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   > 6 Histórias para Contar



VANDERLEY SANTOS ARAUJO
      CONTOS

6 Histórias para Contar

        AS AVENTURAS DE JOÃO 
 
 
            Certo dia João pediu a sua mãe para morar com a avó, pois queria novas aventuras, achava muito chata a vida na cidade. Ela, sorrindo,concordou com o rapazinho. Então, o garoto partiu no dia seguinte para o sítio da vovó.
            No primeiro dia, foi tudo muito bom, acordava sempre tarde, ninguém o obrigava a escovar os dentes, banhava no açude, subia e descia de um pé de goiaba e corria atrás dos gansos. Enfim, estava muito feliz ali.
            Porém, um dos seus tios, Pedro, decidiu que João teria que trabalhar para pagar a comida e a dormida na casa da avó. Então ele elaborou uma série de tarefas que o garoto teria que cumprir ao longo do dia: dar água para os dez cachorros, prender a jumenta, banhar a égua e apartar os bezerros.
            No dia seguinte, o tio o acordou com um grito bem alto:
            - Joãoooooooooooooo!Água pros cachorros!
            O menino foi, aos tropeções, logo enchendo os baldes de água para os dez cachorros. Feito isto, foi assistir televisão.
            Mas, mesmo antes que se sentasse no sofá, o tio gritou:
            - Joãoooooooooooooo!A jumenta se soltou!
            Ele saiu correndo atrás da jumenta, entrou numa moita cheia de carrapichos, caiu num formigueiro, mas conseguiu colocar a jumenta para dentro do curral.
            Tomou banho e foi assistir novamente ao seu programa favorito. De repente, ouvi-se outro grito:
            - Joãoooooooooooooo!Vai lavar a égua no brejo agora!
            E João lavou a égua. Deu-lhe um bom banho, porém jogou água na sela também. Quando seu tio viu aquilo, gritou:
            Joãoooooooooooooo!Não jogue água na minha sela não!
            Furioso, seu tio o acordou para apertar os bezerros imediatamente. O garoto enfrentava um calorão, cipó de espinhos e muita coceira, não estava gostando nem um pouco. Os dias foram se passando, tio Pedro sempre aos gritos, João sempre correndo atrás da jumenta, dando água para os cachorros, banhando a égua e molhando a sela e apartando os bezerros.
            Já estava ficando cansado de tudo aquilo, então teve uma ideia brilhante. No dia seguinte, assim que o tio Pedro gritou:
            - Joãoooooooooooooo!Água para os cachorros!
            Ele deu tanta água para os cachorros que nunca mais os cachorros souberam o que é sede.
            Tio Pedro gritou novamente:
            - Joãoooooooooooooo!A jumenta se soltou!
            O garoto colocou uma série de espinhos de sabiá no rabo da jumenta, ela pulou as cercas do sitio e saiu em disparada. Até hoje ninguém jamais a viu pelas bandas de lá. De repente, outro grito:
            - Joãoooooooooooooo!Vai lavar a égua no brejo agora!
            O garoto deu tanto banho na égua que ela ficou gripada e sem andar para canto nenhum. Tio Pedro deu um dos seus maiores gritos:
            - Joãoooooooooooooo!Apartar os bezerros!
            O garoto apartou tão bem os bezerros que nunca mais as vacas deram leite naquele sitio. Em cima do carro e já voltando para casa, o garoto ouviu tio Pedro dando o mais alto de todos os gritos:
            Joãoooooooooooooo!Mãe!Esse menino não vai valer nada!
            Ele deu uma enorme gargalhada e voltou para casa.   
 
              
FIM



O COZINHEIRO VIGARISTA
 
 
            Certo dia um homem apareceu no pequeno povoado de São Francisco dizendo que era o melhor cozinheiro do mundo e que ninguém preparava pratos mais deliciosos do que ele.
            Então os filhos de dona Rosa convidaram-no para experimentar um veado cozido que ela acabara de preparar. Ele não parou de elogiar a comida, dizendo:
            - Dona Rosa, a senhora cozinha muito bem, mas eu preparo o melhor ganso canadense do mundo!
            Os filhos não concordaram com o comentário do cozinheiro, mas não esticaram conversa.
            No outro dia, dona Rosa preparou um tatu assado. Dessa vez o próprio cozinheiro se convidou para almoçar.
            Durante o almoço não parou de elogiar a comida de dona Rosa, dizendo:
            - Dona Rosa, a senhora cozinha muito bem, mas eu preparo o melhor ganso canadense do mundo!
            Os filhos mais uma vez não concordaram com os comentários do cozinheiro, mas não falaram nada.
            No dia seguinte, dona Rosa preparou uma deliciosa paca para o almoço. Mais uma vez o cozinheiro se convidou e almoçou com eles. Continuava a elogiar a comida de dona Rosa, mas dizia:
            - Dona Rosa, a senhora cozinhar muito bem, mas eu preparo o melhor ganso canadense do mundo!
            Dito isto, os filhos não agüentaram tal comentário e lhe propuseram um desafio:
 
