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   > SEM ENGANO



Elisabeth Silva de Almeida Amorim
      POESIAS

SEM ENGANO

De repente o tempo passou

O relógio parou de marcar as horas

Não! Você não voltou

Simplesmente foi embora

E a solidão ameaçou...

 

Que longa espera!

Providencial, confesso.

Doce como a primavera

Consegui encontrar em cada verso

A força de uma pantera.

 

Cada lágrima no chão

Recolhidas no jardim

Cicatrizado o coração

O mundo sorriu para mim

Risquei a desilusão.

 

 

Ando em caminhos do amor

Escrevo como aprendiz

E de repente o sol brilhou

Sou feliz!

Conheci o nosso Salvador.

 

 

Finalmente enxerguei a luz

Amar a Deus em primeiro plano

E seu filho Jesus

Um amor que não tem engano

Não tem espera e sempre conduz.

             
                       Elisabeth Amorim, "Sem engano"
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