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   > Braços, carros e dinheiro



Nadine
      CRôNICAS

Braços, carros e dinheiro


           Curitiba. 5h30 da tarde. Ônibus que, se chamado de sardinha enlatada, seria bom, pois teria espaço. Aí vácuo cabe melhor. Essa é a realidade não somente da capital paranaense, mais de outras grandes metrópoles brasileiras, com seus metros, vans e  transportes coletivos cheíssimos. Em contrapartida, vemos carros com a ultima tecnologia- para poucos. A maioria da população não pode nem pensar em comprar um desses que já se endivida.
           Saindo da esfera de transportes, vejamos as próteses de membros (o que remete ao caso do ciclista atropelado, que perdeu o braço em SP). Segundo matérias exibidas recentemente na TV, algumas podem custar até 200 mil reais!!! O brasileiro tem condições de comprar essa inovação (a qual é muito, muito importante)? Esse é o auge: até que ponto vale a pela investir milhões em tecnologia, sendo que favorecerá uma pequena parcela da sociedade. Obviamente, ninguém está dizendo que a tecnologia não é boa,  pelo contrário, graças a ela que estamos nesse patamar de desenvolvimento.  Entretanto, precisa-se arrumar um jeito de fazê-la trabalhar primeiramente em beneficio de todos, e não o oposto (primeiro para a minoria e depois para a maioria).    
                Felizmente, médicos, empresários e, principalmente professores (sim, a profissão mais desvalorizada do país ganha destaque aqui), com ou sem o avanço científico, fazem a diferença e conseguem deixar o Brasil um lugar melhor – o que deveria ser o cerne de cada indivíduo.


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