            - O que você achar de participar de uma competição?
            - Que competição?Perguntou o cozinheiro, meio preocupado.
            - Um concurso de culinária!Você e seu delicioso ganso canadense contra nossa mãe. Aquele que preparar o melhor o prato será o vencedor.
            O cozinheiro balançou a cabeça afirmando que sim, mas estava preocupado, pois não sabia cozinhar nada e que nunca iria vencer dona Rosa.
            Os filhos escolheram três pessoas do povoado para serem os juízes. Elas iriam provar cada prato e escolher o melhor.
            Enquanto Dona Rosa preparava um delicioso javali cozido no leite de coco, o cozinheiro estava correndo atrás de um velho pato mancando de uma perna. Depois de cinco horas, finalmente ele terminou.
No dia seguinte, os juízes experimentaram o prato de dona Rosa; o javali cozido no leite de coco estava uma delicia, disseram eles. Quando provaram o ganso canadense, todos cuspiram imediatamente, dizendo:
- Isto aqui não passa de carne de pato velho mal cozido!
Então dona Rosa foi declarada a vencedora e o cozinheiro vigarista sumiu do povoado de tanta vergonha que passou.
 
 
FIM
 

AS PAMONHAS MARAVILHOSAS
 
 
             Num pequeno povoado chamado Santa Rita morava Dona Maria, uma pobre viúva mãe de cinco filhos e que trabalhava na roça. Seus compadres, Dionísio e dona Jacinta, moravam cerca de quinhentos metros dela.
             Comadre Jacinta fazia pamonhas maravilhosas para vender no mercadinho bem cedo e todos os dias seu Dionísio saía de casa para buscar milho seco na roça, ele mesmo ralava, acendia o fogo e deixava tudo prontinho.
             Os filhos de dona Maria adoravam suas pamonhas. Sempre pediam para a mãe trazer algumas quando viesse para casa, mas dona Maria lhes dizia que não podia fazer isso porque sua comadre tinha que vendê-las no mercadinho todos os dias.
             Mas mesmo assim eles iam todos os dias ao mercadinho, bem cedo, na esperança de ganhar algumas, mas os fregueses logo compravam todas.
             Então começaram a freqüentar a casa do compadre Dionísio todos os dias, perto do anoitecer. Eles sabiam que sempre quando terminava de aprontá-las, dona Jacinta dormia um pouquinho. O filho mais velho, para distrair o dono da casa, ficava em frente e dizia:
            - Boa de casa!
            - Boa de fora!Respondia compadre Dionísio.
            - Esse cachorro morde?
            - Morde não, aqui não tem cachorro!Respondia compadre Dionísio.
            Os outros irmãos entravam pela porta dos fundos, que ficava sempre entreaberta, e pegavam algumas pamonhas. Assim que percebia que os outros saíam, ele corria.
            No dia seguinte, os irmãos resolveram pegar mais pamonhas, então o mais velho dizia ao dono da casa:
            - Boa de casa!
            - Boa de fora!Respondia compadre Dionísio.
            - Esse cachorro morde?
            - Morde não, aqui não tem cachorro!Respondia compadre Dionísio.
            Então, quando via os outros,mais uma vez saía em disparada.
            No terceiro dia, resolveram pegar todas as pamonhas de dona Jacinta, dessa vez, levaram uma sacola bem grande. Enquanto isso o mais velho, mais uma vez, ficava em frente à porta e dizia:
            - Boa de casa!
            - Boa de fora!Respondia compadre Dionísio.
            - Esse cachorro morde?
            - Morde não, aqui não tem cachorro!Disse isso e abriu a porta de uma vez para ver quem era. Então logo viu um dos filhos da comadre Maria em disparada. Os outros também correram com a sacola cheia de pamonhas. Ainda era cedo da noite quando compadre Dionísio e comadre Jacinta resolveram fazer uma visitinha a sua comadre. Os meninos, percebendo que eles vieram a respeito das pamonhas, pularam cada um em sua rede e foram logo dormir.
            Conversaram por um longo período e depois foram embora. Dona Maria tentava acordar um a um, mas ninguém ousava abrir os olhos, eles fingiam um sono profundo, o mais novo aprendeu até roncar, dona Maria achou estranho, mas resolveu esperar o dia amanhecer para conversar com eles direitinho.
            No dia seguinte, quando o filho mais novo levantou-se da rede e pediu-lhe a benção, percebeu um pedaço de pamonha bem amassado em suas costas. Então pegou um cipó de vassourinha e distribuiu taca para todo mundo. Desde então nunca mais eles foram atrás das pamonhas maravilhosas.
 
