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   > Preconceito



Marcos Roberto de Moura
      CONTOS

Preconceito

Este livro conta o que acontece atualmente nos locais, onde a maioria de nós frequentou e onde eu trabalhei por muitos anos. Locais aonde pessoas vão para tomar um café, fazer um lanche, almoçar ou simplesmente refrescar a mente por alguns minutos. E ainda de tanto frequentar o mesmo local, acabam fazendo amizade com quem o atende. Gerando um círculo de amizade e respeito. E com o passar dos tempos, estas mesmas pessoas às vezes sentem vontade de desabafar seus sentimentos com quem as recebe com carinho. Homens, mulheres, jovens e adultos, sejam quem for. E é este profissional, que às vezes, por muitos frequentadores do ambiente é humilhado, quem dá apoio e escuta com carinho o que você quer desabafar. Então para estes profissionais de bares, lanchonetes, restaurantes ou similar, deixo o meu carinho e respeito. Que assim como eu passei por certos atritos, mais também tirei bons aprendizados com meu público, hoje em dia pode ser que alguns desses profissionais ainda passem por situações parecidas. Outro caso que também afeta estes profissionais, é a falta de apoio dos patrões em relação aos estudos, no qual são discriminados por não ter uma formação escolar completa ou por ter todo o tempo ocupado com o trabalho, não tendo tempo para estudar e chegar num nível superior. Muitos de nós temos vários problemas na vida, problemas estes que vão desde a nossa casa ao trabalho, com o marido, a mulher, os filhos, os irmãos, a sogra, a mãe e amigos. No entanto encontramos soluções para todos. Quando nos interamos a sociedade, quando viramos adultos, a responsabilidade vem à tona, tendo estudo ou não, tendo boas condições de vida ou não, cabe a nós a responsabilidade de nos bancarmos. Casado ou não, com filhos ou sem filhos. Queremos a nossa liberdade, a nossa independência de viver e curtir o que possamos da vida. Passamos por situações financeiras bem sucedidas ou um pouco apertadas. Mas, sempre achamos a solução e tiramos bom proveito do nosso dia-a-dia. Quando trabalhamos passamos o dia inteiro fazendo por merecer cada centavo que vamos receber, a semana inteira na jornada de trabalho, até chegar ao final do mês quando recebemos nosso rico dinheiro. Pagamos nossas contas, que muitas vezes não dá para tudo, pois gastamos mais do que ganhamos (esse também é um problema), por mais que não queiramos gastar. Ainda assim, nos resta um tempinho para curtir um final de semana com a família ou na companhia dos amigos (quando solteiros). Nos finais de semana há sempre uma turma que se encontra num barzinho, num salão de dança ou num restaurante para bater um papo ou desabafar o estresse de sua corriqueira semana, bebendo sua cerveja e degustando algum petisco. E é justamente nestes estabelecimentos onde aquele atendente ou garçom que te serve, vira aquele saco de pancadas muitas vezes por você quando chega com tantos problemas.                                                             Aquele que te recebe com carinho e respeito, pois é você quem o paga para te servir bem, então merece o seu respeito também. Por outro lado, existem pessoas que freqüentam estes estabelecimentos só para ter um pouco de sossego e alguém para desabafar seus sofrimentos. Encontrando assim uma pessoa de confiança, (a maioria são os próprios garçons) começam a falar coisas de sua vida e seus sentimentos em troca da atenção que recebe. Vendo que quem o escuta e lhe dá alguma palavra de carinho e conforto, essa pessoa nunca mais vai perder a sua confiança e o terá como seu melhor amigo. Depositando toda sua confiança e criando um circulo de maior respeito entre ambos. Esse é o fator principal que deve existir entre o funcionário e seus clientes, respeito e educação para que não venha causar prejuízos ao proprietário, ou criar desarmonia deixando o ambiente em baixo astral.
 


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