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   > VIAGEM LITERÁRIA NA PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM IAÇU



Elisabeth Silva de Almeida Amorim
      ENTREVISTAS

VIAGEM LITERÁRIA NA PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM IAÇU

   A LITERATURA BAIANA  INVADINDO DIFERENTES ESPAÇOS...
 
 
 
A primeira  viagem é sempre marcante, seja de forma positiva ou negativa. E quando se trata de VIAGEM LITERÁRIA todos envolvidos ganham e muito. Essa ocorreu numa cidade do interior da Bahia e patrocinada pela PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM IAÇU. É isso mesmo. Uma Igreja Evangélica, sob a liderança do pastor Marivaldo da Silva, assumiu o evento literário e divulgou como é possível a literatura  invadir diferentes espaços e promover conhecimento. A leitura literária poderá estar presente em quaquer lugar, até na igreja. E para meu prazer e honra tive textos divulgados, desmontados, cantados, e dramatizados .
 
 Durante a apresentação do evento, ocorreu esta entrevista:
 
 
 
Pastor Marivaldo: Quem é Elisabeth Amorim?
 
Escritora: Elisabeth é uma pessoa simples, nasceu em Licínio de Almeida,  é casada, tem dois filhos e mora na cidade de Iaçu desde os 10 anos de idade.  Gosta de estudar e de textos ficcionais,  professora de Literatura Brasileira  leciona em escola pública, mas sempre preocupada com um ensino de qualidade. Escreve contos, poesias, romances, crônicas, cordel desde a adolescência, somente este ano (2013) resolveu divulgar os seus escritos. Essa sou eu! Para os amigos "Beth" mãe de Lucas e Marcos.
 
 
Pastor Marivaldo: Após a publicação de “Literatura desmontada” você lança “Belita”. Belita é uma homenagem a Isabelle ou Belita é Isabelle? Afinal, quem é “Belita”?
 
Escritora: Sempre gostei de literatura infantil e com a chegada de Isabelle senti que precisava fazer algo para homenageá-la e criei “Belita”. Belita apesar de ter o apelido de Isabelle, não é Isabelle! Belita é qualquer criança, seja ela negra, branca, índia... Todas belas. A Belita é apenas uma representação de cada uma... Criança inteligente que irá combater com a sagacidade infantil os rótulos, a discriminação, o preconceito... E o bom de “Belita” é que a história dela irá se misturar com a do leitor mirim, que ao longo da narrativa de apresentação participa do processo de criação. Colando fotos, desenhos, rabiscando, pintando o sete  junto com a garotinha sapeca. Que tem a intenção de voltar em outras narrativas para criação de uma série.
 
 
 
Pastor Marivaldo: Beth, em apenas uma palavra, defina a sua literatura:
 
Escritora: DESMONTADA.
 
 
 
Pastor Marivaldo: Sabemos a dificuldade que muitos escritores enfrentam ou enfrentaram por falta de apoio. Como você vê a cultura e de que forma a literatura poderá ajudar essa cultura?
 
Escritora: Bem, a literatura é a representação mais viva da memória de um povo. E literatura é  cultura! E para a cultura  cada vez mais há verbas projetos para fortalecimento da cultura local/ territorial. No entanto, sabemos que o nosso país está bem distante de ocupar o lugar de país de leitores de literatura, como o país não é de leitores _ as estatisticas mostram as últimas posições que o Brasil ocupa nesse quesito _ os investimentos para a literatura ficam em segundo plano. Mas se os nossos governantes tivessem essa consciência sobre o quanto a literatura fortalece um local, nós escritores teríamos mais apoio. Porque só aqui, presente neste espaço, temos ali, a escritora e artista plástica Angelita Aragão e o cordelista e poeta  Santos Almeida (meu pai)...E mais aqueles que não querem ser identificados. Todos nós escrevemos e ajudamos a fortalecer de diferentes formas a cultura da cidade, estado, país... Mas os abraços ainda são tímidos. Quando acabar essa timidez e abrirem os braços para a literatura local... Podemos fazer e muito. Porque a literatura é alma de um povo. É a representação e também poderá ser a força.

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Entrevista cedida em 15 de novembro de 2013
 


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