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   > O BOMBEIRO APOLINÁRIO



Cleso Firmino
      CONTOS

O BOMBEIRO APOLINÁRIO

— Apolinário, o que você está fazendo?
— Apagando esse fogo... cuidado, se proteja, está muito quente aqui.
— Sim, vou ter cuidado, mas o que é isso em suas mãos? Pergunto porque parece que você segura alguma coisa — ele não tinha nada nas mãos.
— É uma mangueira de 13 centímetros que puxei dos saltadores de sarjetas. 
— Para que serve este instrumento Apolinário?
— Não está vendo que é para apagar o incêndio? — respondia irritado, mas não havia incêndio nenhum.
     E assim o pobre Apolinário cumpria religiosamente, por três horas seguidas todos os dias, essa árdua tarefa.
— Você é louco Apolinário!
— Louco não, eu sou Bombeiro, Bombeiro com “B” Maiúsculo! Loucos sãos os escritores criativos, citados por Freud, que ficam criando este tipo de texto para tomar tempo dos leitores.


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