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   > UMA MULTIDÃO DE CURUPIRAS



REGIS MEIRELES
      ENSAIOS

UMA MULTIDÃO DE CURUPIRAS

                                                        UMA MULTIDÃO DE CURUPIRAS
        
           A vida não é tão complexa, difícil mesmo é conviver.
          Complicados são os seres humanos em seus pensamentos e suas multíplas vontades. Não é exagero, mas de vez em quando tenho visões aterrorizantes,  surto e vivo viajando  na maionese. Pois, tenho a impressão que a maioria dos meus conhecidos deveriam andam como o Curupira. Para que pelo menos os seus pés, quando andassem, estivessem em concordância com o cérebro. Pensam em chegar  num estilo de vida, sentem e sabem que é melhor, mas andam na direção oposta.
             Nos encontros casuais, conversas de fins de tardes, telefonemas urgentes e desnecessários no meio da noite, sou obrigado em nome de velhas amizades, suportar o envenenamento  dos meus usados neurônios com idéias emaranhadas; que estes instigam-me em  apoiá-los, mesmo considerando-as  insultos a minha inteligência.         
             Entro em parafusos. Confesso que vou deitar-me enroscado e não encontro mais um carneirinho para contar e ter de volta meu soninho infantil. Não imaginam a falta que faz um pipo numa hora dessas. Mas, pensam que é pelos problemas compartilhados, engananam-se.
              Sabe-se que o ciclo básico das realizações são três, pelo menos foi o que inculcaram-me neste século. Se os pensadores e cientistas já acharam outros estímulos preciso de atualização. Bem, enquanto não aparecem-me com outro, prevalece esse que conheço. Primeiro  pensa-se, depois senti-se e então se é. Em resumo PENSAR, SENTIR e SER.  
              Sendo este o ciclo corriqueiro, a  contradição é gigantesca e meus conhecidos parecem não segui-lo, ou na pressa para alcançar o sucesso, postar a notícia, ignoram-o. A maioria anda na contramão. Enquanto estou pensando em ser qualquer coisa, eles já estão sendo. Pelo menos é o que acreditam e contam. Ah, e postam!
             No princípio isso me deixava frustrado, intrigado e desanimado  nas minhas labutas diária da vida. Por parecer infrutíferas, e os esforços inúteis comparado-os aos deles, que já estavam sendo. Atingem seus objetivos rápidos demais, enquanto eu, peno dia após dias.
             Bem, Isso até os telefonemas começarem e,  do outro lado da linha pedidos de bases para  empreender uma  guinada na vida. Os senis individuos, que já estavam sendo, agora já não eram e nem estavam, imploram por  regras que os levem a dar uma reviravolta na vida. Precisamente de trezentos e sessenta graus, diziam. Sou duro nas respostas. Por impulso e sem pestanejar oriento-os apenas fazerem  giros em torno dos próprios eixos. Também, que poderiam ficar do jeito que estavam, não iria mudar nada mesmo. Se for essa a medida, são  os únicos recursos. Mas, enfim, entendo o que querem realmente dizer. Assim, um, dois ... terceiro, quarto e  multidão.
             Pedem-me bases para mudanças inteligentes. Pergunto se querem seguir ou recomeçar. Aí, o pior. Descubro que não sabem as diferenças destas bases de mudanças, que são coisas completamente diferentes. Suspeito que não querem ter trabalho de pensar. Pergunto onde estão, a resposta é a mesma de todos - no bar.
           Não é necessário dizer ou explicar detalhes de certas coisas, pois os próprios termos explicam-se. Atenção é preciso. Pensar, sentir e ser é contra mão de ser, sentir e pensar ou ainda de sentir, pensar e ser.  
 
          Enfim, no meio da noite como os neurônios sonolentos, digo qualquer coisa. A vida não é complexa, complexado estou. Nem me lembro mais, sobre o que quero escrever. Na verdade, penso seriamente como uma velha caipira lá do interior. Sempre  que  questionada sobre o mês, dia da semana e horas, que não tinha nem idéia, respondia   "vivo porque vejo os outros viver".  Mas, será que suporto as consequências? Vou ligar  e perguntar p´ra alguém. - Que horas são?
          
