Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto
  Gêneros dos textos  
  Artigos (651)  
  Contos (939)  
  Crônicas (730)  
  Ensaios (169)  
  Entrevistas (35)  
  Infantil (202)  
  Pensamentos (640)  
  Poesias (2496)  
  Resenhas (129)  

 
 
As muletas do...
Airo Zamoner
R$ 10,80
(A Vista)



O PREGADOR
REGIS MEIRELES
R$ 37,30
(A Vista)






   > DESMONTE LITERÁRIO EM REDE



Elisabeth Silva de Almeida Amorim
      ARTIGOS

DESMONTE LITERÁRIO EM REDE

DE COMO ESCAPAR DO APRISIONAMENTO LITERÁRIO EM     ESCOLAS  PÚBLICAS

Resumo

Como as escolas públicas trabalham a literatura? Talvez, seria melhor se questionar o que os estudantes de educação básica fazem para escapar dos aprisionamentos de prescrições arbitrárias dos livros didáticos? Inegavelmente, as propostas pedagógicas  para o ensino da literatura trazem em seus pacotes uma lista de autores/obras integrados aos cânones literários que devem compor os conteúdos prioritários para as discussões fechadas nos manuais didáticos. No entanto, quando as escolas são coniventes com a negação da política da criatividade, bem como o compromisso da existência, resta a cada professor trabalhar para modificar a ordem da lei. A mudança poderá começar pela literatura desmontada. Experiência exitosa que começou numa escola pública do interior da Bahia com apenas uma turma de Ensino Médio, e atualmente contagiou toda a escola.  Assim, o texto literário abraça outros signos e é transmutado para  charge, cartum, história em quadrinhos, anúncios, horóscopo, grafite, carta, bilhete, telas, notícias, entrevistas e tudo que a imaginação levar para incentivar a leitura e formação do leitor crítico. A desconstrução do signo literário é possível por defendermos uma política cultural libertária e autônoma, tão bem defendida por Moreira Santos(2011, 2012), Deleuze e Guattari (1997), Derrida (2001) e Roland Barthes (2001).


Ps: Texto apresentado no Seminário Inovação da UNEB em Barreiras- BA / 2012

 



CADASTRE-SE GRATUITAMENTE
Você poderá votar e deixar sua opinião sobre este texto. Para isso, basta informar seu apelido e sua senha na parte superior esquerda da página. Se você ainda não estiver cadastrado, cadastre-se gratuitamente clicando aqui