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   > UMA VIRGEM IMAGINARIA (Erótico)



Antonio Araújo de Freitas
      CONTOS

UMA VIRGEM IMAGINARIA (Erótico)


Mirjam era a melhor amiga da minha esposa. Sentia especial orgulho, em dizer que sua filha Tânia, apesar dos seus 27 anos, ainda era virgem.
Mirjam era uma mulher especial. Excelente cozinheira, artesã, médium e uma sobrevivente.
Ela fora casada com Airton, coronel do exército. Um homem austero, rude e acima de tudo, ciumento.
O casal teve cinco filhos: - Sérgio, José Mauro, Cláudio, Tânia e Aírton Junior.
Mirjam casou-se aos 13 anos. Uma menina inexperiente. E o seu primeiro filho, nasceu antes que ela completasse 15 anos.
Certo dia, logo ao chegar a casa, o coronel Aírton foi tomado por uma crise de ciúmes. Ele e a esposa travaram acalorada discussão. Que culminou com uma tentativa de homicídio. Airton sacou um revólver calibre 38 e deu cinco tiros em Mirjam. Inclusive um na cabeça. E o sexto tiro, deu contra a própria cabeça.
A mão do destino não quis que nenhum dos dois morresse.
Mirjam ficou em coma por vários dias, mas sobreviveu.
O coronel Aírton, ficou por muitos dias hospitalizado e também sobreviveu. Entretanto, a bala atingiu o ouvido direito e atravessou sua face. Deixando-o parcialmente surdo e desfigurado.
Mirjam, apesar das lesões gravíssimas, não ficou com nenhuma seqüela. Mas apesar de tanto sofrimento, era uma mulher extraordinária.
Certo dia, Mirjam telefonou para a minha casa e me pediu que tomasse muito cuidado quando saísse de carro. Era a semana que antecedia o dia das mães. – não me lembro bem à data.
- Mas qual é a razão dessa ligação amiga? – perguntei.
- É que nessa madrugada tive uma visão de um acidente gravíssimo. Dois homens estavam em um carro grande e de cor clara... O carro batia em um caminhão azul, incendiava, um dos ocupantes era lançado fora do carro e o outro, morria queimado pelas chamas. E a única pessoa que conheço que tem um carro com essas características, é você.   
- Obrigado por sua preocupação amiga... Vou tomar cuidado!
Durante aquela semana, fiquei alerta. Tomava especial atenção quando avistava qualquer caminhão azul.
Nada aconteceu de extraordinário durante a semana, mas quando chegou à segunda feira pela manhã...
- Amigo... – era Mirjam ao telefone. – O Airtinho faleceu!
Airtinho era o filho caçula de Mirjam. Era sargento da Força Aérea e estava baseado em Brasília.
- Como? – perguntei surpreso.
- Lembra quando te falei do acidente com um carro grande e claro?
- Sim!
- Era o meu filho que estava nele.
Eu fiquei tão atordoado com a notícia, que nem sabia o que dizer.
- No domingo, dia das mães, ele veio me visitar. Estava com o vôo marcado para as 22 horas de domingo. Entretanto, resolveu voltar para Brasília de carro, juntamente com um amigo. Era um Passat branco. E quando faltavam uns vinte quilômetros para chegar a Brasília, colidiram com um caminhão azul. O amigo do Airtinho foi lançado fora do carro. E o meu filho ficou preso ao cinto de segurança. Morrendo carbonizado. – narrou Mirjam.
Confesso que fiquei impressionado com a exatidão dos fatos.
Naquela época, eu trabalhava na Avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro. Era gerente de vendas em uma empresa de publicidade. E morava em um bairro da zona oeste. Que ficava a cerca de uma hora e meia de distancia.
O centro da cidade é um lugar muito movimentado. Os estacionamentos são raros, caros e difíceis de encontrar. Então, eu preferia ir para o trabalho de ônibus, pois havia um terminal próximo à minha casa. Permitindo que eu viajasse confortavelmente sentado.
Na volta para casa, eu tomava o mesmo ônibus no terminal Praça XV. E também voltava confortavelmente sentado.
Havia uma fila de espera, mas isso não me incomodava. Tinha sempre a oportunidade de conversar e conhecer pessoas interessantes.
Numa dessas conversar de fila de espera, conheci uma moça alta, morena, cabelos negros e dona de um corpo lindo.
