Busca: 

Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha
 
  Área do autor

Publique seu texto
  Gêneros dos textos  
  Artigos (651)  
  Contos (939)  
  Crônicas (730)  
  Ensaios (169)  
  Entrevistas (35)  
  Infantil (202)  
  Pensamentos (640)  
  Poesias (2496)  
  Resenhas (129)  

 
 
R$ 55,70
(A Vista)



O PREGADOR
REGIS MEIRELES
R$ 37,30
(A Vista)






   > Sensação nostálgica



Erico Piantkoski
      POESIAS

Sensação nostálgica

Os céus, forjaram-se, por hoje, escuros em mescla várias técnicas, enciumando os plenos, nossos verdadeiros sentimentos pintados. Eles são negros. Chove frio e ainda não senti seu calor, senão a dor de minha amada, compartilhada em meu peito, zunindo ao horizonte sem fim. Sem fim não findam-se os pesares de arrependimentos passados que ainda assolam em suas juras. Grilhões que se não podem fender. Arbítrio que se não pôde conter.

E durante todo o tempo viu-me e sorriu, mentindo a si mesma, pregando sua farta alegria presa em lagares. Exsudação almejavas tu, era dela que você precisava. Não refreie-se amor, eu ouvi suas aspirações e tomei suas dores. Senti o gozo de seu contentamento e a angústia de sua tristeza sustendo o conhecimento dos riscos e perigos. Então ofereço o ombro em retribuição de seu coração. Ofereço o mundo em troca de tudo. Ofereço meus versos em troca de nada. Pois "nada espera, tudo suporta".

Mal sabe mas anjos caíram, rangendo seus momentos desolados e destituídos daquilo que é impalpável e seguro, sabendo eles aquilo que você sente e todavia não sabe descrever. É a névoa que espaça os fragmentos passados. É o minuto do porvir e não qual já passou. É ansiedade futura, esperança de liberdade, "ideia fixa dos loucos e dos sábios", sabida de tudo, entendida de nada.

Os anseios verdadeiros desabrocharam nos prantos de sua lamentação que, tão pura, contemplada pela natureza foi. Ela a qual ante veio e se maquiou para o espetáculo. O show daqueles que se retorciam mediante sua felicidade. O fim daqueles que cairão à conquista do correto. O correto sou eu, e isso não digo de vanglória como fruto de orgulho mas, sob perjúrio, de coerente rota, aquele o qual o coração não se dominou, redundando suas batidas como trovão.

Meu e seu se igualam e unido foi. O sexto sentido, aquilo que faltou agora se engrena. O que palavras não podem expressar nem língua redarguir. Aquilo que apenas os céus podem mostrar pois apenas os olhos o podem apreciar.

CADASTRE-SE GRATUITAMENTE
Você poderá votar e deixar sua opinião sobre este texto. Para isso, basta informar seu apelido e sua senha na parte superior esquerda da página. Se você ainda não estiver cadastrado, cadastre-se gratuitamente clicando aqui