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   > Memórias de um solitário



Erasmo Viana Rodrigues Filho
      PENSAMENTOS

Memórias de um solitário

 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

memórias de um solitário

 
Memórias de um solitário

No começo tudo é festa, tudo é dança tudo é diversão, brinquedo novo, de ultima geração.
Depois o brinquedo perde o seu valor, perde o seu sabor, fica para trás, é engolido pela inovação.

O café perde o aroma, perde o cheirinho de recém colhido da plantação.
Pessoas passam o tempo não perdoa o pobre solitário, corre depressa sem olhar pra trás.

Se sente apertado pela multidão, os olham, mas não o vêem, os pisam, mas não pedem perdão.

Pra que perdão? Para um mundo pobre solitário que mendiga atenção?
Um Fabiano da vida corre atrás, vive de restos de compreensão.
Brinquedo novo que passa de mão em mão, depois que cai uma peça, não serve mais vai pro lixão.

Pessoas os cercam de todos os lados, povoam sua imaginação, mas será que povoam seu coração?

Pra quer serve um carro sem gasolina, café sem pão, bussola que não indica a direção.

Lá vai ele na ladeira da vida, dois passos à frente cai apaticamente deitado no chão.

Chão que passaram pessoas, que pra ele estavam bem perto do outro lado da rua, mesmo estando no Japão.

A vida divertida, de festas, bebidas, mulheres despidas, se tornam miragem no deserto deste vazio esqueleto humano dotado de tudo... Tudo. Menos de um irmão.

Cadê as crianças que brincavam na praça e seguravam sua mão?
Cadê os moleques que jogavam bola e as chutavam em sua direção...
Cadê as mulheres que sorriam abertamente e diziam amá-lo na alegria e na má situação?

Sugaram a energia que tinha, sugaram sua vigor, sugaram o “garanhão”.
A festa acabou o vinho também, as damas da noite, fizeram sua parte o deixaram caído no chão.

Cadê o amigo que dava tapas nas costas, saída com ele pra badalação? dividia mulheres, dividia tudo menos sinceridade com o pobre “João”.
O dinheiro se foi, se foi com ele o glamour e a ostentação.

Risadas, piadas, giram circulam na sua imaginação.
memórias,saudades,dores,lembranças de uma vida,que queria que voltasse,mas o trem das sete já partiu.
erasmo rodrigues,são luis,MA,16/11/2010...
 
 
 
 
 
 

 

 
Memórias de um solitário

No começo tudo é festa, tudo é dança tudo é diversão, brinquedo novo, de ultima geração.
Depois o brinquedo perde o seu valor, perde o seu sabor, fica para trás, é engolido pela inovação.

O café perde o aroma, perde o cheirinho de recém colhido da plantação.
Pessoas passam o tempo não perdoa o pobre solitário, corre depressa sem olhar pra trás.

Se sente apertado pela multidão, os olham, mas não o vêem, os pisam, mas não pedem perdão.

Pra que perdão? Para um mundo pobre solitário que mendiga atenção?
Um Fabiano da vida corre atrás, vive de restos de compreensão.
Brinquedo novo que passa de mão em mão, depois que cai uma peça, não serve mais vai pro lixão.

Pessoas os cercam de todos os lados, povoam sua imaginação, mas será que povoam seu coração?

Pra quer serve um carro sem gasolina, café sem pão, bussola que não indica a direção.

Lá vai ele na ladeira da vida, dois passos à frente cai apaticamente deitado no chão.

Chão que passaram pessoas, que pra ele estavam bem perto do outro lado da rua, mesmo estando no Japão.

A vida divertida, de festas, bebidas, mulheres despidas, se tornam miragem no deserto deste vazio esqueleto humano dotado de tudo... Tudo. Menos de um irmão.

Cadê as crianças que brincavam na praça e seguravam sua mão?
Cadê os moleques que jogavam bola e as chutavam em sua direção...
Cadê as mulheres que sorriam abertamente e diziam amá-lo na alegria e na má situação?

Sugaram a energia que tinha, sugaram sua vigor, sugaram o “garanhão”.
A festa acabou o vinho também, as damas da noite, fizeram sua parte o deixaram caído no chão.

Cadê o amigo que dava tapas nas costas, saída com ele pra badalação? dividia mulheres, dividia tudo menos sinceridade com o pobre “João”.
O dinheiro se foi, se foi com ele o glamour e a ostentação.

Risadas, piadas, giram circulam na sua imaginação.
memórias,saudades,dores,lembranças de uma vida,que queria que voltasse,mas o trem das sete já partiu.
 


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