Ela puxou conversa dizendo que o ônibus estava demorando. Eu concordei e começamos uma conversa informal.
O ônibus chegou, entramos juntos e sentamos lado a lado. Conversamos a viagem inteira. Até chegarmos ao bairro onde morávamos. E ela saltou um pouco antes de mim.
Eu cheguei à minha casa com a imagem daquela bela mulher na cabeça. A sua voz doce, não saía da minha mente.
No dia seguinte, fui trabalhar como o fazia todos os dias. Mas me peguei pensando naquela mulher, por várias vezes. Então pensei: “por que não dar uma forcinha para o destino?”
Decidi ir para a fila e esperar até que ela aparecesse. Pois na noite anterior, eu havia me atrasado e peguei o ônibus mais tarde. Talvez, por essa razão, eu não a tivesse encontrado antes. E assim o fiz.
Esperei por quase uma hora até que ela apareceu. Eu era um dos primeiros da fila e ao vê-la, fiz-lhe um sinal. Ela aproximou-se sorridente, me beijou no rosto e ficou ao meu lado. Então começamos a conversar.
Ela me falou sobre o seu dia no escritório de arquitetura.
Eu falei sobre o meu dia no escritório de vendas. E entramos no ônibus. E novamente sentamo-nos lado a lado.
Era uma conversa impessoal, mas muito agradável. E quando me dava conta, já estava chegando em casa.
Essa cena repetiu-se por várias vezes. E até aquele momento, não havíamos nos apresentado. Até que numa sexta feira ela chegou mais cedo.
Eu já estava lá, esperando.
Ela aproximou-se como sempre, beijou o meu rosto e perguntou: - você está com pressa?
- Não! – respondi.
- Vamos tomar um chope? Eu pago!
Eu sorri e aceitei o convite.
- Aqui perto, tem um barzinho legal. Eu vou sempre lá com os amigos. – ela disse.
Eu não sabia bem o que dizer, mas aceitei o convite.
Caminhamos por uns dez minutos até o lugar. Era um recanto antigo, mas muito simpático. Havia mesas na calçada, que àquela hora, estavam repletas de pessoas comemorando o final da semana.
Caminhamos até um balcão, onde havia bancos altos e nos sentamos.
O homem por trás do balcão a cumprimentou, como se a conhecesse e ela respondeu sorridente, pedindo dois chopes pretos.
O homem atendeu prontamente, trazendo as bebidas e colocando-as sobre o balcão. Ela segurou uma das tulipas, ergueu e disse antes que brindássemos: - Meu nome é Tânia. E o seu?
- Antonio. Mas por que as apresentações somente agora?
Ela sorriu e disse irônica: - Não costumo beber com estranhos!
Eu sorri, brindei e disse: - Muito prazer Tânia!
- Muito prazer, Antonio!
Ficamos ali, bebendo e comendo uns bolinhos de bacalhau. Enquanto conversávamos.
- Você é casado? – ela perguntou.
- Não, mas vivo uma união estável com alguém. E você, é casada?
- Noiva. – respondeu ela. Mostrando uma aliança na mão direita.
- Claro! Uma mulher linda assim, não poderia estar disponível.
Ela sorriu, mas permaneceu em silêncio.
Eu olhava para o relógio com freqüência, pois se chegasse tarde em casa, teria que inventar uma boa desculpa.
- Está preocupado com o horário? – ela perguntou sorrindo debochadamente.
- Bem, um homem casado tem certas limitações, entende?
- Não! – e sorriu erguendo a tulipa diante dos olhos.
- Eu não gosto de correr riscos desnecessários...
- Nem se valer a pena?
Fiquei em silencio olhando para ela.
- Vai valer à pena! – ela disse. Passando o braço em torno do meu pescoço e me beijando de forma obscena.
Chamei o garçom e pedi a conta. Ele a trouxe prontamente. Parecia estar antecipando os nossos movimentos.
Tânia pegou-a das mãos do garçom, abriu a bolsa e pagou-a.
- Eu te convidei... Eu pago! – disse ela.
- Ok. Não sou machista...
Saímos abraçados e tomamos um taxi. Pedi ao motorista que nos levasse ao motel Eboni, na Glória.
Subimos para um apartamento que ficava no quarto andar. Entramos apressados, fechamos a porta e ficamos de pé, junto à cama, nos beijando. - Tânia era cinco centímetros mais alta que eu.