 
FIM
 O MACACO E A PACA
 
            Era uma vez um casal que criava dois animais: um macaco e uma paca. O macaco era muito esperto, cantava e dançava. Mas a paca era a coisa mais linda que sua dona achava, dava-lhe banho todos os dias e penteava seu pelo, era um mimo que não acabava mais. Nem prestava atenção nas brincadeiras do macaco.
            O marido trabalhava na roça enquanto a mulher cuidava da casa e dos animais. Porém, ela nunca alimentava o macaco, este só comia quando o dono chegava.
            Mal o coitado chegava em casa, a mulher já estava com algum servinho para ele fazer, nem sequer almoçava direito. Até aos domingos ele tinha que trabalhar na roça, pois ela sempre dizia que o serviço não pode parar.
            O macaco era um animal muito esperto, ficava sempre observando tudo. Então, num belo dia domingo, ela apareceu com um burro famoso e já selado para o marido trabalhar enquanto o macaco dançava e cantava:
            - Deixa macaco sentar! Macaco quer descansar!
            Ela o xingou, deu-lhe um tapa na cabeça e depois foi dar banho na paca.
            Mas o marido não sabia montar, o burro o derrubou e danou-se a galopar!
            Ela apareceu com dez sacos de milho para ele plantar enquanto o macaco dançava e cantava:
            - Deixa macaco sentar!Macaco quer descansar!
            Ela o xingou, deu-lhe um tapa na cabeça e depois fez carinho na paca.
            Ele plantou o milho, mas veio uma praga e arrasou tudo!
            Ela comprou um boi de canga para ele aradar a terra enquanto o macaco cantava e dançava:
            - Deixa macaco sentar!Macaco quer descansar!
            Ela o xingou, deu-lhe um tapa na cabeça e depois foi pentear a paca.
            O boi quebrou a perna e teve que sacrificá-lo!
            Então, em mais um domingo, ela comprou uma enxada nova para ele trabalhar. E o macaco cantava e dançava:
            - Deixa macaco sentar!Macaco quer descansar!
            Ela o xingou, deu-lhe um tapa na cabeça e depois foi alimentar a paca.
            O marido feriu-se no pé, não conseguiu mais trabalhar!
            O inverno chegou e até fome o casal passou!
            A mulher decidiu vender o macaco e ficar só com a paca. Achava que ele dava muito azar.
            Vendeu o macaco a um viajante que apareceu.
            Voltou para casa, mas a paca morreu
            O marido sumiu,
            E sua casa caiu.
 
 
FIM
            

BOTINHAS MÁGICAS
 
 
            Era uma vez um menino chamado José, ele tinha sete anos de idade e seus pezinhos eram mal formados, tinha que usar umas botinhas especiais. Mas todos gostavam muito dele. Ele sempre jogava pião, peteca e soltava pipa com os amiguinhos.
            Quando calçava suas botinhas, era capaz de correr tão rápido que passava até sobre as águas do rio da cidade. Certo dia saiu voando e foi desprender uma pipa em uma grande árvore. Seus amiguinhos acharam o máximo.
            Porém, perto da cidade havia uma bruxa que estava de olho naquelas botinhas mágicas. Ela pensava que se conseguisse calça-lás ficaria ainda mais poderosa e não precisaria mais de sua vassoura.
            - Droga! Preciso encontrar uma maneira de pegar aquelas botinhas mágicas!Dito isto, perguntou à sua vassoura falante:
            - Vassoura!Onde mora aquele menino das botinhas mágicas?A vassoura respondeu:
            - Minha senhora, o menino mora em algum lugar na cidade, mas as botinhas são bem pequenas e não irão servir na a senhora não!Disse a vassoura.
            - Não importa!Eu dou um jeito de esticar e torcer essas botinhas até dar certo nos meus pés!E quando estiver com elas, não precisarei mais de você. A bruxa sobrevoou toda a cidade, mas não achou o menino das botinhas mágicas. Então voltou para casa com sua vassoura.
            No dia seguinte, quando o pequeno José ia para a escola, a vassoura lhe falou dos planos da bruxa:
            Cuidado garotinho!A bruxa quer pegar suas botinhas mágicas!Dito isto, voou.
            Ele ficou com medo, mas sempre que visse a bruxa em seu caminho iria se esconder dela. Porém, a bruxa se disfarçou de uma velhinha muito bondosa, que nem mesmo a vassoura falante a reconheceu e no outro dia  saiu atrás do menino.
            Estava ventando muito, ótimo dia para soltar pipas. Então a velhinha se aproximou dos garotos e deu-lhes um pequeno lanche. Eles adoraram e ela reconheceu imediatamente o pequeno José. Aproveitou-se de sua distração e arrancou-lhe suas botinhas mágicas. O garoto ficou descalço enquanto que a bruxa saiu correndo para a beira do rio. Tentou e tentou calçá-las, mas não conseguia então ela fez um feitiço que entortasse seus pés e finalmente calçou as botinhas mágicas.
            Porém nada acontecia, tentava atravessar o rio correndo por cima da água, mas afundava toda vez. Tentava voar, mas sempre dava com o queixo no chão. A vassoura, escondida bem próxima, estava aos risos. De repente, as botinhas mágicas saíram dos seus pés e foram correndo calçar o garoto.
            Então os garotos seguraram a bruxa e a colocaram em cima de uma pipa enquanto o menino das botinhas mágicas voava com ela para bem alto. A bruxa ficou desesperada lá em cima e os garotos e a vassoura aos risos lá em baixo.
 
