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   > O Sonho



Francis Pedroso Betim
      CONTOS

O Sonho

Tive um sonho muito louco, passeava no meio de uma floresta escura, não enxergava nada nem mesmo os meus pés e onde eles estavam pisando. Lembro que no meio dessa floresta havia um buraco muito fundo, praticamente sem fim, se tivesse um fim eu não gostaria de conhecer. Caminhando mais um pouco comecei a ouvir uns sons, como se fosse de muitos animais, mas, estava muito escuro não sabia se eram lobos, cachorros ou algo do gênero, pois a escuridão era muito forte e eu estava praticamente cego naquele momento. A única coisa que conseguia enxergar era uma luzinha em cima de uma árvore. No meio da minha caminhada acabei tropeçando em uma pedra e caindo de boca no chão, nesse momento acho que engoli muita terra de um jeito em que nos meus dentes sentia como se estivesse mastigando algumas pedrinhas, em seguida tentei olhar para frente com a expectativa de ver algo ou pelo menos um vulto. Para minha surpresa eu vi um vulto de uma ave gigantesca em minha frente onde o meu coração quase saiu pela boca, essa ave estava mastigando algo que na hora eu não consegui ver o que ela estava comendo, mas ouvia  o mastigado daquele mostro, levantei e sai correndo sem saber para onde iria mais o desespero era tanto que corri muito. Depois de correr, com o sentimento de não sair do mesmo lugar, olhei para trás e vi uma árvore caindo, só deu tempo de dar um passo para o lado e ela cair, nisso saiu varias cobras que estavam em seu tronco, fechei meus olhos e como num passe de mágica fui parar em uma casa de madeira muito antiga e pequena, em seguida notei uma senhora sentada em uma cadeira de ferro no meio da cozinha, procurei uma porta, e para minha felicidade não havia mais porta e muito menos janela, estava eu e a senhora sentada, sem luz sem nada, apenas vinha uma luz de um dos buracos da parede da casa. Nesse momento perguntei quem era, e nada respondeu a senhora nem uma palavra falou, só ouvia a sua respiração muito forte, tornei chama-la e nada, estava chamando em vão, pois a velhinha nem me ouvia ou então se fazia de surda. Nisso ouço um telefone tocar, eu nem imaginava que poderia haver um telefone naquele local, ele tocava muito, mas muito mesmo, e o som era muito conhecido, como se fosse uma música, eu procurava de onde poderia estar vindo esse som, mas nada, o som parecia que vinha dos “céus”, daquela casa que não vinha nisso essa velhinha que estava o tempo todo parada ali como se fosse uma estatua olhou para mim com uma cara assustadora e começou a  gritar:
-Acorda já esta na hora.
-Acorda já esta na hora.
-Acorda!!!
E foi neste momento em que vi o meu despertador tocar e minha esposa me chamar.


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