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                                                        UMA MULTIDÃO DE CURUPIRAS
        
           A vida não é tão complexa, difícil mesmo é conviver.
          Complicados são os seres humanos em seus pensamentos e suas multíplas vontades. Não é exagero, mas de vez em quando tenho visões aterrorizantes,  surto e vivo viajando  na maionese. Pois, tenho a impressão que a maioria dos meus conhecidos deveriam andam como o Curupira. Para que pelo menos os seus pés, quando andassem, estivessem em concordância com o cérebro. Pensam em chegar  num estilo de vida, sentem e sabem que é melhor, mas andam na direção oposta.
             Nos encontros casuais, conversas de fins de tardes, telefonemas urgentes e desnecessários no meio da noite, sou obrigado em nome de velhas amizades, suportar o envenenamento  dos meus usados neurônios com idéias emaranhadas; que estes instigam-me em  apoiá-los, mesmo considerando-as  insultos a minha inteligência.         
             Entro em parafusos. Confesso que vou deitar-me enroscado e não encontro mais um carneirinho para contar e ter de volta meu soninho infantil. Não imaginam a falta que faz um pipo numa hora dessas. Mas, pensam que é pelos problemas compartilhados, engananam-se.
              Sabe-se que o ciclo básico das realizações são três, pelo menos foi o que inculcaram-me neste século. Se os pensadores e cientistas já acharam outros estímulos preciso de atualização. Bem, enquanto não aparecem-me com outro, prevalece esse que conheço. Primeiro  pensa-se, depois senti-se e então se é. Em resumo PENSAR, SENTIR e SER.  
              Sendo este o ciclo corriqueiro, a  contradição é gigantesca e meus conhecidos parecem não segui-lo, ou na pressa para alcançar o sucesso, postar a notícia, ignoram-o. A maioria anda na contramão. Enquanto estou pensando em ser qualquer coisa, eles já estão sendo. Pelo menos é o que acreditam e contam. Ah, e postam!
             No princípio isso me deixava frustrado, intrigado e desanimado  nas minhas labutas diária da vida. Por parecer infrutíferas, e os esforços inúteis comparado-os aos deles, que já estavam sendo. Atingem seus objetivos rápidos demais, enquanto eu, peno dia após dias.
             Bem, Isso até os telefonemas começarem e,  do outro lado da linha pedidos de bases para  empreender uma  guinada na vida. Os senis individuos, que já estavam sendo, agora já não eram e nem estavam, imploram por  regras que os levem a dar uma reviravolta na vida. Precisamente de trezentos e sessenta graus, diziam. Sou duro nas respostas. Por impulso e sem pestanejar oriento-os apenas fazerem  giros em torno dos próprios eixos. Também, que poderiam ficar do jeito que estavam, não iria mudar nada mesmo. Se for essa a medida, são  os únicos recursos. Mas, enfim, entendo o que querem realmente dizer. Assim, um, dois ... terceiro, quarto e  multidão.
             Pedem-me bases para mudanças inteligentes. Pergunto se querem seguir ou recomeçar. Aí, o pior. Descubro que não sabem as diferenças destas bases de mudanças, que são coisas completamente diferentes. Suspeito que não querem ter trabalho de pensar. Pergunto onde estão, a resposta é a mesma de todos - no bar.
           Não é necessário dizer ou explicar detalhes de certas coisas, pois os próprios termos explicam-se. Atenção é preciso. Pensar, sentir e ser é contra mão de ser, sentir e pensar ou ainda de sentir, pensar e ser.  
 
          Enfim, no meio da noite como os neurônios sonolentos, digo qualquer coisa. A vida não é complexa, complexado estou. Nem me lembro mais, sobre o que quero escrever. Na verdade, penso seriamente como uma velha caipira lá do interior. Sempre  que  questionada sobre o mês, dia da semana e horas, que não tinha nem idéia, respondia   "vivo porque vejo os outros viver".  Mas, será que suporto as consequências? Vou ligar  e perguntar p´ra alguém. - Que horas são?
          
