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   > Gincana C.E.R.V



Valdívio Barbosa Rocha Filho
      CRôNICAS

Gincana C.E.R.V


 
Sparta e Atenas, duas cidades gregas totalmente distintas e rivais por natureza. Esparta sonhara anos pela derrota do povo de Atenas, o que foi verídico, tanto para uma como para outra. Mas por ironia do destino, a história se repete anos luz, em uma gincana no Colégio Estadual Renato Viana, situado em Anagé, no ano de 2014.
Everton, o grande líder ateniense, conseguira seu posto após muito ter vendido um alimento conhecido popularmente até os dias de hoje, a famosa pamonha da deusa Atena. Mas para fabricar essa gostosura, era preciso um Astro vigente dos Guerreiros Astros Amarelo, o Sol, para esquentar as pamonhas a tal ponto que elas cozinhassem sem precisar ir ao fogo. Mas a quê se deve a coincidência na escolha dos nomes e a luta pela vitória entre essas cidades tempos depois, ainda não se sabe. É um mistério a ser resolvido, um mistério que perdurará até o fim de nossas vidas, e continuará com aqueles que essa história conhecer.
 O diretor do colégio, Têgras, convocou para uma reunião os deuses da gincana, que por sua vez, estavam todos responsáveis a criar uma tarefa para ser realizada pelas equipes 1, 2 e 3. O líder ateniense foi à luta com seus principais soldados de guerra: Igor, Thais, Jéssica, Victor, Flavia, Vinicius, Camile, Caique, Danilles, Carol, Carolina, Lindson, Valdívio, Carla, Gustavo e Caíssa, juntamente com a deusa Atena e outros guerreiros. Fizeram a aberturada da gincana, apresentaram seu mascote, seu grito e sua bandeira de guerra, fotografo e criatividade. Os Enfartano, digo, Spartanos não se contentaram e cautelosamente ordenou que um de seus guerreiros pisasse na tomada do som que mantinha a luta ativa [...]. Mas os atenienses os surpreenderam, tornaram a suas posições e novamente brilharam no campo de guerra. É de se contar de dedo os spartanos que eram atenienses de coração. Pois mesmo de lados opostos, gritavam e choravam por ver seus amigos na luta, firmes e fortes, prontos para outra. Ao fim desta abertura, os atenienses colocaram sua deusa á frente da luta com seu grito de guerra: SE UMA CORUJA COMEÇA A GRITAR, ATENA GUERREIRA VEM PARA LUTAR. GUERREIROS AZUIS DE MENTES DISPOSTAS, GANHAREMOS O MUNDO COM NOSSAS PPROPOSTAS, e assim finalizou-se a primeira fase de guerra entre as cidades.
Outras batalhas foram travadas, provas difíceis foram executadas. Foi sem dúvidas, uma disputa acirrada entre essas cidades. Mas ao fim, bem ao fim, os Guerreiros Astros Amarelo, por conhecerem de fato o propósito da gincana, juntamente com os Guerreiros Azuis Atenienses, se acolheram nos braços de Atena e aos gritos de AreloZul ou AzulRelo demonstraram o verdadeiro significado de amizade, amor, consideração, fidelidade e respeito, que a gincana provocara neles. Astros, Atena, e Sparta, em parte, venceram a batalha. Muito choro, rios de lágrimas e um sentimento inigualável os deixaram unidos mais que nunca.
Bom, o nosso Grande líder é, sem dúvidas, um Grande amigo. E para não perder o habito da época ele parou todos dizendo: Foca em mim, Sparta foi derrotada de novo, só que dessa vez com gosto de PAMONHA.


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