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   > RESENHA: TURISMO E IDENTIDADE LOCAL



JOSE JEOVA XAVIER CONCEICAO
      RESENHAS

RESENHA: TURISMO E IDENTIDADE LOCAL

BANDUCCI JR, Alvaro. Introdução; 1. Turismo e Antropologia no Brasil: estudo preliminar; ARAÚJO, Silvana Miceli de. 1. Artifício e autenticidade: o turismo como experiência antropológica; GRÜNEWALD, Rodrigo de Azevedo. 6. Turismo e o “resgate” da cultura Pataxó. In: BANDUCCI JR, A e BARRETO, M. (Orgs.). Turismo e identidade local: uma visão antropológica. São Paulo: Papirus Editora,  2003; p. 7-63; 127-148.

Álvaro Banducci Junior, reside em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. É Antropólogo, e fez seu doutorado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo – USP. Leciona no curso de Ciências Sociais na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS, onde trabalha e desenvolve pesquisas em Antropologia do Turismo. Trabalha com festas populares na fronteira do Brasil com o Paraguai e com a cultura pantaneira. Tem algumas publicações na área do Turismo. Concentra seus estudos na região do Pantanal.  Tem, inclusive, um livro sobre o Turismo de Pesca no Pantanal do Mato Grosso do Sul. Essa foi sua dissertação de mestrado. Também desenvolveu um trabalho sobre os peões de gado (vaqueiros) do local. Trabalhos que lhe renderam várias publicações.
No livro intitulado “Turismo e identidade local: Uma visão antropológica”, Banducci Jr. coloca que construir uma antropologia aplicada ao turismo não parece ser tarefa fácil uma vez que as abordagens a este respeito acontecem somente no século XX, na década de 60 e ainda hoje segundo o autor poucos antropólogos tomam o turismo como objeto de estudo.
Diz ainda que desde o século XX, vem sendo elaboradas definições sobre o turismo, que ganha atenção dos economistas, principalmente no cenário econômico da Inglaterra no século XVII.
Para Banducci Jr. O turismo é um tipo especifico de deslocamento praticado por um tipo especifico de viajante, que é o turista. Enfatiza que há uma diferença entre um turista e um viajante, sendo o que os diferencia são as características do objetivo da viagem, o tempo de permanência fora do lugar de origem e o estado de espírito.
O turismo constitui um fenômeno social, porque faz parte das necessidades criadas pelo mundo moderno enfatiza Banducci Jr. Por exemplo, no século XIX, o turismo era uma forma de lazer, diferente da atual que se tornou uma aspiração de todos os incluídos na sociedade global de consumo (p.8).
O autor ressalta que os estudos relacionados ao turismo no campo da antropologia constituem uma novidade. Ao mesmo tempo, diz que na área de turismo ainda é difícil aceitar que a antropologia possa trazer um aporte relevante.
O turismo como negocio (trade) não vê com bons olhos a intervenção da academia no discurso turístico, muito embora o embate que existe entre a antropologia, a geografia, e o trade turístico não seja extensivo às relações entre a indústria turística e a academia de um modo geral (p.9).
Vale ressaltar que dentro da academia, são várias disciplinas que tem se dedicado a ensinar como direcionar uma empresa e seus investimentos para melhor lucrar com os viajantes, melhorando o desempenho do turismo como produto, como oferta. Com isso, há impactos, há resultados do ato de praticar turismo.
O turismo atualmente assume papel relevante na transformação do espaço, por outro lado, beneficiam turistas e empresários de turismo e cria nas populações o imaginário da prosperidade a partir da inserção no mercado do turismo. Contudo, os estudos da sociologia, da antropologia e da geografia, por apresentarem grande carga de critica ao sistema trade, não são vistos com bons olhos, além do que os estudos das ciências já citadas evidenciam a forma irresponsável como alguns empresários de turismo vêm tratando o meio ambiente natural e cultural e a forma de como exploram os turistas (p.10).
Na geografia os estudos são menos otimistas do que a economia, pois alerta sobre os problemas que o excesso de habitantes temporários traz ao meio ambiente natural e humano, na medida em que os territórios são transformados.
Na antropologia passa-se a estudar o impacto da cultura local ocasionado pelos contingentes de pessoas portadoras de outros padrões culturais, as mudanças nas relações de gênero nas famílias tradicionais, a partir do contato com turistas, as mudanças de hábitos por aculturação ou endoculturação, a geração de novas necessidades (p.11).
Uma antropologia aplicada ao turismo pode redundar em benefícios para os turistas e para as populações receptoras se os autores envolvidos refletirem sobre eles, buscando alternativas de desenvolvimento harmônico que permitam atingir o paradigma sustentabilidade que reúne aspectos econômicos, sociais e ambientais.