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                                                        UMA MULTIDÃO DE CURUPIRAS
        
           A vida não é tão complexa, difícil mesmo é conviver.
          Complicados são os seres humanos em seus pensamentos e suas multíplas vontades. Não é exagero, mas de vez em quando tenho visões aterrorizantes,  surto e vivo viajando  na maionese. Pois, tenho a impressão que a maioria dos meus conhecidos deveriam andam como o Curupira. Para que pelo menos os seus pés, quando andassem, estivessem em concordância com o cérebro. Pensam em chegar  num estilo de vida, sentem e sabem que é melhor, mas andam na direção oposta.
             Nos encontros casuais, conversas de fins de tardes, telefonemas urgentes e desnecessários no meio da noite, sou obrigado em nome de velhas amizades, suportar o envenenamento  dos meus usados neurônios com idéias emaranhadas; que estes instigam-me em  apoiá-los, mesmo considerando-as  insultos a minha inteligência.         
             Entro em parafusos. Confesso que vou deitar-me enroscado e não encontro mais um carneirinho para contar e ter de volta meu soninho infantil. Não imaginam a falta que faz um pipo numa hora dessas. Mas, pensam que é pelos problemas compartilhados, engananam-se.
              Sabe-se que o ciclo básico das realizações são três, pelo menos foi o que inculcaram-me neste século. Se os pensadores e cientistas já acharam outros estímulos preciso de atualização. Bem, enquanto não aparecem-me com outro, prevalece esse que conheço. Primeiro  pensa-se, depois senti-se e então se é. Em resumo PENSAR, SENTIR e SER.  
              Sendo este o ciclo corriqueiro, a  contradição é gigantesca e meus conhecidos parecem não segui-lo, ou na pressa para alcançar o sucesso, postar a notícia, ignoram-o. A maioria anda na contramão. Enquanto estou pensando em ser qualquer coisa, eles já estão sendo. Pelo menos é o que acreditam e contam. Ah, e postam!
             No princípio isso me deixava frustrado, intrigado e desanimado  nas minhas labutas diária da vida. Por parecer infrutíferas, e os esforços inúteis comparado-os aos deles, que já estavam sendo. Atingem seus objetivos rápidos demais, enquanto eu, peno dia após dias.
             Bem, Isso até os telefonemas começarem e,  do outro lado da linha pedidos de bases para  empreender uma  guinada na vida. Os senis individuos, que já estavam sendo, agora já não eram e nem estavam, imploram por  regras que os levem a dar uma reviravolta na vida. Precisamente de trezentos e sessenta graus, diziam. Sou duro nas respostas. Por impulso e sem pestanejar oriento-os apenas fazerem  giros em torno dos próprios eixos. Também, que poderiam ficar do jeito que estavam, não iria mudar nada mesmo. Se for essa a medida, são  os únicos recursos. Mas, enfim, entendo o que querem realmente dizer. Assim, um, dois ... terceiro, quarto e  multidão.
             Pedem-me bases para mudanças inteligentes. Pergunto se querem seguir ou recomeçar. Aí, o pior. Descubro que não sabem as diferenças destas bases de mudanças, que são coisas completamente diferentes. Suspeito que não querem ter trabalho de pensar. Pergunto onde estão, a resposta é a mesma de todos - no bar.
           Não é necessário dizer ou explicar detalhes de certas coisas, pois os próprios termos explicam-se. Atenção é preciso. Pensar, sentir e ser é contra mão de ser, sentir e pensar ou ainda de sentir, pensar e ser.  
 
          Enfim, no meio da noite como os neurônios sonolentos, digo qualquer coisa. A vida não é complexa, complexado estou. Nem me lembro mais, sobre o que quero escrever. Na verdade, penso seriamente como uma velha caipira lá do interior. Sempre  que  questionada sobre o mês, dia da semana e horas, que não tinha nem idéia, respondia   "vivo porque vejo os outros viver".  Mas, será que suporto as consequências? Vou ligar  e perguntar p´ra alguém. - Que horas são?
          
