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   > ATALHO DO AMOR



GENERINO GABRIEL DE JESUS
      POESIAS

ATALHO DO AMOR



(Para Dulcilene)
 
 
Tão simples
Quanto a água em cascata
Sem desdém nem vaidade
Faz da vida
Algo leve e explicável.
 
Tão singela
Quanto a beleza da flor
Sem medos nem arrogância
Faz da vida
Uma sublime existência.
 
Tão singular
Quanto a águia esvoaçante
Sem rodeios nem meias-verdades
Faz da vida
Abnegação e esplendor.
 
Tão sua, tão minha
Quanto mistério guarda no olhar!
Sem murmúrios nem apelos
Faz-me crer que a vida
É um singelo atalho do amor.
 
 
Juazeiro/BA, 28 de fevereiro de 2015.
 
Generino Gabriel


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