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   > INCLUSÃO, ARTE E EDUCAÇÃO



EDIJANE ARANTES
      ARTIGOS

INCLUSÃO, ARTE E EDUCAÇÃO

 Este presente artigo vem demonstrar o valor da educação especial no seu envolvimento com as artes quer seja: visual, musical ou teatral, faz necessário que tanto pais quanto educadores participem no desenvolvimento dessas habilidades. A construção de uma sociedade inclusiva requer uma busca de valores que já estão contribuindo para a inserção de portadores de deficiências tanto no campo educacional quanto no profissional, visto que, seus esforços vão muito além que se possam imaginar. A valorização humana demonstra que somos iguais perante uma sociedade discriminatória, e esses valores podem ser levados em consideração, visto que, alunos especiais podem desenvolver habilidades iguais ou até melhores que os normais.
PALAVRAS CHAVES: Artes, Inclusão diversidade e Educação.
Existe um grande envolvimento de Arte e Educação. Quando um artista alcança seu significado verdadeiramente na representação, é através da arte que é tomado por um desejo de realização tentando retratar sua objetividade, onde se dá o sentido na criação.
O artista se torna capaz de constituir uma linguagem perfeita, transformando seu desejo, revelando seus anseios ou repúdios do ambiente social que está inserido. Neste sentido a arte dá a possibilidade ao artista de transpor barreiras da realidade, utilizando a ilusão como forma de fuga dessa realidade, que em momentos lhe estava afligindo.
É importante relevar que nem todos têm acesso à educação por excelência, visto que são excluídos do ambiente educacional. Por não se adequarem aos paradigmas convencionais. A arte vem para desmistificar essa exclusão social.
Pode- se observar que a questão da deficiência deve ser tratada sob o ponto de vista igualitário, onde se tem capacidade e dom artístico. Faz-se então a necessidade da educação inclusiva que promova a interação e aceitação das deficiências nas diversidades humanas. Cada ser humano tem possibilidade de sobressair em um determinado campo das artes, seja ela: visual, teatral ou musical.
Somos iguais e todos têm direito a educação de qualidade. A importância social e educacional é relevante, visto que a Arte contribui de alguma forma para a interação e a inclusão social de alunos portadores de necessidades educacionais especiais possibilitará que as atividades desenvolvidas para o envolvimento de interação e inclusão social de portadores de necessidades educacionais especiais.
Ao analisar as necessidades dinâmicas dos alunos, é papel do educador buscar e organizar perspectivas de aprendizagem, dando condições de interação no ensino aprendizagem. É sabido que as dificuldades de informações ou habilidades estão presentes todo instante é importante que professores e todo ambiente escolar busquem diretrizes para formação de habilidades nesses alunos com necessidades especiais.
Enquanto não existir o anseio de profissionais dispostos a mudanças, de foco maior a inclusão, nada poderá ser feito. As diferenças devem ser vistas como meio de fornecer ao educando potencialidades de uma sociedade inclusiva.
O respeito à diversidade vem de topo com os novos paradigmas e expectativas do poder público. A diversidade deve ser vista como forma de cooperação de alunos e professores no quadro educacional brasileiro. A respeito de arte, é demonstrado que muitos dos alunos especiais desenvolvem tão bem quanto os chamados "normais, seus esforços vão além do que muitos possam imaginar.
As expectativas e o compromisso de valorizar cada cidadão, especiais ou não tem como propósito a qualificação de profissionais que são capazes de atender a realidade a diversidade e as potencialidade de cada individuo.
Nosso alunado no século XXI, tem tido mais valorização tanto no âmbito escolar quanto social. Muitos aspectos têm sidos levantados quando se diz respeito às diversidades. A preocupação do sistema em incluir todos os cidadãos no convívio social. De acordo com a Constituição de 1988, que prevê: o pleno desenvolvimento dos cidadãos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; garante o direito à escola para todos; e coloca como princípio para a Educação o "acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um".
Esta prática educacional no Brasil ainda é falha, porém vem ocorrendo à busca de alguns profissionais por conhecimentos nesse âmbito. No que se diz respeito à educação especial está presente, quebrando os paradigmas e valores que tristemente ainda existe.
Esta participação nos diferentes espaços culturais gera conflitos e provoca reflexão, visto que, o aluno especial deve ser educado e disciplinado como qualquer outra criança.
Os pais e o ambiente escolar devem ensinar-lhe os limites, não permitindo que ela faça tudo o que quiser. Será necessário maior cuidado e atenção, porque a criança pode demorar mais para aprender as coisas. É importante lembrar que ela pode demorar a aprender as coisas, mas aprenderá.
Contudo se torna eficaz a utilização da arte em seu aprendizado. Freqüentemente muitos alunos com necessidades especiais são atraído para as artes inclusive a música. Para alguns, a música pode ajudar a superar obstáculos que não possam superar. Ajudando a aguçar sua sensibilidade, a fim de juntar outros, a música realmente significa, sobretudo, em um cenário educacional meios de inserção de vários indivíduos no campo artístico.
O teatro também pode ser trabalhado, podendo ser um aliado a na inclusão, a arte tem como principio elevar a auto-estima ao deficiente e a família, onde juntamente poderão desenvolver habilidades. A arte é e será sempre um instrumento para todos que tem algum tipo de problema físico, mental, e também é de grande ajuda para todos que não portam nenhum tipo de deficiência.
A arte nos leva para outro campo da vida, onde podemos expressar com compreensão e sentimento, nossos anseios e dificuldades. A arte nos leva a descobrir a realidade que nos envolve e que poderá ser renovada. O processo ensino aprendizagem enriquece a todos.
Respeitar cada ser em suas superações e habilidades, partindo de um pressuposto de que somos iguais tanto para Deus quanto para o homem.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Alves, Rubem. A Alegria de Ensinar. 3ª ed. São Paulo: Ars Poética, 1994.
Alves, Rubem.O Desejo de Ensinar e a Arte de Aprender. - Campinas: Fundação Educar Dpaschoal, 2004.
Brasil. Ministério da Educação. Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica/ Secretaria da Educação especial- MEC; 2001.
Inclusão: Revista de Educação Especial/ Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. v.1, n.1 (out. 2005). Brasília: Secretaria de Educação especial, 2005.
* Edijane Arantes de Oliveira Ribeiro, graduada em História, especializada em Artes, História e Literatura: abordagens interdisciplinares. Professora de História na Rede Pública Municipal de Edealina- Goiás.
 
 


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