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                                                        UMA MULTIDÃO DE CURUPIRAS
        
           A vida não é tão complexa, difícil mesmo é conviver.
          Complicados são os seres humanos em seus pensamentos e suas multíplas vontades. Não é exagero, mas de vez em quando tenho visões aterrorizantes,  surto e vivo viajando  na maionese. Pois, tenho a impressão que a maioria dos meus conhecidos deveriam andam como o Curupira. Para que pelo menos os seus pés, quando andassem, estivessem em concordância com o cérebro. Pensam em chegar  num estilo de vida, sentem e sabem que é melhor, mas andam na direção oposta.
             Nos encontros casuais, conversas de fins de tardes, telefonemas urgentes e desnecessários no meio da noite, sou obrigado em nome de velhas amizades, suportar o envenenamento  dos meus usados neurônios com idéias emaranhadas; que estes instigam-me em  apoiá-los, mesmo considerando-as  insultos a minha inteligência.         
             Entro em parafusos. Confesso que vou deitar-me enroscado e não encontro mais um carneirinho para contar e ter de volta meu soninho infantil. Não imaginam a falta que faz um pipo numa hora dessas. Mas, pensam que é pelos problemas compartilhados, engananam-se.
              Sabe-se que o ciclo básico das realizações são três, pelo menos foi o que inculcaram-me neste século. Se os pensadores e cientistas já acharam outros estímulos preciso de atualização. Bem, enquanto não aparecem-me com outro, prevalece esse que conheço. Primeiro  pensa-se, depois senti-se e então se é. Em resumo PENSAR, SENTIR e SER.  
              Sendo este o ciclo corriqueiro, a  contradição é gigantesca e meus conhecidos parecem não segui-lo, ou na pressa para alcançar o sucesso, postar a notícia, ignoram-o. A maioria anda na contramão. Enquanto estou pensando em ser qualquer coisa, eles já estão sendo. Pelo menos é o que acreditam e contam. Ah, e postam!
             No princípio isso me deixava frustrado, intrigado e desanimado  nas minhas labutas diária da vida. Por parecer infrutíferas, e os esforços inúteis comparado-os aos deles, que já estavam sendo. Atingem seus objetivos rápidos demais, enquanto eu, peno dia após dias.
             Bem, Isso até os telefonemas começarem e,  do outro lado da linha pedidos de bases para  empreender uma  guinada na vida. Os senis individuos, que já estavam sendo, agora já não eram e nem estavam, imploram por  regras que os levem a dar uma reviravolta na vida. Precisamente de trezentos e sessenta graus, diziam. Sou duro nas respostas. Por impulso e sem pestanejar oriento-os apenas fazerem  giros em torno dos próprios eixos. Também, que poderiam ficar do jeito que estavam, não iria mudar nada mesmo. Se for essa a medida, são  os únicos recursos. Mas, enfim, entendo o que querem realmente dizer. Assim, um, dois ... terceiro, quarto e  multidão.
             Pedem-me bases para mudanças inteligentes. Pergunto se querem seguir ou recomeçar. Aí, o pior. Descubro que não sabem as diferenças destas bases de mudanças, que são coisas completamente diferentes. Suspeito que não querem ter trabalho de pensar. Pergunto onde estão, a resposta é a mesma de todos - no bar.
           Não é necessário dizer ou explicar detalhes de certas coisas, pois os próprios termos explicam-se. Atenção é preciso. Pensar, sentir e ser é contra mão de ser, sentir e pensar ou ainda de sentir, pensar e ser.  
 
          Enfim, no meio da noite como os neurônios sonolentos, digo qualquer coisa. A vida não é complexa, complexado estou. Nem me lembro mais, sobre o que quero escrever. Na verdade, penso seriamente como uma velha caipira lá do interior. Sempre  que  questionada sobre o mês, dia da semana e horas, que não tinha nem idéia, respondia   "vivo porque vejo os outros viver".  Mas, será que suporto as consequências? Vou ligar  e perguntar p´ra alguém. - Que horas são?
          
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


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