Caímos sobre a cama e começamos a nos livrar das roupas apressados.  
Ela abriu minha camisa, beijou o meu peito e abdome, desceu até o meu umbigo e parou por ali. Enquanto suas mãos hábeis abriam minha calça, até que meu pênis rígido saltasse de dentro da cueca.
Ela o segurou com delicadeza, acariciou e beijou. Depois o colocou por inteiro na boca, enquanto se livrava de suas roupas.
Eu dei uma tapinha em sua bunda e disse: - vira!
Então ela virou-se, sem tirar o meu pênis da boca.
Tânia era uma mulher grande, mas tinha uma buceta pequena, delicada e completamente depilada. Provavelmente com cera quente, pois não tinha nenhum vestígio de pelo e nenhuma aspereza.
Chupar aquela buceta lisinha, fora uma das coisas mais deliciosas que fiz na vida.
Aquela gata estava faminta. Movimentava os quadris freneticamente com os movimentos da minha língua. Enquanto chupava ávida ao meu pênis.  
Aquele sessenta e nove quase nos levou a loucura. Gozamos juntos, alucinadamente. E mal acabamos de gozar, ela virou-se, segurou meu pênis com força, guiou-o com perícia e sentou-se com suavidade.
A sensação de sentir o meu pênis escorregando para dentro da vagina dela, quase me levou ao êxtase.
Aquela buceta o engoliu até o final. Não deixando nem um pedacinho para fora. Ela sentou-se confortavelmente em cima de mim e começou a fazer movimentos para frente e para trás. Ela rebolava com a suavidade de uma bailarina e com a exuberância de uma passista de escola de samba.
Tânia não queria apenas foder. Queria também dar um espetáculo. Pois enquanto rebolava em cima de mim, abria os braços, sorria, acariciava os seios, jogava o cabelo e mordia o lábio. Como se a exibir aquele corpo lindo, para mim.  
Até aquele momento, eu era um mero personagem coadjuvante. Ela era a dona do palco.
- Amor, eu vou gozar... – eu disse.
Tânia, que estava com o corpo ereto, deitou-se encima de mim e me beijou. Provavelmente para retardar o meu orgasmo.
Eu rolei com ela sobre a cama e a coloquei de quatro. Exibindo aquela bunda exuberante e tentei penetrá-la. Entretanto, Tânia tinha as pernas mais longas que as minhas e a altura não coincidia. Então, pedi-lhe que afastasse mais as mais as pernas, para que ficasse na altura certa. E a penetrei devagar. – eu sentia especial prazer em penetrá-la lentamente. Pois apesar de Tânia ser uma mulher alta, tinha uma buceta pequena e apertada. A pressão exercida pela penetração lenta era algo indescritível.
Então, a agarrei pelas ancas e penetrei até o fundo. – Aperta com força... – ela disse.
Eu apertei mais forte. – aperta como homem, porra...
- Tenho receio de machucar você.
- Pode machucar...
Então, apertei com toda a força. Meus dedos quase entraram na carne dela. – e ela tinha aqueles lindos apoios para os polegares.
Apoio para os polegares são aquelas covinhas, que ficam no quadril, logo acima da bunda. E foi ali, que apoiei os meus. – mete com força! – ela pedia.
E eu fazia movimentos mais intensos. – mais...
E eu aumentava a intensidade, até que a minha pélvis estivesse se chocando violentamente contra a bunda dela. – mais, porraaaa, estou gozandoooooo.
Eu aumentei as estocadas, de maneira que o choque dos nossos corpos, provavelmente, poderia ser ouvido no saguão do motel, no andar térreo. E também eu, explodi em um magnífico orgasmo. E caímos os dois, deitados um sobre o outro, sobre a cama.
Eu permaneci deitado sobre as costas de Tânia. O meu pênis ainda no interior da vagina dela. Ficamos assim por uns dez minutos. Até que ele ficasse flácido e saísse por conta própria. Quando ela disse: - Ah, que peninha... Ele estava tão protegido... – e sorriu descaradamente.
Levantei-me devagar e fui tomar um banho. E enquanto me banhava, eu pensava: “estou pasmo... como uma moça aparentemente recatada e doce, pode se transformar em uma pantera indomável assim?” – Posso entrar e tomar um banho com você?
- Claro que sim. Venha!
