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   > A busca do verdadeiro amor...



Jefferson Cunha
      PENSAMENTOS

A busca do verdadeiro amor...

Até o ser humano mais carrasco é capaz de mudar quando a semente da paixão germina em seu coração.  Metaforicamente falando, isso parece ser tolo, entretanto, somente quem vivenciou um grande amor sabe a angustia de ser rejeitado por quem ama, ou o sabor ardente de um sentimento recíproco.
Os estágios que nós - meros mortais - passamos para atingir o verdadeiro amor são árduos, complicados e somente o sentimento real é que consegue se manter constante até o fim.
Quase sempre o início de uma paixão é com a troca de olhares, quando os olhos se cruzam e as essências das almas são transportadas de um ser ao outro. Começa, a partir de então, o nascer do sentimento. Apaixonados, passamos a idolatrar a pessoa amada, não observando os defeitos e tornando-a um ser perfeito. Com isso, ao percebermos suas falhas, após algum tempo, aparecem as decepções. Porém, sua presença em nossa vida já é imprescindível, assim, continuamos a amar a pessoa sem utopia, pois mesmo observando suas falhas o sentimento se mantem vivo.
O tempo transcorre, trazendo alguns momentos felizes e outros tristes.  A paixão, então, é colocada à prova em cada momento de angústia, e, com isso, somente um amor sincero sobrevive nos momentos difíceis.
Envelhecemos, nos tornamos mais vividos – consequentemente mais sábios- conhecemos pessoas novas, surgem amizades... Observando com pessimismo, tudo conspira para que a relação amorosa seja abalada, haja vista que a cada momento o novo evidencia as falhas que há no relacionamento.  Entretanto, o amor puro e verdadeiro sobrevive a tudo, podendo sofrer desgastes, mas renovando-se a cada demonstração de companheirismo.
Somente o tempo é capaz de testar a intensidade e a veracidade de um amor. Porém, vivamos as paixões intensamente, pois talvez sem vivê-las, nunca encontraremos o grande amor de nossas vidas. Decepções poderão surgir, mas servirão de lição para amadurecermos, pois conforme cita Lya Luft: “A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade, querer com mais doçura.”


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