O turismo pode ser visto como construtor de tradições inventadas e não como um fenômeno isolado. Pode ser visto como um meio de sobrevivência e de valorização da cultura local, da identidade, resgate e (re) significação. Desencadeia uma aproximação entre passado e presente. A principio o turismo pode ser visto como cultura encenada, como tradição inventada, porém, acaba penetrando os interstícios do tecido social e se transforma em movimento cultural, valorização e conhecimento do próprio passado afirma Banducci Jr.
Quando o turismo envolve religião, este seculariza os rituais, reforça a identidade do povo aos que assistem. Isso de certa forma contribui para a identidade turística dos lugares, vista como uma construção social, feita de tradições inventadas e de construções culturais atendendo interesses diversos.
No capitulo 1: Turismo e antropologia no Brasil: estudos preliminar, Banducci Jr evidencia que o turismo nas ciências sociais nasce em meio a uma controvérsia sobre a natureza do turismo como “pseudo-acontecimento” ou como “evento autêntico”. O autor recorre a vários teóricos que congratulam essa discussão tais como: MacCannel (1999), Urry (1996), Mckean (1995), sendo que o primeiro defende que o turismo aparece como uma busca pela autenticidade, a ser encontrada em outras culturas. Urry recorre a MacCannel afirmando que o turista ‘é uma espécie de peregrino contemporâneo, procurando autenticidades em outras épocas e em outros lugares distanciados de sua vida cotidiana’ (p.22). Já Mckean ver o turismo não como uma busca de prazer banal ou escapismo, mas como uma possibilidade de se conhecer o outro e nós mesmos de forma recíproca.
O discurso do turismo na antropologia só ganha sentido e se ampliam somente a partir da década de 60 (século XX), com trabalhos de natureza sociológica e antropológica. Um dos primeiros trabalhos na antropologia trata do turismo de fim de semana numa vila mexicana. Muito antes da antropologia a geografia já fazia incursões em relação ao tema tanto que em 1905 o termo “geografia do turismo” foi empregado pela primeira vez (p.24).
O discurso do turismo na antropologia não passa despercebido pelos antropólogos, nem é desinteressante na visão dos mesmos, a falta de interesse diz respeito a fatores internos da academia, que consideravam o discurso pouco apropriado ao debate antropológico.
Banducci discute quatro abordagens distintas. A primeira denominada ‘Plataforma de defesa’ enquadra trabalhos de planejadores, especialistas envolvidos com o turismo. A perspectiva de mercado propicia uma visão otimista, tais como: fonte de riqueza, trabalho e renda. A segunda denominada ‘Plataforma de advertência’, é definida por uma postura crítica, por apontar graves problemas sociais surgidos a partir do empreendimento turístico, tais como: prostituição, dependência econômica, desestruturação de valores e práticas culturais, além da degradação ambiental e natural. Enquadra principalmente trabalhos das ciências sociais, movimentos religiosos, organismos públicos e da mídia. Destaca-se nesta perspectivas os trabalhos de Jordan (1980), Glenn (1989), Nash (1996) e Greenwood (1995).
A terceira abordagem ‘Plataforma de adaptação’ surge num contexto de debate para questionar sobre se todo tipo de turismo apresenta o mesmo efeito/causa sobre as comunidades. Destaca-se por apontar formas alternativas de turismo, com o objetivo de se ter a menor quantidade de impactos. Nessa linha de adaptação os trabalhos de Smith (1995), Ceballos-Laucuráin (1996), Hill (1990), contribuem bastante para uma nova proposta e desdobramento do pensar turismo nas sociedades atuais.
Por fim, na ‘Plataforma de conhecimento’, o objetivo segundo o autor, é a ‘formação de um corpo científico do conhecimento sobre o turismo’ (p.30). Propõe-se nesta categoria superar a perspectiva maniqueísta. Destacam-se nesta linha os trabalhos de MacCannell (1999), Jafari (1987), Nash (1981;1996), Crick (1989), Nuñez (1995), Graburn (1995) e Urry (1996). Nesta mesma perspectiva contribuem outros autores que estejam preocupados em desenvolver uma análise mais ampla do turismo, revelar sua natureza e o significado do turismo na sociedade.
É considerando essas abordagens distintas que Banducci discute sobre a antropologia brasileira e turismo e considera os desdobramentos do turismo, representação e particularidades. Ressalta a principio a falta de trabalhos sobre turismo no Brasil, sobretudo de cunho antropológico, muito embora a geografia apresente campo fértil nesse sentido. O discurso sobre turismo só ganha relevância pelos antropólogos a partir de 1990. Compreende-se o turismo de forma histórica como um fenômeno social complexo, que pode dizer muito acerca das sociedades e culturais nas quais se realiza.