Tânia entrou nua no banheiro e começou a roçar o seu corpo no meu. A sensação do roçar dos nossos corpos ensaboados era algo dos Deuses. Ela fazia uma verdadeira dança. Rebolava, acariciava as minhas costas e roçava o seu abdome no meu. Então, ela agarrou meu pênis e o lavou com perícia. Acariciou e fez movimentos com as mãos. Até que uma ereção começou a se manifestar.
Então, Tânia virou-se de costas estendeu os braços para cima, encostados na parede do banheiro e disse: - come a minha bunda!   
Ela ainda acariciava o meu pênis ensaboado. E foi guiando-o devagar. Colocando-o entre suas nádegas. Que também estavam ensaboadas. – é impressionante como um sabonete pode trazer tanto prazer.
Eu a segurei por trás, afastei suas pernas e a penetrei. Tomando o cuidado de descer minha mão até a buceta peladinha dela. E introduzir o dedo, acariciando o seu clitóris.
- Eu sou toda sua... Quero que você me coma toda... Mexe gostoso!
E ela rebolava e segurava minhas mãos que acariciavam sua buceta.
- Goza dentro de mim, goza... – dizia ela.
Eu estava exausto. Nem sabia se conseguiria mais um orgasmo. Mas Tânia insistia. Rebolava e mexia. E finalmente, gozei.
- Mexe gostoso amor... Quero sentir o seu gozo quente, escorrendo pelas minhas pernas.
Eu mal podia me manter de pé. Minhas pernas estavam trêmulas e parcialmente anestesiadas. Apoiei-me na parede e abri o chuveiro. E terminamos o nosso banho. Ao final do qual, saímos envoltos em toalhas e nos deitamos lado a lado sobre a cama. – precisávamos nos recuperar do tamanho esforço.
Permanecemos deitados por uns quinze minutos, até que Tânia disse: - precisamos ir... O Roberto já deve estar em minha casa esperando.
Olhei para o relógio e já passava das onze da noite.
- Nossa, vamos ter que inventar boas desculpas. – eu disse.
Tânia sorriu e vestiu-se em menos de um minuto. Eu também me apressei com o vestuário e saímos apressados.
Já na rua, tomamos um taxi, que nos levou para casa.
Quando cheguei em casa, disse a minha esposa que havia ficado num bar, comemorando o aniversário do Pedro Ernesto. Um colega de trabalho que ela conhecia.
Houve uma pequena discussão, mas no final, ficou todo bem.
Eu sabia que teria que passar o sábado e o domingo sem ver Tânia. Pois nem eu, nem ela trabalhávamos nesses dias. Fiquei ansioso pela chegada da segunda feira.
No domingo, seria o aniversário de cinqüenta anos da nossa amiga Mirjam. Ela havia preparado uma festa, para os amigos mais íntimos.
Bem, o domingo chegou.
Eu e minha esposa nos vestimos esmeradamente e fomos para a casa da Mirjam.
Chegamos um pouco atrasados. E a maioria dos convidados já havia chegado.
Tocamos a campainha e a seguir, fomos recebidos pela própria Mirjam. Que nos conduziu para o interior da sala e disse: - Hoje finalmente você vai conhecer os meus filhos. Hoje estão todos reunidos.
E veio trazendo um por um: - Este é o Sergio que você já conhece.
Eu o cumprimentei e dei-lhe um forte abraço.
- Este é o José Mauro.
- Como vai José Mauro? Muito prazer!
- Este é o Cláudio.
- Oi Cláudio. Prazer!
- E esta... – eu quase caí para trás – é Tânia. A minha princesa.
Tânia aproximou-se de mim e quando beijou o meu rosto, sussurrou em meu ouvido: - Safado!
Depois se afastou, apertou minha mão e sorriu dizendo: - Nossa Dona Norma, nos já nos conhecemos há vários anos, mas só agora tive o prazer de conhecer o seu marido!
Minha esposa sorriu maliciosamente e disse: - pode tirar o olho...
Tânia sorriu, provavelmente lembrando-se da noite passada e afastou-se.
Eu procurei um local mais reservado, sentei-me e fiquei perdido em pensamentos: “nossa, eu jamais imaginaria que a Tânia, a tão propalada virgem e filha da minha amiga Mirjam, pudesse ser a mesma Tânia, mulher exuberante, que eu amara com tanta luxúria na noite anterior.”



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