Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto
  Gêneros dos textos  
  Artigos (655)  
  Contos (940)  
  Crônicas (730)  
  Ensaios (169)  
  Entrevistas (35)  
  Infantil (207)  
  Pensamentos (643)  
  Poesias (2508)  
  Resenhas (129)  

 
 
R$ 55,70
(A Vista)



Cidades-01-186
Airo Zamoner
R$ 0,00
(A Vista)






   > A caverna



Luiz Antonio Polli
      CONTOS

A caverna

Era uma linda tarde de verão, quando eu e meu avô estávamos vendo o pôr-do-sol em cima de uma montanha, nos víamos lentamente o sol há se esconder atrás de outra montanha, muito distante, de onde nos estávamos, os raios lentamente ia diminuindo e a noite chegando, a lua começa aparecer, linda e brilhosa. Era deslumbrante aquela lua, e o que deixava o céu mais lindo junto com as estrelas. Meu avô se levantou e chamou para irmos embora, começamos a caminhar em trilha que entrava em uma mata escura, sem lanternas tudo ficava difícil, pois a claridade da lua não nos ajudava muito dentro da mata. Caminhamos por um longo tempo, quando percebemos estamos perdido dentro da mata escura, nossos passos eram curtos e lentos, pois havia muitos barulhos de bichos, com muito medo peguei na mão do meu avô e continuamos a caminhar descemos uma grande montanha de pedra , quando percebemos estamos dentro de um pequeno córrego, meu avô me disse: - agora fica mais fácil de nos encontramos uma saída desse lugar, vamos seguir o córrego, pois, ele vai nos tirar de dentro dessa mata escura. Começamos a caminhar dentro do córrego, após uma longa caminha dentro dele, havia uma falha na mata onde a luminosidade da lua passava e clareava uma grande caverna, o córrego dava continuidade por seu lado, seguimos a caminhar, que logo a frente ele ia aumentado tornando-se um grande rio, logo percebemos que ele se tornava uma grande cachoeira. Noite escura dificultava que descemos continuidade na caminhada, eu estava com medo e meu avô percebendo diz: - vamos voltar e passar a noite naquela caverna que passamos por ela, vamos fazer uma fogueira, pois La ficaremos mais seguro. Assim fizemos, retornamos ate a caverna onde com ajuda da claridade da lua que passava entre as brechas das arvores juntamos alguns gravetos e acendemos o fogo dentro da caverna, o fogo clareava aquelas paredes unidas, me dei conta que há muitos anos antes aquele lugar era uma casa, pois havia muitos desenhos nas paredes. Assim foi a noite passei junto de meu avo conversando e escutando ele contar muitos causos, quando percebemos a fogueira tinha apagado e os primeiros raios de sol começam aparecer. Vendo aqueles desenho sobre as paredes começamos a explora aquele lugar, fizemos umas tochas de fogo e lentamente caminhávamos por ela ate chegar em um enorme salão, com uma linda lagoa de água cristalina, com as tochas de fogo nos estamos explorando aquele lugar escuro e frio. Comecei a clarear o teto dela, acabei vendo que era um lugar muito perigoso era incapaz de calcular a quantidade de morcegos que dormia naquele lugar, meu avô pegou em minha mão e saímos correndo para fora. Ao sairmos, respiramos profundamente para conseguir recuperar nosso fôlego e conseguir encontrar o caminho para podermos voltar embora. Prosseguimos a caminhada pelo córrego, quando percebemos estamos em cima da grande cachoeira, era um espetáculo natural, ver uma queda de água maravilhosa e olhar para horizonte aquela mata infinita, os pássaros voando e cantando sem comparação com aquela cena assombrosa que presenciamos dentro da caverna. Lembro-me da ultima frase que meu avô falou: - essa é maior riqueza de todas, que é nos dada gratuitamente para nos, por esse motivo, devemos cuidar para as próximos gerações ver o que nos vemos nesse momento.

CADASTRE-SE GRATUITAMENTE
Você poderá votar e deixar sua opinião sobre este texto. Para isso, basta informar seu apelido e sua senha na parte superior esquerda da página. Se você ainda não estiver cadastrado, cadastre-se gratuitamente clicando aqui