 
FIM
            O Rei dos Apelidos
 
 
           
            Francisco tinha a mania de colocar apelido nas pessoas. Era considerado um rei nessa arte. No seu povoado ninguém escapava do seu vasto repertório. Dona Sebastiana era a Dona Iguana, seu Antônio era o Velho Capenga, dona Rita era a Papa-Marmita, o menino Ricardo era o DJ Capelão, só Deus sabe o quanto ele morria de raiva!
            Mas não parava por aí, nem sua própria família escapava. Pêlo, Bacabal, Parafuso, D’angola, Pebão, Braço de Radiola, Cachacinha e Manelão, estes eram seus irmãos. Dona Roxa, que era sua mãe, bom, este apelido foi seu pai quem colocou, não tem sua assinatura.
            A loira Tantã era como chamava a sua própria esposa. Sua filha era a Menina Má, a Dona Leide, sua cunhada, era a Baleide, Aline, sua sobrinha, era a Pathaca, seu sogro, o Lobisomem, Dona Ana, sua sogra, era a Velha da Bacia, Antônio e Ronaldo, seus cunhados, eram, respectivamente, Dragão Preguiçoso e Salsicha.
            É claro que não podemos deixar de mencionar os outros moradores do povoado. A lista de apelidos continuava assim: Zé Buchim, Buchudo, Carlinho Fala Pouco, Copo Cheio, Zé de Opa, Muriçoca, essa era outra cunhada sua, o rapaz mais alegre do povoado era a Mulher Maravilha, tinha também o Barata, que, certa vez eu o vi apitando um jogo de futebol entre São Francisco e São Domingos. O fato marcante é que toda vez que um camisa 7 ou 9, não importava o time, tocasse na bola em sua defesa ele marcava falta e dizia que atacante não podia tocá-la naquela parte do campo.
            A arbitragem do Barata foi a mais complicada e esquisita que eu presenciei.
            Ultimamente Francisco estava muito calado. Estava procurando um apelido que se encaixasse no perfil do menino Jackson, porém, sua mente criativa não conseguia pensar em nome algum. Então, de repente, uma inspiração lhe veio. Disse ao menino:
            - Já, já, vem cá!
            - O que foi?
            - Jackson Mendonça, Mão de Onça e Cabeça de Geringonça!
            Nossa!O menino pegou uma pedra tão grande que Francisco nem quis esperar e entrou rapidamente em sua casa.
             Prontinho, o menino Jackson agora estava batizado, era o mais novo membro da sua comunidade de apelidados. Porém, Francisco só não gostava de uma coisa: Quando seu velho pai o chamava de Corró. Ele virava uma fera. Era Corrozinho aqui, Corrozinho ali.
            Certa vez o apelido de Corrozinho chegou aos ouvidos do DJ Capelão e de Jackson Mendonça, Mão de Onça e Cabeça de Geringonça que logo espalharam para todos os apelidados do povoado.
            Corrozinho correu para sua casa e se trancou lá. Ninguém mais o viu na rua, e olha que isso já faz dois meses.
 
 
FIM
             Sobre o Autor e a Obra
 
            Sou natural de Cidelândia, Maranhão, formado em Pedagogia pela Universidade Estadual do Maranhão, casado e pai de três filhos.
            Da minha vivência como professor e pai surgiu a motivação para escrever 6 Histórias para Contar.
             São histórias variadas, algumas retratam a esperteza de meninos, suas curiosidades e aventuras e de como conseguem ser sutis e ao mesmo tempo apanhados em seus grandiosos planos. Outras mostram alguns comportamentos humanos no dia-a-dia: criatividade, dissimulação e companheirismo. Mas todas são acompanhadas de muito humor.
             Um abraço e até a próxima.
 
 
Vanderley Santos Araújo
            



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