As abordagens apresentadas por Banducci tratam de demonstrar e analisar as diversas condições impostas pelo turismo e de como se configuram ao longo de um espaço-temporal. Apresentando dinâmica na construção dos espaços, contradições econômicas e políticas. Outro aspecto importante são as pesquisas realizadas sobre o turismo, no sentido de compreender as diferentes modalidades de turismo chamadas de turismo étnico, cultural, ecológico entre outras. Destaca ainda que essas diferentes modalidades contribuam para um deslocamento físico, perda de antigos locais de moradia e trabalho.
Após análise sobre essas incursões, impactos causados pelo turismo, alterações na cultura, resgate, representação, encenação, valorização e outras formas de concepção do turismo, o autor desta que sua pesquisa ultrapassa o âmbito dos meros efeitos do turismo, aponta para uma compreensão mais ampla dessa atividade, seja como processo, fenômeno social capaz de gerar relações especificas que trazem consequências. Por fim, coloca que temas inerentes ao conhecimento da antropologia como aculturação, interação cultural, identidade social, que adquirem dimensões no contexto do turismo estão presentes com maior ou menor grau nas análises com esse enfoque. Propõe ultrapassar a análise dos efeitos da atividade turística como fenômeno social, para a compreensão do lugar, o papel dessa atividade no contexto das relações sociais e culturais numa sociedade que é marcada pela globalização, deslocamento e interação cultural entre povos distintos.
No capitulo 2 (Artifício e autenticidade: o turismo como experiência antropológica) Araujo (2003) busca estabelecer um espaço analítico de reflexão antropológica sobre o turismo. Tecendo sua discussão baseada nos estudos de Daniel Boorstin e Dean MacChannell.
Pontua que a antropologia por um longo tempo se opôs radical entre a experiência do antropólogo e a do turista. A discussão percorre um espaço de compreensão entre o viajante e o turista. A princípio o turista era visto como alguém que não viajava a serio, compreendido também como ocupação frívola, associado geralmente a um tipo genuíno de viajante.
A forma de como se processou a idéia do turismo americano, voltado para saciar uma experiência pseudo-evento, pautado por excessivas e exageradas expectativas que contribuem para essa ‘artificialidade’ e é contraposta ao paradigma da viagem. Esse era um padrão da viagem européia. Isso acontece ao longo dos séculos XVII, XVIII e até no século XIX, durante todo esse tempo somente os ricos poderiam viajar, via de regra, uma viagem associada ao conhecimento e formação particularizada. Sendo que o paradigma da viagem possuía uma natureza de empreendedor individualizado, que requeria planejamento, disponibilidade e risco de vida.
Somente a partir do século XIX, que se começa a desenhar uma figura do turista. Definido como sendo aquele que procura prazer (pleasure seeker), que vai produzir a figura do ‘espectador’. Pode se dizer que a passagem da viagem para o turismo se amplia, buscando transformar-se  em realidade mítica de muitos turistas, por meio de um novo processo de organização de viagens destinadas a um número maior de pessoas.
A concepção de viajar se amplia à medida que vai se modificando, quando vai se dando a transição da viagem individualizada para a viagem ampliada e experienciada por grupos. A idéia de viagem passa agregar diversos serviços, planejamento, o risco diminuído e os esforços agregados e as pessoas para atender o viajante-turista. Esses aspectos são identificados por Boorstin como responsáveis para a transformação da viagem em turismo.
Araujo (2003) destaca que a alteridade é um elemento importante para o contraste entre os dois paradigmas: o da viagem – trata-se de ‘ir ao encontro dos nativos’ – e o viajante-turista – poupado de entrar em contato com os ‘locais’, condicionados e direcionado ao mundo da viagem apenas.
A idéia de metáfora da irrealidade construída por Boorstin como sendo o resultado desse processo de transformação da viagem em turismo. Desta sua apreciação ao paradigma da viagem supondo uma experiência total, de abrangencia universal. Defende a idéia de ligação metonímica do elemento com o lugar de origem.
A autora diz que quanto à dimensão do deslocamento, destacam-se as diferenças de significados associados aos dois paradigmas de que trata: o da viagem, vivido pela égide da liberdade, pautado na possibilidade de vivenciar e o turismo, onde desta que mesmo os movimentos possam ser virtuais e rápidos, a busca pela novidade parece não levar pra qualquer lugar. Por fim, conclui enfatizando que o turismo pode ser analiticamente redimensionado se apreciado como um sistema de relações sociais.  Que o turista não pode ser considerado como um elemento em si mesmo, apreciar o turismo como uma rede de relações sociais culturalmente definidas.
