estava um tanto fora de forma.
- Me fode com mais força meu amor... Essa vagabunda quer gozar... – dizia ela.
Então, num esforço sobre-humano, fiz movimentos mais fortes, quase que animalescos. De modo que o choque dos nossos corpos causasse uma leve dor. Então, senti que ela ia gozar. As contrações eram de tal modo intenso, que cheguei a pensar que guilhotinariam o meu pau.
- Aí amor... Você tocou o pontinho certo... Vai, vai, vai... Urrrrrrrrr estou gozando... Uiiiiiiiiii... Acho que vou apagar... – e ela caiu inconsciente sobre a mesa.
Confesso que fiquei assustado. Afastei-me devagar e me aproximei do seu rosto. Ela estava com os olhos fechados e desacordada. Então, peguei uma toalhinha que era usada para enxugar as mãos, molhei-a no lavatório e passei-a com suavidade no rosto dela.
Ela foi recobrando a consciência devagar. Abriu os olhos, respirou fundo, abraçou-me e me deu um beijo de agradecimento.
- Lindo! Estou nas nuvens... – ela disse sorrindo.
- Quando você desmaiou, fiquei apavorado...
- Eu amo você... Sabia? Eu te amo há mais de dois anos... E tinha certeza de que isso iria acontecer um dia.
- Eu também te amava à distância...
- Eu sei. Eu via nos seus olhos...
- Nunca me aproximei antes, por achar que não estava a sua altura.
- Tolinho; Mas agora, deite-se!
- Onde?
- No chão, meu amor.
- Mas está sujo!
- E isso importa? Deite-se!
Bem, como não adiantava lutar, deitei-me no chão.
Vivi colocou-se por cima de mim, segurou o meu caralho, conduziu-o com perícia e sentou.
Meu cacete deslizou suave para dentro do corpo dela. Então, ela apoiou os joelhos no chão e começou a fazer movimentos de vai e vem. Hora ela ficava com o corpo ereto e apoiava-se em minhas mãos, hora ela deitava seu corpo sobre o meu e me beijava com volúpia. Subitamente, ela apoiou-se sobre os pés, ficando na posição de cócoras e começou a fazer movimentos de sobe e desce. Ficou quicando em cima de mim.
Eu olhava de relance e via o meu caralho entrando e saindo, entrando e saindo... Isso me levava à loucura.
Eu tentei retardar ao máximo. Entretanto, estava no limite. E disse: - vou gozar meu amor...
- Vamos juntos. – ela disse. – e aumentou o ritmo dos movimentos. Até que... Gozamos... Juntos.
Que gozada... Durou uma eternidade. A porra encheu a buceta dela e transbordou por cima de mim. Encharcando os meus pelos e coxas.
Vivi passou uma das mãos no esperma e lambuzou os seios. Fazendo uma deliciosa massagem de porra.
Que noite!

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