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   > Reminiscências; Saudades; O pequeno e grande muito saber



Fabrício Behine
      PENSAMENTOS

Reminiscências; Saudades; O pequeno e grande muito saber

...Lembranças...Estudo e aprendo com elas. Aprendo com quase tudo de que me vem ao alcance. Observo, constato os acontecimentos -- os fatos. Tudo é importante, até o avesso por vezes sem conta de discordar de mim mesmo, sobretudo porque estando vivo por pensar demais, este refletir, querendo o vislumbre de uma boa vereda, mesmo que estreita a seguir. Aprendendo por mim, e só por mim é que pude ter algo pulsante no coração sangrado e perdido, às vezes esquecido. Mas batendo! Saudades... Tempos e tempos se me passaram, e ainda tenho tantas saudades. Percalços de um andar capenga de cara sem saúde me fez acostumar-me a caminhar em minha mente, imaginando o Sol na face, árvores... não sei. O tempo se me foi, mas não o perdi; esse tempo foi estudo, dando-me até a mania de tratar os escritores dos quais absorvi o que sei como amigos, pois foram e são os meus amigos e mestres imaginários do cotidiano repleto de boas aprendizagens. Mario Quintana dizia (perdoe se bem não lembro) -- que o autodidata é um ignorante por conta própria. Muito bom! A sabedoria maior é a própria experiência da vida de cada um. E ninguém consegue refletir sobre tudo; há de sempre ter um foco, um escopo; sendo impossível pensar e chegar à conclusões absolutas, escolho ao menos tentar dar base ao que penso, conquanto tenha vontade muito grande de saber. Há sempre um limite. Eu tenho o meu, por certo! Saudades... Tenho muitas. Lembranças boas e ruins das quais tenho de lidar. Amores, perdas, tentativas vãs, escolhas malsucedidas, amigos-irmãos, estradas seguidas e desviadas do caminho da vida, brincadeiras de criança, um semblante leve no rosto, o vento ao usar da boa saúde e correr para esquecer tudo de que no momento precisara, e minhas pernas velozes -- fôlego bom e forte de não-quase fumante. Hoje vivo distante, tão-somente em mim me acho. Nem sempre posso escrever sobre satisfação e felicidade. Não seria humano, nem equilibrado. O bom é saber que, só em estar vivo, é alegria conquistada de muito querer e aprender. Em saudades, boas e más lembranças do meu pequeno viver. Estou vivo pela vontade, simples e certa, de apenas continuar, e mesmo que só em pensamentos encontrar-me e achar o hausto necessário para caminhar um tanto mais, um tanto mais, para, no momento do qual ninguém espera, poder realmente saber muito. Agradecimentos: José saramago; João Ubaldo Ribeiro; Ariano Suassuna; Rubem Fonseca; Lucio Cardoso; Caio Fernando Abreu; Jorge Amado; Graciliano Ramos, Clarice Linspector, Raquel de Queiroz e....................................................................................................

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