Grünewald (2003) no capitulo 6: Turismo e o “resgate” da cultura pataxó, discute sobre o resgate da cultura pataxó como um processo de construção de uma cultura resgatada/afirmação desta a partir do turismo. O autor começa frisando sobre “mudança cultural” que é uma preocupação presente nos estudos da antropologia do turismo. A mudança cultural não se trata de perceber a perda de uma cultura local, mas a etnicidade acionada relacionalmente por entre os fluxos translocais de cultura que pode provocar uma reviravolta na aparência dos nativos, muitas vezes em um espaço polissêmico onde ocorrem interações geradas pela atividade turística.
A priori, o autor tece uma discussão histórica sobre os pataxós e como o turismo surge na região. Nos anos 1981 funda-se o aldeamento (que são formados provavelmente por etnia pataxó, maxacali, botocudo, tupiniquim e camacã), e ficam sem assistência governamental desde sua criação e os contatos com comerciantes, pescadores e fazendeiros eram muito esporádicos até meados do século XX.
No inicio dos anos 1990, com o surgimento da BR-101, um chefe da FUNAI vendo a penalidade dos indígenas, mostra-lhes peças artesanais, a fim de serem comercializadas em Porto Seguro para os turistas quando do termino da rodovia. Sendo que os principais visitantes da época eram os hippes, sendo que outros visitantes começam a penetrar a região e procuravam quase sempre um turismo histórico.
Grünewald destaca que em termos culturais, a busca do turista é pela baianidade hegemônica. Destaca que há uma vanguarda de movimentos culturais que promovem ou reforçam a identidade baiana (baianidade). Os pataxós procuram revelar como atração turística, colocando mesmo sua cultura à venda no mercado turístico e elaboraram um trabalho de resgate da cultura. Nesse sentido, o turismo surge como efeito contrario onde os pataxós emergem de forma diferenciada na região, com uma produção cultural indígena recente e instrumental e visam a construção de traços culturais constituintes da identidade étnica, não como índios aculturados ou em aculturação, mas como sujeito criativos que geram sua própria cultura baseados em elementos seletivamente acionados a partir de origens diversas (p.133).
“Resgate de cultura” e o índio turístico: os elementos exibidos nas arenas turísticas são acionados pelos índios como suas tradições, fato que os caracterizam como mudança cultural e não perda de cultura. Grünewald  cita Linnekin (1983) para conceituar o fato de que tradição é uma categoria “autoconsciente”, “inventada” é ainda “invenção de tradição”. Coloca que tradição não é totalmente natural, nem sempre relacionada ao passado. Essas discussões são importantes para compreensão da cultura pataxó que são baseados em elementos da tradição inventada.
Outro aspecto importante que ocorre no processo de criação de tradições entre os pataxós é uma orientação seletiva, baseada nas correntes culturais, em fluxos translocais e de suas contradições e de seus parentes, questionando o que deve e o que não deve entrar como elemento constitutivo da tradição. Vale ressaltar que a interação promovida pelos índios na arena turística não se baseava na dança e representações culturais, mas na venda do artesanato, muito embora há pretensões para mudança afirma  Grünewald.
O artesanato pataxó apresenta variações, porém, se apresenta como uma expressão autentica das chamadas ‘artes do Quarto Mundo’, isto é, objetos para consumo externo  que remetem a etnicidade emergente ou identidades em mudança. Essas considerações são importantes para categorizar os dados etnográficos exibidos sobre o processo de constituição do artesanato tradicional dos pataxós e de como passa ser referência na construção da identidade étnica dos membros do grupo. Os pataxós apresentam uma diversidade de tradições: festas dos santos, danças e musicas como: chulas, samba, marchas, etc.
Todas estas tradições são autênticas porque são criadas pelos índios, fazendo parte integrante de sua cultura.  O turismo torna-se um importante meio por meio do qual emergem o sentido de uma estética dividida e uma identidade coletiva. Seria ainda criativo de cultura, e as tradições criadas pelos pataxós e incrementadas pelo turismo seriam autênticas, legitimas, positivas e conotativas da criatividade cultural que lhes é própria (p.141).
Destaca ainda que de maneira geral o turismo é sempre uma forma de relações étnicas. Grünewald coloca ainda que não há falsificações nas tradições pataxós. E o que define a mudança cultural pataxó é a constante renovação de seus elementos culturais em situações de interação social caracterizado pelo fluxo turístico. Assim, não houve segundo Grünewald um turismo étnico que destruísse o pataxó nativo, mas para fazê-lo emergir tradicionalmente no âmbito da dinâmica cultural, respaldado pelo fluxo de interação social.  
 



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